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Morte

Poemas neste tema

Poemas Sânscritos

Poemas Sânscritos

DE AMARU

1
- Aonde vais pela alta noite dentro?
- Encontrar-me com quem me é vida e morte.
- E não tens medo de sair tão só?
- Sozinha? Eu? Se vai comigo o amor!

830
Gabriela Mistral

Gabriela Mistral

O PENSADOR DE RODIN

Apoiando na mão rugosa o queixo fino,
O Pensador reflete que é carne sem defesa:
Carne da cova, nua em face do destino,
Carne que odeia a morte e tremeu de beleza.

E tremeu de amor; toda a primavera ardente,
E hoje, no outono, afoga-se em verdade e tristeza.
O havemos de morrer passa-lhe pela mente
Quando no bronze cai a noturna escureza.

E na angústia seus músculos se fendem sofredores.
Sua carne sulcada enche-se de terrores,
Fende-se, como a folha de outono, ao Senhor forte

Que o reclama nos bronzes. Não há árvores torcida
Pelo sol na planície, nem leão de anca ferida,
Crispados como este homem que medita na morte.

2 237
Alfred Edward Housman

Alfred Edward Housman

EPITÁFIO PARA UM EXÉRCITO DE MERCENÁRIOS

Estes, no dia em qual o céu tombava,
E os pedestais do mundo se perderam,
O serem mercenários os chamava,
Receberam seus soldos e morreram.

Por seus ombros, os céus se suspendiam;
Firmes, e firme o pedestral inteiro;
Quão Deus abandonava, defendiam-
E salvaram as Coisas por dinheiro.

1 356
Jonathan Griffin

Jonathan Griffin

O CREDO AGNÓSTICO

Meu timbre a dúvida. Acredito
no credo agnóstico - duvidar até estar morto
e contudo viver para acolher
não fugir ao dar-se do acto da fé,
não fugir a desconfiar dele, até que a morte
aqui está, alisou a fé e a dúvida.

876
Edith Sitwell

Edith Sitwell

CÂNTICO DE DIDO

O meu Sol da Morte é ao invés para as profundas
O que o Grande Sol Celeste é para as alturas
Em calor violento
Quando Sirius se vem deitar aos pés do Sol.
O meu Sol da Morte é só profundidade, o sol celeste
Altura só, e os ares do mundo inteiro jazem entre
Esses sóis
Agora apenas o Cão se senta ao pé do meu esquife
Em que jazo ardendo por meu coração. Os cinco cães dos sentidos
Já não mais caçam.
Após a conflagração do Estio
Da juventude, e seus violentos sóis,
As minhas veias da vida, que tão altas iam que os rios portentosos
de África e de Ásia só regatos pareciam,
Secaram, e o Tempo qual fogo
Aos ossos mudou em nódulos de rubis como os horizontes da luz;

Para lá dos Verões está a peónia em botão
Nas veias, e os grandes péans do sangue
O empório da rosa!
E todavia julguei meu leito de amor meu esquife o mais alto
Sol dos céus, a altura aonde Sirius arde,
E julguei-o depois Sol da Morte, e que nada havia de fundo
Abaixo... Mas agora sei
Que mesmo os cães de caça no coração e nos céus
Acabam por dormir.

1 126
Alfred Edward Housman

Alfred Edward Housman

IF TRUTH IN HEARTS

Se o vero em peitos mortais
Movesse os altos poderes,
O grande amor que te tenho
Não deixara tu morreres.

Sim: que se um firme sentido
Um pensar puro salvara,
Podia o mundo acabar,
Que a ti ninguém enterrara.

Este longo e fundo querer
Tal desejo de agradar-te
- Ai para sempre vivias,
Se pudesse isto salvar-te.

Mas porque nada é assim,
Sê gentil ainda comigo,
Antes que partas pra onde
Não terás melhor amigo.

881
Lord Byron

Lord Byron

DO PORTUGUÊS TU ME CHAMAS

DO PORTUGUÊS TU ME CHAMAS

Tu me chamas ainda a tua vida-
- E a vida é só o que se escapa e corre...
Antes me chames alma: é mais exacto,
Pois que, como alma, o meu amor não morre.

1 427
Bocage

Bocage

À INFIDELIDADE DE NISE

De nocturno, horroroso pesadelo
Fui na mente sombria atormentado;
Inda palpito, da visão lembrado,
Esfria o sangue, irriça-se o cabelo:

Vi dum lado a Desgraça impondo o selo
As leis, que em dano meu criara o Fado;
Meus Males em tropel vi de outro lado
Ais dirigindo a corações de gelo.

Coa pátria, mundo, e céu me vi malquisto,
Ao longe a Glória laureada, e bela,
Ouvi dizer-me: - «De te honrar desisto!» -

Tive a Morte ante mim torva, amarela;
Fúrias, Manes: - O horror não parou nisto,
Vi Nise, e o meu rival nos braços dela.

1 494
Cristiane Neder

Cristiane Neder

Os cogumelos do Paraíso

Minha loucura
não tem complexo
nem de Édipo, nem de Electra,
nem de qualquer puro amor
que saia das artérias.

Vivo no paraíso dos cogumelos
dias tristes, dias alegres,
mas tudo é ilusão passageira,
só não passa nesta vida
a casca estrangeira.

O doce e o amargo
do sabor da tua língua
ficou no Caribe
lá nos Portos cheios de gozo
e de prostituição.

Os cogumelos do paraíso
são adubados com a maresia
e os marujos já não são mais fêmeas,
pois as fêmeas são eternos machos
depois da ceia que consome seus rabos.

Nós não temos nada,
se temos a vida
ela ainda nos deve a morte,
portanto tudo é ilusão
dias de trabalho, outros de ócio
dias de amor, outros de ódio,
e os cogumelos são adubados
para fabricar desejos,
e onde não há alucinação
não germina gente,
nem se fabrica coração.

1 757
Pierre de Ronsard

Pierre de Ronsard

Ode à sa maistresse

Quand au temple nous serons
Agenouillés, nous ferons
Les devots selon la guise
De ceus qui pour loüer Dieu,
Humbles se courbent au lieu
Le plus secret de leglise.
Mais quand au lit nous serons
Entrelassés, nous ferons
Les lascifs, selon les guises
Des amans, qui librement
Pratiquent folatrement
Dans les dras cent mignardises.
Pourquoi donque, quand je veus
Ou mordre tes beaus cheveus,
Ou baiser ta bouche aimée,
Ou tatonner ton beau sein,
Contrefais-tu la nonnain
Dedans un cloistre enfermée?
Pour qui gardes-tu tes yeus,
Et ton sein delicieus,
Ta joüe & ta bouche belle?
En veus-tu baiser Pluton
La-bas, apres que Caron
Taura mise en sa nacelle?
Apres ton dernier trespas
Gresle, tu nauras là bas
Quune bouchette blesmie:
Et quand mort je te verrois
Aus ombres je navuorois
Que jadis tu fus mamie.
Ton test naura plus de peau,
Et ton visage si beau
Naura venes ny arteres,
Tu nauras plus que les dens,
Telles quon les voit dedans
Les testes des cimeteres.
Donque, tandis que tu vis,
Change, maistresse, davis,
Et ne mespargne ta bouche:
Incontinent tu mourras,
Lors tu te repentiras
De mavoir esté farouche.
Ah je meurs, ah baise moi,
Ah maistresse approche toi,
Tu fuis come fan qui tremble,
Au moins soufre que ma main
Sesbate un peu dans ton sein,
Ou plus bas si bon te semble.

1 106
Rainer Maria Rilke

Rainer Maria Rilke

Minha vida

não é esta hora abrupta
em que me vês tão açodado.
Sou uma àrvore em frente do meu fundo,
sou só uma das minhas muitas bocas
e,delas,a que mais cedo se fecha.
Sou o silêncio
que há entre duas notas
que só a custo se acostumam uma à outra:
porque a da morte quer elevar-se-
Mas no intervalo
escuro se congraçam
ambas trémulas.
E a melodia é bela.
1 480
Jorge Melícias

Jorge Melícias

O homem está dobrado sobre a mesa,

as palmas das mãos presas ao tampo,

a morte na nuca.

Em redor as mulheres delimitam a casa,

são os pulsos da casa,

e há um silêncio como um pedra rasgada.

Mas hão-de apagar-se as mulheres

primeiro que o fogo.

de A Luz nos Pulmões(2000)

797
Luiza Neto Jorge

Luiza Neto Jorge

Algo se me assemelha

Algo se me
assemelhae me quer para sime desembainhaquando
menos esperoDistorção do espíritopara a
mortecomo o corpo num
saltoirremediavelmentelentoe alto

de Terra Imóvel

1 343
Luiza Neto Jorge

Luiza Neto Jorge

A porta aporta

a porta roda ao invés da lua

a porta roda bússula enterrada ao invés dos olhos

a porta geme é um cão nocturno

a porta geme extinta na trela da noite

a porta areia

a porta caruncho pária de mar

a porta maré que vem e que vai que bate e que fecha

a porta com máscara de morte

a porta sem sorte

a porta joelho na alma das portas

a porta mulher da casa de passe

a porta manchou a manhã com o grito de porta

a porta enforcada no mastro da casa

a porta por asa

a porta roda

a porta sexo a vida toda

a porta tosca da madrugada pregos são estrelas mortas

a porta pregada

a porta leilão

a porta batente a porta aranha por coração

a porta tu

a porta eu

a porta ninguém na terra pequena

a porta roda

a porta geme

a porta facho

a porta leme

de Quarta Dimensão

2 051
Luís Filipe Castro Mendes

Luís Filipe Castro Mendes

Numa praia

Em cada corpo recomeça o mundo,
mas onde então acaba este começo?
Amor não sabe mais o que é profundo,
vem da pele e respira só no verso.

Passamos a toalha pelo corpo,
com o suor a enxugar a morte:
há gotas de água fria no teu rosto,
em ti meus dedos lêem sua sorte.

Um riso nos chamou,fulgor ou seta,
e o dia se refez sem mais promessa.
Nos meus dedos ficou a ferida aberta:
só no teu corpo o mundo recomeça.
1 722
Mário Rui de Oliveira

Mário Rui de Oliveira

Lispector

Palavras larvares do mais esquecido magma. Ferem, queimam, vomitam a
matéria viscosa que corre nas veias. O mais difícil é escrever quando
a morte espreita, verde, em cada linha.
Tímidas teias, as mãos onde tudo se arrisca. Um bosque de matéria
inorgânica, evidentemente lancinante, o caminho até à tua fechadura.
A vida é uma história ainda mal contada, querida Clarice.

1 081
Natália Correia

Natália Correia

Escrito numa ânfora grega

É o teu amor que espalha a tinta
Na minha tela da cor da sede:
Paisagem que a tua paixão pinta
Para eu pendurar numa parede.
Candidatura a bem-amado
Das minhas núpcias de aracnídeo,
Contigo a ver-me de um telhado,
altura própria para um suicídio.
Mas prometida a um olhar marujoNa lenda de um Fáon que nunca chega
Quanto mais me amas,mais eu te fujo.
Falta cumprir a sina grega.

de Inéditos(1966/68)

2 085
José Augusto Seabra

José Augusto Seabra

Ícone

Cada lado de Deus tem a sua sombrailuminando a morte: a luz só
pousalevemente em seus ombros:entre a luz e a rosa,sobre a
sombrae a sombra

880
Juan-Eduardo

Juan-Eduardo

Vivir es carecer Del gran desastre

brota una luz de amor sin redención,
un color de violetas y de rosas
cayendo en um abismo sin final.

Mi corazón se alarga hacia la muerte,
crece con este nudo de dolor.
Y las negras hogueras del no ser
consumen mis azules construcciones.

Boca de mi esplendor,¿dónde tu forma;
dónde la fundación del sufrimiento?
La vacilante mano de la sombra
me cruza las palabras sobre el pecho.

875
Friedrich Hölderlin

Friedrich Hölderlin

Pranto

de Ménon por Diotima
 

2
De nada serve, ó deuses da morte, enquanto tiverdes
Em vosso poder, prisioneiro,o homem acossado pelo destino,
Enquanto, no vosso furor, o tiverdes lançado na noite tenebrosa,
De nada serve então procurar-vos, suplicar-vos ou queixarmo-nos,
Ou viver pacientemente neste desterro de temor,
E escutar sorrindo o vosso canto sóbrio.
Se assim for, esquece a tua felicidade e dormita silenciosamente.
No entanto brota no teu peito uma réstea de esperança,
Tu ainda não podes, ó minha alma! Não podes ainda
Habituar-te e sonhas dentro de um sonho férreo!
Não estou em festa, mas gostaria de coroar-me de flores;
Não me encontro eu só? Mas algo apaziguador deve
Aproximar-se de mim vindo de longe e sou forçado a sorrir e a admirar-me
Por experimentar alegria no meio de tão grande sofrimento.

(tradução de Maria Teresa Furtado)

 

1 180
Josefina Plá

Josefina Plá

Soy

Soy

Carne transida, opaco ventanal de tristeza,

agua que huye del cielo en perpetuo temblor;

vaso que no ha sabido colmarse de pureza

ni abrirse ancho a los negros raudales del horror.

¡Ojos que no sirvieron para mirar la muerte,

boca que no ha rendido su gran beso de amor!

Manos como dos alas heridas: ¡diestra inerte

que no consigue alzarse a zona de fulgor!

Planta errátil e incierta, cobarde ante el abrojo,

reacia al duro viaje, esquiva al culto fiel;

¡rodillas que el placer no hincó ante su altar rojo,

mas que el remordimiento no ha logrado vencer!

Garganta temerosa del entrañable grito

que desnuda la carne del último dolor:

¡lengua que es como piedra al dulzor infinito

de la verdad postrera dormida en la pasión!

Haz de inútiles rosas, agostándose en sombra,

pozo oculto que nunca abrevó una gran sed;

prado que no ha podido amansarse en alfombra,

¡pedazo de la muerte, que no se sabe ver!

1 051
Alejandra Pizarnik

Alejandra Pizarnik

La jaula

Afuera hay sol.

No es más que un sol

pero los hombres lo miran

y después cantan.

Yo no sé del sol.

Yo sé de la melodía del ángel

y el sermón caliente

del último viento.

Sé gritar hasta el alba

cuando la muerte se posa desnuda

en mi sombra.

Yo lloro debajo de mi nombre.

Yo agito pañuelos en la noche

y barcos sedientos de realidad

bailan conmigo.

Yo oculto clavos

para escarnecer a mis sueños enfermos.

Afuera hay sol.

Yo me visto de cenizas.

1 646
Juan-Eduardo

Juan-Eduardo

Canto de

la vida muerta

Atado a mi temblor,alto cultivo,
huésped amargo de mi sol furioso,
caí de mis glaciares interiores
a las rosas praderasque lamento.
Resido en estos campos encendidos
y toco con mis dedos de paloma
el tibio corazón del horizonte.

Desnudos arrasados,blancos valles
desdicen el celeste clamor.Altos
árboles que soportan mi esperanza
demoran su cristal de fiel ceniza
y,altares de este fuego momentáneo,
invaden el espacio con sus himnos.

Crepúsculos inmensos,tristes pájaros
acuden a las costas derribadas.
El lirio y la violeta no repiten
ya sus rondas azules y dulcíssimas.
Arcángeles sin armas,sombras puras
recorren las veredas extinguidas.
Asciende por las blancas oquedades
un obscuro dolor.Van sin orillas
las músicas,las islas.Iniciales
suplicios cierran círculos,anillos,
ciñendo mi pasión con su secreto.

¡No es la muerte!La muerte era la vida.
La muerte era este beso exasperado,
la muerte era este muro deslumbrante,
la muerte era este almendro florecido,
la muerte era mi voz enamorada,
la muerte era el recuerdo,era la mano,
la muerte era mi verde golondrina,
no este cisne sin luz,deshabitado,
no este absorto fulgor que no varía,
no esta forma perpetuamente sola,
no este sangre sin sangre y sin latido.

Ruinas celestes cavan mi dulzura,
los pórticos del mundo están abiertos.
Nada espera al estéril infortunio
más allá de las rotas mansedumbres.
La noche es el esplejo tembloroso.
¡Qué pérdida parcila nos arrebata
gota a gota,solemnes,lejanísimos!
¡Qué espada indestructible,qué planeta
vigila nuestra sed y nuestro abrazo!

Surgen,arden,destruyen,se propagan
los órdenes profundos,los ocultos.
Una calma inmutable pace nubes,
islas,sienes eternamente aisladas.
Allá no se comprende la amapola,
los sollozos carecen de sentido.
Inútiles la flor y el pensamiento
un mar de lisa piedra los domina.

Sin tocar con los labios esta inmensa
ternura que traspasa mis estrañas
transito por los campos derramados.
Unas alas caídas,un paisaje
impasible,de cerca o de platino,
un grito sin final y sin comienzo
existen,sin saber,sin conocerse.

Astros negados;verdes esmeraldas,
grandes zafiros de luz transparente,
lentos invaden el jardin dormido.
El día era una senda repetida,
una rueda de lívidos metales,
sobre las blandas cúpulas del muerto
del desolado mundo compartido.
Rubís exasperados flotan,suben,
rosas naranjas de rumor caliente.
La noche ha terminado;no es la vida.
La vida era aquel raso desgarrado
aquella disonancia innumerable
era el árbol perdido en el océano.
La vida era aquel mármol corrompido,
aquel sistema intenso de cadenas,
aquel monte de sangre,aquellas dulces
columnas de luz dulce,ya reseca:
un ciego debatirse junto al río
infinito de soles cementerios.
La vida era como un pañuelo blanco
agitado entre cumbres y gemidos,
era como fragancia infranqueable,
como yerma doncella visitada.

¡Virginales batallas!¡Albas cimas!
Un éxtasis de rosa o de martirio
desciende a mi silencio arrodillado.
Circundado por horas absolutas,
por severas murallas desposadas,
caída rama,resplandor incólume,
insisto em mi oración sin esperanza.

Llueven plumas de fuego,nievan llamas
y pétalos que encienden mis cabellos,
mis hombros graves,mi vestido blanco.
Huésped amargo de este sol furioso,
del demente laurel de mi presencia,
resido en estos cantos.La palabra
abre vivas ventanas en mi frente.
Ave del Paraíso me visitan,
espumas me acarician.Esta tierra
que yo amo me contempla con mis ojos
que sólo durarán lo que el relámpago.
En sus labios yo entono este Misterio,
yo niego,yo sollozo,yo bendigo,
y muero cada instante mientras ardo,
vencido por un hierro irresistible,
atado a mi temblor,alto cautivo.

1 008
Ângelo de Lima

Ângelo de Lima

Epitáfio

Aqui Dorme e Descansa um Coração!
Palpito outrora...
- qual Dorme Agora...
- Vivo na História...
- Vibrou d"Amor e comovente Glória
Mas - Algum Dia...
- Veio afinal...
- Fatal!...
- Aquela Fata Místera e Sombria...
- Que os Homens chamam Morte e Despiedade...
- E é invencível...Místera e Sagrada!...
- Talvez Piedosa...
- ou Al Descoroada...!
- E o Palpitar do Coração Parou!
- E assim - Pois...ora
- Palpito outrora...
- Qual Dorme agora!
- Transe Emmorte de Efémera Ilusão...
- Aqui dorme e Descansa um Coração!
1 511