Lista de Poemas
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fernanda_xerez
ALEGRAS SIM, O MEU VIVER

Amo amar o meu amor
Afinal sou a sua Flos
Apetece-me todos os dias
Acalantar minhas poesias
Abraço a vida com alegria
Assim entro em sintonia
Almejo viver plenamente
Amor meu, és um presente
Ah! nasci para te amar
Anelo todo dia te encontrar
Aproveito para te dizer:
Alegras sim, o meu viver!
vinicius rosa dos santos
o começo da estação
o começo de uma nova estação chegou para amar o que ha para amar e preencher os espaços vazios da vida.poque a elevação de um ser é nascer,crescer e ser,agora mesmo começamos por terra e terminamos no céu.
autor,vinicius rosa dos santos
Maria Antonieta Matos
ALVORADA
No silêncio da alvorada,
Parecia sair de um casulo,
A luz há tanto esperada.
Não se adivinhava o sono,
Estava demasiado inquieta,
A noite era de Outono,
Fiquei de janela aberta.
Voavam livres os passarinhos,
Correndo aos bandos no céu
Outros aconchegavam-se no ninho
De cabecinhas ao léu.
Num sossego de pura calma,
Olhava tal esplendor,
Não augurava vivalma,
Neste sonho multicolor.
Ouviam-se pouco a pouco,
Murmúrios de gente a passar,
E não tardou o alvoroço,
Para o pensamento molestar.
Sentia os olhos pesados,
Mas não podia dormir,
Tinha o cérebro revirado,
E o barulho a consumir.
Maria Antonieta Matos 29-09-2011
Maria Antonieta Matos
ÀS VEZES
Às vezes brinco como uma criança!
Às vezes me vislumbro ao olhar do sol-posto!
Às vezes sou no teu dedo, a aliança!
Às vezes sou o ritmar das ondas nas marés,
O campo florido de malmequeres e papoilas,
para ti acenando, ao sabor do vento,
O perfume da rosa rodopiando no pé!
Às vezes sou o emudecer do momento!
Às vezes sou a chuva que te canta, quando me deito,
a pomba branca que te persegue no espaço de ti sequiosa,
a lua que espreita pára te aconchegar!
Às vezes sou o clamor da liberdade para te amar!
Às vezes sou o acordar do rio tecendo quimeras!
O caminho, o desvio de muitas primaveras,
Às vezes sou o sol do Outono, o colorido da época
do romance belo, de tudo o que me cerca!
Às vezes sou a estrela que brilha ofegante e que tu não vês !
Às vezes sou tronco a florir abraçando cada mês !
Às vezes sou o envelhecer, o livro do saber!
Às vezes os netos beijo no mais formoso enternecer!
E somem as rugas e como a flor sou renascer!
Maria Antonieta Matos 30-06-2014
augusto_piva
Riscos ou rabiscos ?
Versos mortos
Versos que tentaram dizer
E morreram calados
Queria que dissessem meus medos
E todos aqueles segredos
Quando meus versos estão vivos
Falam sobre o medo de amar
E ficam a procurar motivos
Que me tirem o sono
E façam repousar
O grafite preto na folha branca
Onde tudo é meu
Onde eu sou todo
O lugar onde posso acreditar
Em coisas tolas
Como amar.
vinicius rosa dos santos
momentos de uma gloria
momentos de uma gloria,toda luz tem seu valor.
é o amor que habita e faz chover doces lembranças nos corações calados.
momentos de uma gloria, é a paz que o salva do mundo cruel
um laço perfeito a ser seguido.
aquelas batalhas que ganhamos com a força que veio dos céus
momentos gloriosos que conquistamos com raça,fé,,sangue e paixão,foram feitos de nossa historia gloriosa.
levantamos poeiras
iluminamos o mundo
criamos ideias no caminho
dominamos toda mentira da face da terra.
autor,vinicius rosa dos santos
Kliver Silva
Pensar, meditar, o quê?
Pensativo estou
Buscando o entendimento
Lendo palavras escritas
Tecidas pelas agulhas de outrem.
Perdido em meio ao vazio
encontrando um caminho a seguir
observo que este mundo está cheio
Lotado por aqueles que já não o sabem mais.
Pessoas no chamando de mercadoria
e com grande razão
perdendo a fé em algo superior
graças a uma enorme propaganda enganosa
Estou perdido no meio de todos
buscando o entendimento de um ser
ser grandioso ou pequeno, não importa
mas o que importa é entendê-lo
Caminhamos rumo ao sol
bucamos tocar o vento enquanto observamos o céu
mas esquecemos de nossos passos
firmados aqui no solo.
Pedras te fazem cair
tuas mãos fazem você levantar
caia, levante, repita o ciclo
siga pela grande estrada
caminhe pelo pequeno sonho
busque o grandioso sentido
e perca sua sanidade.
ania_lepp
Se tu viesses na tarde...
e de teu corpo desejos
se me encontrasses na tarde...
As flores que ontem murcharam
hoje, desabrochariam
e perfumariam a noite
que seria nós...
...e o teu silêncio
nunca mais seria imensidão,
em mim,
se tu viesses na tarde...
(ania)
(Ouvindo If You Would Come Back Home - William Fitzsimmons)
https://www.youtube.com/watch?v=MxVBu2IcIPM
fernanda_xerez
ALMA COLORIDA

fernanda_xerez
TU ÉS O MEU GRANDE AMOR

Tenho por ti sentimento puro
Tem o lado claro e o escuro
Também o arco-íris multicor
Temos sinceridade a nos unir
Tudo está em perfeita harmonia
Tanta paz e muia alegria
Tempo livre para nos divertir
Tiro minhas rimas do universo
Toco com amor o teu coração
Tecemos juntos nossos versos
Trocamos muito amor e emoção!
vinicius rosa dos santos
fogo da verdade
autor.vinicius rosa dos santos
vinicius rosa dos santos
o que sera que aconteceu
será que foi?
será ainda o meu tempo passar em meus passos?
o que será guardado em cada presente?
se presenteia é de boa vontade,será que sim ou não?
talvez encontre a certeza nas duvidas e descubra como se virar
deixar o mundo no avesso,destruir os espelhos falsos,
achar a razão perdida por ai,por mais que venham respostas,haverá incertezas em meu caminho ainda.
será loucura que vai me curar o que estar por vir.
será verdade que me libertará das ilusões disfarçadas na vida?
só tempo dirá,que o será é o que é ou não talvez.
o que será que aconteceu no tempo?
quem é capaz de controlar os acontecimentos nesta velocidade?
autor,vinicius rosa dos santos
Kliver Silva
Palavras
Palavra que possa mostrar, descrever.
Que possa apagar o tempo e reescrever.
Que possa dar uma categoria, que possa revelar.
Que eu possa escrever.
O indescritível não deveria existir.
Deveria ser apagado, recluso, destruído.
Renegado com o tempo.
Reescrito com letras apagadas.
Caindo em uma simples repetição .
Um ciclo eterno, maldito.
Cada palavra com sua única ortografia
Cada letra com seu único jeito
Datilografada, codificada, simplesmente exposta.
Não consegues ver, não consegues sentir
Não consegue tocar, não consegue escrever.
Pois quando as palavras se perderem
Quando as letras bagunçarem
E quando o mundo apagar, recomeçar
As palavras estarão montadas
e as letras serão reescritas
Reiniciando mais uma vez o ciclo
De maldição ao vazio.
vinicius rosa dos santos
o meu mundo
vivem luas por toda terra em mim,
ha cores de todo o universo em meus olhos
nascem sois dentro do meu corpo
iradio os dias de todos os tempos
presentes em minha bela alma
derrramo as chuvas em meu chão seco
me alimento de todo o amor existente,
sonho,ressucitando historias das madrugadas,
me deleito nos brilhantes do ceu,
invento ilusões nas nuvens,
o meu mundo se realiza felicidade sem fim.
o meu mundo das flores naturais,
são verdadeiros anjos de meu quintal,
se emergiu-se tempestades de verdades da magia
que nascem em meu mundo de qualquer lugar.
autor,vinicius rosa dos santos
vinicius rosa dos santos
amazona da lua
a amazona que andavas nas luas.
a mulher dos desejos encontrados,
é a musa que é de toda parte,é felicidade constante em mim.
a mulher guerreira,a paz esta com ela,
a mulher dos meus sonhos,a bela do meu entardecer
a luz dos meus olhos alegres.
a sua pele macia escorrega em minhas mãos,a sua face me completa o meu dia,o lençol de mar que envolve e deixa a paixão mais profunda em nós.beijo o céu infinito de seus lábios,mergulhando em seu mar vermelho da paixão.
seu olhar me guia pelos vales do amor,me seduz a cada instante,se faz a luz do amor toda hora nesta vida.
é a mulher guerreira que caminha nas luas da noite.
autor,vinicius rosa dos santos
Kliver Silva
Melodia
Escutando notas com harmonia entre si.
De uma maneira tão calma
Suave, como se o espírito dormisse.
Pensamentos em você.
A cada tecla tocada no piano
A cada deslizar de dedo pelas cordas do violão
Seu sorriso me sobe a mente.
E então uma bela voz, começa a ressoar em meus pensamentos.
De uma maneira magnifica
Levando meu coração à paz.
Enquanto lágrimas escorrem por sua volta
E meu corpo simplesmente descansa.
Ora, tão calmo e divino. Será que os anjos sabem disto?
Então, simplesmente, não há como não se entregar.
Não há como fechar os olhos e adormecer
Sonhando contigo.
Um suspiro ressoa pelo quarto
Vindo do mais profundo eu.
Ao passo que os dedos se movem
Escrevendo uma simples loucura
Um simples pensamento.
gustavo310
Paixão e distância
Não sei como tirar
Doi no peito
Doi na alma
Não consigo chorar
Quero esquecer
Ninguém merece a angústia de ninguém
É ridículo
Eu sei
Mas doi tanto
Que o choro não vem
Não posso falar
Ninguém entenderá
Ninguém pode ver
Ninguém pode saber
A dor é irmã do silêncio
Nesses dias de tormento
Quero que pare de doer
De rasgar, de corroer
Mas ela lateja e me desdenha
Me falta paciência
Pra essa dor improdutiva
A prática se opõe à teoria
Dói, dói e não passa
Maldita desgraça
Da distância desse amor
Distância do amor
Distância do vento
Que traz acalento
Não há medicina
Que cure essa agonia
Nem choro nem poesia
Só quero que vá embora
Até ser correspondida
Sei que é longe
E que você nada pode fazer
Então me debrucei a escrever
Até que fosse atenuada
A maldita dor amada
Dor e agonia
De uma paixão
De um amor
De você.
vinicius rosa dos santos
a beleza dela
autor,vinicius rosa dos santos
fernanda_xerez
MÃOS

fernanda_xerez
HUMANOS NÃO TÊM ASAS

Ella Lorenza
Monólogo de encontro às almas disfarçadas libertadas pelo incenso
Ela acorda nas segunda sem a perspectiva de início de semana, então permanece com a existência entre os cobertores e reza para qualquer divindade possível faze-la voltar a sonhar, qualquer sonho, em qualquer vida. Mas algo da humanidade a faz praticar a vida de pé. Ela refugia-se em fantasias para suportar os dias que tem apenas a si como companhia. Foi sempre muito difícil viver ao seu lado, ela nunca fora muito simpatizada consigo própria.
E é entre as segundas e as sextas que ela debruça sua chance na névoa cigana do incenso, a ordem espiritual contida na fragrância e o movimento fluido do espirito enevoado à fazem esquecer de si mesma e do precoce sacrificado destino. Mas por que tão doído, sempre se pergunta. A resposta sempre vem de dentro e em tom de desgraça. A praga amaldiçoada é a vida para aqueles que não compreendem o que são.
E ela não compreende, e por essa razão, passa a vida encolhida nas obscuridades dos mundos que criava, na tentativa de esquecer de si, desviar-se o caminho da dor que a si mesma deposita. E como uma ostra que lima beleza transcendental sob a perspectiva da fuga contra invasores audaciosos, sua pérola é quando encontra pelo caminho existências desconhecidas pelo homem.
Coisas que só ela percebia, mas que estavam tão belas no mundo, como poderiam eles não perceber? E como não percembem eles, a melancolia de maré do acordéon engolido pelos seus olhos, todas as vezes que lhe perguntam como está e ela sabe que não querem mesmo saber.
Não. Eles não estão é prontos. Apesar da crônica amaldiçoada , ela tem vícios que só coisa de espírito de outros mundos. Mas dói, sempre dói. Mas por que tem que ser assim tão doído? A vida e seu teor sarcático e embebecido de misérias auto explicativas, felicidades desamparadas e tristezas desesperadas. Ela sabia das coisas, mas era triste. Era, porque morreu. E ainda morre, todos os dias.
ania_lepp
Num pequeno momento...
navegando nas trilhas amargas,
camufladas...disfarçadas
pela inconstância do teu ser,
se desvendaram mistérios
e a luz se fez...
Num pequeno momento
tão poucas palavras,
entrelinhas expostas
a realidade surgiu,
trazendo a cruel verdade
e a luz se fez...
Num pequeno momento
descortinando segredos
escondidos, velados por ti,
num sórdido lapso teu
e abençoada lucidez minha,
a luz se fez...
Num pequeno momento,
creio que tu não imaginavas,
mas a luz se fez!
(ania)
(Ouvindo My Love - Kovacs)
https://www.youtube.com/watch?v=1xB2M-Z_vJc
Marcelo Reis
Diadema estrelado
Musas a quem os deuses confiaram os dons inestimáveis
De inspirar e reger as tantas ciências e artes memoráveis
Figuras aparentadas que, etéreas, desfilam por entre dromos
Num concerto harmônico de beleza desconcertante e assomos
O Olimpo as reconhece por seu coro melodioso eivado de amores
Admirados, os helenos se deixam curvar e guiar por seus humores
Poetas vocalizam as ordens das moças e refletem delas os desejos
O deus Apolo as recolhe e conserva no Parnaso em sagrados cortejos
Da loquacidade de Calíope diante dos Céus de Urânia, sobrevém o mito
Eis a palavra que, nascida do entusiasmo, anseia reter o infinito
Enquanto a escrita exprime o que da verdade se pode alcançar
A amplidão do espaço desnuda o que só é possível ignorar
O gênio humano, ao contemplar a matéria, os mistérios e o firmamento,
Divisa o elevado e se dobra ante o supremo sol do conhecimento
O pouco que compreende do cosmos ele o encerra em pergaminhos
E, no exame contínuo de seus registros, permite-se percorrer os caminhos
Musas, de cujas paixões somos alvo, presidem e elevam o ato criador
Entes mitológicos que no tempo perduram, esmerando-se em seu labor
Calíope a Camões consentiu narrar em versos épicos a fundação da Lusitânia
Flammarion alçou voos oníricos e reveladores na companhia de Urânia
Nada mais a pretender senão os destinos riscados a fundo pelo estilete
Nada mais a enxergar a não ser o cerúleo que nos provoca contínuo deleite
Assim como rimas emparelhadas, Calíope e Urânia são uma na essência
Posto que as musas com o diadema estrelado cingem o livro da existência
vinicius rosa dos santos
devolva os caminhos
é a vida dos que não foram embora,levando a vida como podem,em seus sonhos que dominarão mundos,se misturando na sua própria fúria,alagando o que se tem de selvagem,de tudo que existe,para revolucionar o nosso tempo.
devolva os caminhos que me pertencem,em tudo que possa tocar,devolva a imaginação em todos os caminhos que construir pra mim,em todos os caminhos,todos os meus caminhos.
que caia o mal do mundo,através do fogo em que há em meus olhos,que o mundo volte a passar em meu coração,sendo cada lugar a minha fuga,na liberdade de se viver,recebendo e podendo dar-se por completo sem medo de perder.
autor,vinicius rosa dos santos
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