Lista de Poemas
A libertação
Qual será a libertação?
Que nos salvará da escuridão?
Será tudo em vão?
Ou, se calhar, não?
Desconheço o verdadeiro motivo,
Dos tempos de trevas que atravessamos,
Apenas um fogo em nós vivo,
Será aquilo que nos salva e que salvamos.
O fogo ardente da esperança,
Precisa de alguém para sobreviver,
Precisamos dele para chegar à bonança,
E poder assim aprender a viver.
Que nos salvará da escuridão?
Será tudo em vão?
Ou, se calhar, não?
Desconheço o verdadeiro motivo,
Dos tempos de trevas que atravessamos,
Apenas um fogo em nós vivo,
Será aquilo que nos salva e que salvamos.
O fogo ardente da esperança,
Precisa de alguém para sobreviver,
Precisamos dele para chegar à bonança,
E poder assim aprender a viver.
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Quando baixamos os braços
Quando baixamos os braços,
Paramos de acreditar,
Quando recusamos abraços,
Deixamos de amar.
Quando é preciso resistir,
E nos esquecemos da coragem,
Acabamos por desistir,
Colocamos uma roupagem,
Sobre a cobardia de trair.
Assim, o mundo continua,
Em ciclos viciosos,
A nossa esperança mingua,
Nestes tempos dolorosos.
Paramos de acreditar,
Quando recusamos abraços,
Deixamos de amar.
Quando é preciso resistir,
E nos esquecemos da coragem,
Acabamos por desistir,
Colocamos uma roupagem,
Sobre a cobardia de trair.
Assim, o mundo continua,
Em ciclos viciosos,
A nossa esperança mingua,
Nestes tempos dolorosos.
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A fonte do amor
Um viajante,
Uma vez dissera,
Que havia uma fonte gritante,
Mas todos perguntaram: “Como pudera?”.
Ninguém acreditou,
Naquela pura verdade,
Todo mundo o gozou,
Com uma tremenda vaidade.
A fonte,
Fora por todos descoberta,
Longe da linha do horizonte,
E todos souberam,
Que aquela fonte existia.
Era a fonte do amor,
Que estava para ficar,
Seja como for,
Viva vai continuar.
Uma vez dissera,
Que havia uma fonte gritante,
Mas todos perguntaram: “Como pudera?”.
Ninguém acreditou,
Naquela pura verdade,
Todo mundo o gozou,
Com uma tremenda vaidade.
A fonte,
Fora por todos descoberta,
Longe da linha do horizonte,
E todos souberam,
Que aquela fonte existia.
Era a fonte do amor,
Que estava para ficar,
Seja como for,
Viva vai continuar.
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Poética Lamentação
Há uma lágrima a escorrer,
Num canto do meu olho,
Que acabo por esconder,
Quando a cabeça encolho.
É tristeza,
É amor,
É fraqueza,
É sangue derramado,
É sofrimento expressado.
A lágrima, embora pequena,
Dá para encher mil e um oceanos,
É uma depressão, nunca serena,
Que se mostra onde quer que vamos.
Esta lágrima sangrenta,
É uma poética lamentação,
Que sempre rebenta,
Até o mais forte coração.
Num canto do meu olho,
Que acabo por esconder,
Quando a cabeça encolho.
É tristeza,
É amor,
É fraqueza,
É sangue derramado,
É sofrimento expressado.
A lágrima, embora pequena,
Dá para encher mil e um oceanos,
É uma depressão, nunca serena,
Que se mostra onde quer que vamos.
Esta lágrima sangrenta,
É uma poética lamentação,
Que sempre rebenta,
Até o mais forte coração.
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