Na minha face rolam dois rios de lágrimas
Hoje acordei,
com uma enorme vontade de chorar.
Sei que você entrou em mim
pra eu nunca mais o esquecer,
e pro lembrar com muito amor.
Na minha face, rolam dois rios de lágrimas
Um se chama saudade e o outro seu nome é dor.
Naquela noite de verão
Quando te conheci,
o amor renasceu dentro de mim,
naquela quente noite de verão,
na prainha de Portimão.
Quadras soltas9
Sou o cavaleiro que galope forte,
sigo a minha cavalgada,
cavalgo em direcção ao norte,
pra abraçar a preciosa amada...
No primeiro beijo que lhe dei,
senti um calafrio, me arrepiei,
passaram tantos anos,
ainda hoje sinto o quanto a amei...
Já cantei, bailei e sorri,
ao lembrar o importante que és pra mim
como a mais simples flor,
é importante pro seu bonito jardim...
Não importa que tudo tenha terminado,
nesta nossa louca aventura,
pela noite ainda sonho acordado,
com o sabor da tua doçura...
Quero entregar ao teu corpo,
a fúria louca da minha paixão,
ter-te aqui juntinha a mim,
pra sentires o cintilar do meu coração...
Luzerna, 06.12.2021, joao Neves
A distância me faz sofrer
Apaga-me este fogo
Apaga-me este fogo, com o gelo do teu coração
Quero esconder-me no teu amor
Adoraria tanto saber escrever,
pra poder-te dizer que te amo,
e ao meu lado te amaria ter,
pra no teu amor poder-me esconder...
Se soubesse bailar, bailaria,
Se soubesse bailar, bailaria,
se eu tivesse uma linda voz cantaria,
como não sei bailar, muito menos sei cantar,
apenas te posso amar e amar de noite e de dia...
Cristo Rei
Estou cá no alto para te ver,
abri os braços para te abraçar,
vem, vem me alcançar,
aqui estarei, pra sempre te amar...
Ainda choro por ti
Hoje eu sinto que fui muito mau,
ao afastar-te de mim,
sofro por fora e por dentro.
Agora compreendo que aqui e ali,
que tudo aquilo que quis, perdi.
Olha bem pra estes olhos encharcados
não param de chorar cada dia mais por ti.
Vivi dias de medo!!!
Quantas e quantas vezes,
vivi dias quentes de fogosa paixão,
dias frios de tristeza, dias felizes de alegria,
dias de medo, dias de choro,
dias de solidão, dias de desespero,
dias de rir de felicidade.
De todos eles sempre trago um,
sempre trago os dias de medo...
Medo de me apaixonar,
medo de amar, medo de sorrir,
tenho medo de ajudar,
tenho medo de chorar...
Aliás será que realmente vivi estes dias?
Será que com medo se pode viver?
Sei que nesta ausência infinita,
tão profunda, ela chora, ela grita,
seja de noite ou de dia.
ó solidão maldita ...
Uma melancolia romântica que me interessou bastante, adorei seus poemas, continue publicando aqui, estarei acompanhando seus poemas, pois realmente me identifiquei. Parabéns!