Poesía quiero morir en tus manos un dia
Cada poema tiene su día,
y yo lloro con lá poesía,
Ya no quiero vivir en esta agonía,
Por favor mátame,
esta angustia me destruye y me maltrata,
todo en mi es tristeza y dolor,
tu poesía que un día,
me hiciste ver un mundo ideal,
no te arrepientas, entierrame un puñal
tu me lastimas con tu desprecio,
con tu arrogancia,
y tu maldad es un arma letal,
ven a matarme por favor,
antes que con el afán pueda sucumbir
matame ya me siento a agonizar
por vivir en un mundo tan triste,
¡Ya no quiero vivir así, sin amor!
ven mátame por favor.
Lucerna, 11-02-2023, Tsunamidelagrimas63, Joao Neves
Tropecei no teu olhar
Tropecei no teu olhar
caí nos teus braços
teus lábios me beijaram intensamente
como numa paixão ardente
entre sussurros te dizia o que sentia
me olhavas, teus olhos brotavam alegria
e tua linda boca me sorria...
Luzerna, 12.10.2009, João Neves
Te reencontrei
Adorei essoas novas conheci
a ti meu bem te reencontrei
a felicidade fez parte de mim
naquele dia que te abracei
Hoje só penso em ti
no tanto, tanto que te desejei
tu por aí eu por aqui
e pra sempre te amarei.
Luzerna, 31.10.2023, João Neves
Viajo no sonho
Dentro da tristeza e da saudade
a alma do meu corpo se desengata
viajo no sonho da minha mocidade
no qual, reina uma dor que mata...
Tive medo
Meu coração quase parava naquela hora
a noite passava, eu sentia tua demora
não sei porquê mas tive medo,
nesse dia até o sol nasceu mais cedo
pra incendiar o fogo da nossa paixão
entre lençóis, suores, caricias e gemidos de sofocar
noite dentro nos amámos e voltámos a amar.
Luzerna, 14.10.2009, João Neves
Sonho acordado
Beijando a tua boca,
trocamos fogosas caricias,
foi aí que senti na pele,
o calor ardente da tua mão,
entre sussurros e caricias nos desejamos,
nossos corpos colados,
fizeram sentir o pulsar do teu coração.
Bebi do teu corpo os delírios de prazer,
desse amor esperado,
que deixa o meu corpo em brasa,
sonho tantas vezes esse sonho acordado,
sinto o teu corpo sobre o meu,
sinto que estou a ser devorado...
Luzerna, 07.11.2020, João Neves
Outono da incerteza
Neste Outono amargo,
descalço, caminho sozinho
sigo sem direção,
com o rosto molhado,
desta chuva miudinha,
e com os pensamentos feridos,
paro; mas nem sei onde estou,
apenas sei que este chão frio,
congela meus pés perdidos,
num tapete de folhas caídas,
deste Outono da minha vida.
Pressinto o frio e o medo,
que se entranha no corpo da humanidade
causado por estas malditas guerras frias,
onde tanques e artilharia
percorrem ruas como se fosse uma romaria
pra não nos deixar viver em paz e alegria.
Luzerna, 29.10.2023, Joao Neves
A aventura voltou
Com as mãos entrelaçadas
reinicia esta nossa antiga aventura
entre a paixão e o amor
e peço-te aceita meu perdão por favor
por te voltar a procurar,
mas se se juntam rios ao mar
também se poderam juntar nossos lábios pra se beijar.
Luzern, 09.11.2019, João Neves
Tenho saudades!!!
Tenho saudades!!!
Hoje acordei com saudade de mim
uma saudade sem fim
tenho saudade de ter o que tinha outrora
dos amigos, pai, avós e dos tios que foram simbora.
Tenho tanta saudade de ser como era antes,
de sorrir como sorria, quando sorria de verdade,
Tenho saudades de dormir como dormia antigamente,
feliz e sereno, como quando era pequeno,
Tenho imensas saudades de sonhar,
como sonhava primeiramente,
sonhos sem limites, sonhos bonitos.
Tenho saudades de olhar, como olhava primeiro,
com um olhar abstrato, como no mais bonito retrato.
Só não tenho saudades de chorar, como já chorei,
porque hoje choro de alegria, de noite e de dia...
Luzerna, 25.09.2023, João Neves.
Atulhei-me de desejos
Tens o doce da fofura,
o aroma da paixão,
o toque de beleza
e o poder da sedução
com tudo isso,
conseguiste conquistar meu coracão,
com tua ternura me levastes à loucura,
nos teus beijos atulhei-me de desejos...
Luzerna, 17.09.2023, Joao Neves
Uma melancolia romântica que me interessou bastante, adorei seus poemas, continue publicando aqui, estarei acompanhando seus poemas, pois realmente me identifiquei. Parabéns!