Lista de Poemas
NO SILÊNCIO A POESIA GERMINA
Esta manhã andei folheando os
livros da vida
Suas folhas tinham-se tornado em
matizes coloridas
Com palavras que escolhi, cartas
do verão passado.
Olhei os poemas com letras
desbotadas
Removi pecados passados em um
texto amarelecido
Encontrei uma página em branco
Plantei os bulbos das palavras
que me veio em mente
Plantei algumas consoantes
Caprichei um pouco mais em um
quadro de vogais
Estou rodeada de fileiras de
canteiros
Os acentos com um ar aromatizado
Semeado para fazer um pequeno
recanto de lendas
Mais tarde preparou a praça de
pontuação
Uma fila de vírgulas, um pouco
de exclamações.
Uma saraivada de vários pontos e
perguntas
Eu coloquei o efeito estufa na
feira das Maiúsculas
Cobri parênteses com minúsculas
E cercado por caracteres, um tule
especial.
Enxuguei a papelada com estilo
Armazenado em um frasco de vidro
frágil inspiração
Fechou o livro na página e
tornou-se febril
No jardim das palavras, a disposição
chegou
Eu comecei plantando guardas not
books
No silêncio, os poemas podem germinar.
livros da vida
Suas folhas tinham-se tornado em
matizes coloridas
Com palavras que escolhi, cartas
do verão passado.
Olhei os poemas com letras
desbotadas
Removi pecados passados em um
texto amarelecido
Encontrei uma página em branco
Plantei os bulbos das palavras
que me veio em mente
Plantei algumas consoantes
Caprichei um pouco mais em um
quadro de vogais
Estou rodeada de fileiras de
canteiros
Os acentos com um ar aromatizado
Semeado para fazer um pequeno
recanto de lendas
Mais tarde preparou a praça de
pontuação
Uma fila de vírgulas, um pouco
de exclamações.
Uma saraivada de vários pontos e
perguntas
Eu coloquei o efeito estufa na
feira das Maiúsculas
Cobri parênteses com minúsculas
E cercado por caracteres, um tule
especial.
Enxuguei a papelada com estilo
Armazenado em um frasco de vidro
frágil inspiração
Fechou o livro na página e
tornou-se febril
No jardim das palavras, a disposição
chegou
Eu comecei plantando guardas not
books
No silêncio, os poemas podem germinar.
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POESIA - TONALIDADE MÁGICA
Knoc,
knoc, knoc, elas estão batendo nas telhas
Uma palavra depois outra responde a chamada
Na folha corrida em arquivo único, [às palavras].
Cada cor tem lugar na paleta da vida
Triste ou feliz, todas são essenciais.
Estão prontas para lançar-se ao seu céu, nesse desafio. Arco-íris.
Hoje não quero falar de outras cores
Limito-me a falar na cor da poesia...
De rendas finas vestidas com a cor do amor
Paixão sol vermelho e amarelo estão cortejando
Com tonalidades mágicas do alvorecer...
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(Re)Começo
"E de repente o alvorecer do anuncio palavra
final..."
Aqueles momentos vividos na sombra do tempo,
surgiram das gavetas do meu coração para abraçar a dor vivida em tantos anos.
Pensávamos que a eternidade seria possível em
nosso Éden, à imortalidade de um sonho realizado pela união de nossas
promessas. Pensávamos que estávamos aos pés do arco-íris, andando no caminho do
céu colorido, tirando as cores dos nossos dias as nossas noites, após os nossos
beijos. Preferia ver assim.
Estávamos no centro de nossas vidas, cuidando
de amar até a alma, longe do mundo; fora do tempo, longe de tudo...
Não queria me apossar da tua alma, mas quanto
a ti.
Naquela noite, as gavetas abertas, as minhas
palavras voam com o vento.
Esta carta escrita à luz dos meus olhos vai
juntar-se a você...
O selo posto nas páginas do nosso amor
rompeu-se há muito tempo.
O tempo foi o suficiente para aumentar as rachaduras
da nossa felicidade!?
Há muito tempo quando minhas lágrimas
começaram a derramar uma chuva constante. Eu chorei o dia, onde a última vez
que fomos meditar no oceano tuas mãos tocou no meu rosto dizias que era de seda
emoldurada pela beleza.
Lembro-me que no final de tudo, ficou sufocada
a esperança de um dia feliz. Nesta última batida, aquele que atingiu minha vida
como um flash de dor, colocou a palma da mão em minha alma, como se fosse tua.
Furtaste o que de colorido havia na minha juventude. E levantou uma poeira
cobrindo a chave do meu coração.
Assim, enquanto o vento carrega as cartas
sobre os telhados de onde estou, olho para a noite depois do seu caminho de
chegada. Meu olhar esta longe, muito longe, para os meandros do mar, onde
encontrei as estrelas e vou acompanhá-las.
Minhas gavetas estão vazias, as letras são as
peças...
Na brisa da manhã, sua última palavra, volte
para mim.
"O tempo continua o seu caminho, amanhecer,
anoitecer, é uma eternidade."
Minha vida começou e terminou um dia no fundo
dos seus olhos, a faísca que nasceu foi o fogo que acendeu o segundo em sua
presença. Atualmente, um dia no horizonte, anuncia uma eternidade e uma
tonalidade nova pela manhã, mas não tão colorida...
Outra oportunidade, outra vida.
Um (re)começo.
Rosangela Colares
final..."
Aqueles momentos vividos na sombra do tempo,
surgiram das gavetas do meu coração para abraçar a dor vivida em tantos anos.
Pensávamos que a eternidade seria possível em
nosso Éden, à imortalidade de um sonho realizado pela união de nossas
promessas. Pensávamos que estávamos aos pés do arco-íris, andando no caminho do
céu colorido, tirando as cores dos nossos dias as nossas noites, após os nossos
beijos. Preferia ver assim.
Estávamos no centro de nossas vidas, cuidando
de amar até a alma, longe do mundo; fora do tempo, longe de tudo...
Não queria me apossar da tua alma, mas quanto
a ti.
Naquela noite, as gavetas abertas, as minhas
palavras voam com o vento.
Esta carta escrita à luz dos meus olhos vai
juntar-se a você...
O selo posto nas páginas do nosso amor
rompeu-se há muito tempo.
O tempo foi o suficiente para aumentar as rachaduras
da nossa felicidade!?
Há muito tempo quando minhas lágrimas
começaram a derramar uma chuva constante. Eu chorei o dia, onde a última vez
que fomos meditar no oceano tuas mãos tocou no meu rosto dizias que era de seda
emoldurada pela beleza.
Lembro-me que no final de tudo, ficou sufocada
a esperança de um dia feliz. Nesta última batida, aquele que atingiu minha vida
como um flash de dor, colocou a palma da mão em minha alma, como se fosse tua.
Furtaste o que de colorido havia na minha juventude. E levantou uma poeira
cobrindo a chave do meu coração.
Assim, enquanto o vento carrega as cartas
sobre os telhados de onde estou, olho para a noite depois do seu caminho de
chegada. Meu olhar esta longe, muito longe, para os meandros do mar, onde
encontrei as estrelas e vou acompanhá-las.
Minhas gavetas estão vazias, as letras são as
peças...
Na brisa da manhã, sua última palavra, volte
para mim.
"O tempo continua o seu caminho, amanhecer,
anoitecer, é uma eternidade."
Minha vida começou e terminou um dia no fundo
dos seus olhos, a faísca que nasceu foi o fogo que acendeu o segundo em sua
presença. Atualmente, um dia no horizonte, anuncia uma eternidade e uma
tonalidade nova pela manhã, mas não tão colorida...
Outra oportunidade, outra vida.
Um (re)começo.
Rosangela Colares
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