Lista de Poemas
RISCO CONSTANTE

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SOB O ESCURO MANTO DA NOITE

👁️ 171
JÁ NÃO CHOVO MAIS, APENAS AMO!

👁️ 134
A VIDA
... a vida
é pesada, é dura, é por demasia
falsamente clareada com nossas refletidas
imagens;
a vida é uma abnomalia,
do Cosmo uma singularidade
e a ele é trágica;
a vida
é isso, a insustentável leveza
de estar na condição de pensar, de falar,
de sonhar e de agir
sempre
imaginando amplitudes
e caindo, ao fim, em profundos e vazios
precipícios;
em suma,
a vida é um estranho barco,
onde tudo parece possível,
mas só quem
também possa aguentar a dor
saber que,
como nós,
seus pais estiveram
e seus filhos estarão nele,
também só de passagem!
é pesada, é dura, é por demasia
falsamente clareada com nossas refletidas
imagens;
a vida é uma abnomalia,
do Cosmo uma singularidade
e a ele é trágica;
a vida
é isso, a insustentável leveza
de estar na condição de pensar, de falar,
de sonhar e de agir
sempre
imaginando amplitudes
e caindo, ao fim, em profundos e vazios
precipícios;
em suma,
a vida é um estranho barco,
onde tudo parece possível,
mas só quem
também possa aguentar a dor
saber que,
como nós,
seus pais estiveram
e seus filhos estarão nele,
também só de passagem!
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A FELICIDADE

👁️ 223
CINZAS DE UM JARDIM OUTONAL

👁️ 159
HUMANUM EST

👁️ 119
NOSSA ÚNICA IMPOSSIBILIDADE É NÃO SERMOS

👁️ 160
TÃO ESPLENDOROSA QUE SEDUZIU ATÉ A MORTE!
... ela realmente
era pura, sim, mas tinha uma queda
por anjos, por menestréis
com suas orgias,
saía de tarde,
passava as noites fora
e só regressava no outro
dia;
ela era pura,
sim, apesar de, longinquamente,
eu ouvir os gemidos que
ela dava,
com seu manto branco,
nos volúveis leitos e sobre os excitados
paus; e ela chega dizendo: "Eu sou pura,
pura, puríssima",
sem nunca aprender
que, quando eu estourava,
sempre metaforicamente morríamos,
tendo, depois,
que lutarmos muito
para alguma possível e ilusória
ressurreição, até que,
de tão bela,
a morte concreta,
a morte fria, por ela também
se apaixonou
e, depois
que se encontraram nunca mais
a vi desde então!
era pura, sim, mas tinha uma queda
por anjos, por menestréis
com suas orgias,
saía de tarde,
passava as noites fora
e só regressava no outro
dia;
ela era pura,
sim, apesar de, longinquamente,
eu ouvir os gemidos que
ela dava,
com seu manto branco,
nos volúveis leitos e sobre os excitados
paus; e ela chega dizendo: "Eu sou pura,
pura, puríssima",
sem nunca aprender
que, quando eu estourava,
sempre metaforicamente morríamos,
tendo, depois,
que lutarmos muito
para alguma possível e ilusória
ressurreição, até que,
de tão bela,
a morte concreta,
a morte fria, por ela também
se apaixonou
e, depois
que se encontraram nunca mais
a vi desde então!
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INCONTESTE ABNOMALIA

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Comentários (7)
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fernanda_xerez
2018-08-17
SEMPRE SUSPREENDE-ME COM TUA INESGOTÁVEL INSPIRAÇÃO. AMO TEUS POEMAS PARA A FLOR DE INVERNO, sinceramente. Saudações Alenarinas da Flor*
fernanda_xerez
2018-02-26
Por tudo, mais uma vez, obrigada! ¨¨¨¨¨Beijo_Flor*
Trivium
2018-01-09
Olá, cara. Gostei bastante desta poesia tua. Você com partilha suas poesias em algum outro site que não este?
fernanda_xerez
2017-12-23
E eu tenho acompanhado toda esta história... E eu tenho me sentido feliz com as ''gotas orvalhadas'' que representam um passo a cada dia. Estamos juntos.
fernanda_xerez
2017-12-23
Lindo e provocante!
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Español
Quero, sim....
Olá poeta Thor Menkent, boa noite! im te visitar neste site tão agradável. Linda tua poesia, amei! ¨¨¨¨¨¨Beijo da Flor*