Lista de Poemas
DE ONDE ESTÁS, TU VAIS TE LEMBRAR DISSO!
Eu a vi com o olhar
em dois lugares e dizendo amar
aambos ao mesmo tempo,
e a vi
gozar em dois lugares
ocupadamente, em seu skype,
nem gozou para si mesmo,
tendo apenas
orgasmo do próprio ego com os elogios
que recebera por ter ofertado
os prazeres,
e eu a vi
em situações iguais em vários
lugares, totalmente ofertável para
ter elogios e agrados e, de si mesma,
totalmente perdida:
um dia ela
me pediu perdão, e eu sou um cão,
eu não ligo para esse negócio de perdão,
eu vejo a imanência e mostro
um verbal canhão,
mas, naquele momento,
eu percebi que tinha de ceder e, então,
eu lhe disse:
eu não perdoaria
a puritana ou a um anjo,
mas tu, com tuas ilusões, com tua id
vaidosa e com tua incosnciencia,
estás tão mais
puta e vadia que os seres mais
baixos que vi, que não tenhou outra opção
que não seja a de tentar fazer
algo estendendo-te a mão!
em dois lugares e dizendo amar
aambos ao mesmo tempo,
e a vi
gozar em dois lugares
ocupadamente, em seu skype,
nem gozou para si mesmo,
tendo apenas
orgasmo do próprio ego com os elogios
que recebera por ter ofertado
os prazeres,
e eu a vi
em situações iguais em vários
lugares, totalmente ofertável para
ter elogios e agrados e, de si mesma,
totalmente perdida:
um dia ela
me pediu perdão, e eu sou um cão,
eu não ligo para esse negócio de perdão,
eu vejo a imanência e mostro
um verbal canhão,
mas, naquele momento,
eu percebi que tinha de ceder e, então,
eu lhe disse:
eu não perdoaria
a puritana ou a um anjo,
mas tu, com tuas ilusões, com tua id
vaidosa e com tua incosnciencia,
estás tão mais
puta e vadia que os seres mais
baixos que vi, que não tenhou outra opção
que não seja a de tentar fazer
algo estendendo-te a mão!
143
O NIILISTA MOSTRA O QUE ESCONDEM, MAS SAPIENS NÃO COMO DEIXAR DE SER O QUE REALMENTE É!
Talvez
tenham razão
- embora neguem
o verdadeiro motivo -
os sapientes
empreendedores:
havemos
de vencer barreiras e de expandir
nossas fronteiras,
havemos
de dominar
no injusto compasso
dos caminhos;
cultuando
nossos egos no silente avesso
da palavra que pura
se nos emerge!
tenham razão
- embora neguem
o verdadeiro motivo -
os sapientes
empreendedores:
havemos
de vencer barreiras e de expandir
nossas fronteiras,
havemos
de dominar
no injusto compasso
dos caminhos;
cultuando
nossos egos no silente avesso
da palavra que pura
se nos emerge!
165
VÉSPERA DE NATAL
Véspera de natal
de 2017,
já devia
ter amanhecido depois
de dois longos anos em luta
às sombras
e depois
de tê-la perdido às mesmas
sombras após uma ano
e pouco;
no entanto,
não ouvi ainda sequer o canto
de algum anjo mais puerilmente
sublimizado,
o voo de alguma
andorinha um pouco mais agraciada
nem algum sol, fráfil que seja, n por alguma
linda beldade, graciosa e novamente
desenhado!
de 2017,
já devia
ter amanhecido depois
de dois longos anos em luta
às sombras
e depois
de tê-la perdido às mesmas
sombras após uma ano
e pouco;
no entanto,
não ouvi ainda sequer o canto
de algum anjo mais puerilmente
sublimizado,
o voo de alguma
andorinha um pouco mais agraciada
nem algum sol, fráfil que seja, n por alguma
linda beldade, graciosa e novamente
desenhado!
165
COMPLETAMENTE DECEPCIONADO COMIGO MESMO!
Quarenta e sete,
puta que pariu, que decepção
é ter a convicção
de que sempre estive certo
ao olhar o mundo no reflexo
de mim mesmo!
Sim,
aos quarenta e sete,
que inferno é constatar que,
quanto mais estudei, procurei evoluir
e decifrar o ser,
mais exatamente como
ele, ao puxar o saco de beldades
e de anjos ciriqueiros para lograr êxitos
e êxtases, eu me fui!
164
A JORNADA
De manhã,
tive de lidar com canarinhos e bem-te-vis
que cantavam com extrema soberbia
à minha janela.
À tarde,
as coisas pioraram
um pouco:
marimbondos, urubus
e insetos invadiram o jardim
das primícias,
onde eu tentava
plantar, junto às flores do outono,
meus tentilhões
eriçados.
À noite
- houvesse,
talvez eu ganhasse
algum prêmio entre os mais
solitários e angustiosos
sapiens -,
num banho morno,
deixo escorrer-me o barro
e, ainda semimolhado à cama
prostrado,
ajeito o travesseiro,
aliso os lençóis, e ela, que me conhece
as curvas mais delicadas. os pensamentos mais
degredados e os sonhos mais
extáticos,
e ela,
que, dentre todos,
é a única que sabe que eu lhe
retorno todas
as noites,
suspira ao zelar-me
o sono da madrugada
e ao amar-me, silente e sem segredos,
o corpo excitado e a alma
machucada.
tive de lidar com canarinhos e bem-te-vis
que cantavam com extrema soberbia
à minha janela.
À tarde,
as coisas pioraram
um pouco:
marimbondos, urubus
e insetos invadiram o jardim
das primícias,
onde eu tentava
plantar, junto às flores do outono,
meus tentilhões
eriçados.
À noite
- houvesse,
talvez eu ganhasse
algum prêmio entre os mais
solitários e angustiosos
sapiens -,
num banho morno,
deixo escorrer-me o barro
e, ainda semimolhado à cama
prostrado,
ajeito o travesseiro,
aliso os lençóis, e ela, que me conhece
as curvas mais delicadas. os pensamentos mais
degredados e os sonhos mais
extáticos,
e ela,
que, dentre todos,
é a única que sabe que eu lhe
retorno todas
as noites,
suspira ao zelar-me
o sono da madrugada
e ao amar-me, silente e sem segredos,
o corpo excitado e a alma
machucada.
242
SOMOS EXATAMENTE ISSO!
ó virgens e santos,
ó homens e putos de toda estirpe,
ó pássaros e andorinhas
de suaves cantos,
qual a verdade
contidas nos palcos e espetáculos
apresentados por aí,
que não contenha
o silencioso contraponto do verbo
que a profere?
144
OS NOBRES VOOS DE UM ANJO
... e ela tinha-se
ido a outros mares de sonhos,
a outras cidades de pedras,
a outras excitações enfurecidas,
junto com pardais
e urubus disfarçados de anjo,
a exercer
sua mais eficaz apresentação:
a de amar
e ser amada em obscuros segredos.
ido a outros mares de sonhos,
a outras cidades de pedras,
a outras excitações enfurecidas,
junto com pardais
e urubus disfarçados de anjo,
a exercer
sua mais eficaz apresentação:
a de amar
e ser amada em obscuros segredos.
116
DE TUDO O QUE REIVENTAMOS SOMOS!
... atirei ilusões,
fantasias e esperanças
ao mundo,
fiz uma
cabana onde
pudesse me abrigar
das chuvas,
beijei
lábios como fontes
puras,
masturbei-me
imaginando virgens
nuas:
e tudo
se foi indo em passagens
esquecidas,
por nunca
se ter tido, da imaginação,
o verdadeiro
colorido:
hoje,
ao deserto, tornei-me
desbotado,
com a certeza
de que não passei de um palhaço
que se apresentou
em circos.
fantasias e esperanças
ao mundo,
fiz uma
cabana onde
pudesse me abrigar
das chuvas,
beijei
lábios como fontes
puras,
masturbei-me
imaginando virgens
nuas:
e tudo
se foi indo em passagens
esquecidas,
por nunca
se ter tido, da imaginação,
o verdadeiro
colorido:
hoje,
ao deserto, tornei-me
desbotado,
com a certeza
de que não passei de um palhaço
que se apresentou
em circos.
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Comentários (7)
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SEMPRE SUSPREENDE-ME COM TUA INESGOTÁVEL INSPIRAÇÃO. AMO TEUS POEMAS PARA A FLOR DE INVERNO, sinceramente. Saudações Alenarinas da Flor*
Por tudo, mais uma vez, obrigada! ¨¨¨¨¨Beijo_Flor*
Trivium
Olá, cara. Gostei bastante desta poesia tua. Você com partilha suas poesias em algum outro site que não este?
E eu tenho acompanhado toda esta história... E eu tenho me sentido feliz com as ''gotas orvalhadas'' que representam um passo a cada dia. Estamos juntos.
Lindo e provocante!


Quero, sim....
Olá poeta Thor Menkent, boa noite! im te visitar neste site tão agradável. Linda tua poesia, amei! ¨¨¨¨¨¨Beijo da Flor*