Lista de Poemas
Sou soul
Sou negro, sim*
não tenho vergonha, não
desde a abolição que eu luto.
Assim começa a musica.
Sou consciência
consciência soul!
Sou negro
negro soul
sou guerreiro
guerreiro soul
e como disse D. Ivone
um sorriso negro,
um abraço negro...
negro é a raiz da liberdade.
Liberdade do corpo
liberdade da alma.
Sou negro
negro soul
sou brasileiro
brasileiro soul
sou força
tenho garra
força soul
alma soul
Falo o que sou
pra onde vou
e pelo que luto.
A religião é Deus
a fé em, Deus
meu templo,
o tempo, pois
Benjor cantou:
Negro é lindo
negro é amor
negro é amigo
negro também é
FILHO DE DEUS!
Negro Moçambique
Negro de Angola
Negro Bahia
Negro da Guiné
Negro é alegria
Negro Capoeira
Negro é candomblé
Sou negro
negro soul
sou guerreiro
guerreiro soul
Sou negro
negro soul
sou brasileiro
brasileiro soul
sou força
tenho garra
força soul
alma soul
*Sorriso Negro - Letra D. Ivone Lara
*Negro é lindo - Letra de Jorge Benjor
*Sou negro sim - Letra de Eliana de Lima
não tenho vergonha, não
desde a abolição que eu luto.
Assim começa a musica.
Sou consciência
consciência soul!
Sou negro
negro soul
sou guerreiro
guerreiro soul
e como disse D. Ivone
um sorriso negro,
um abraço negro...
negro é a raiz da liberdade.
Liberdade do corpo
liberdade da alma.
Sou negro
negro soul
sou brasileiro
brasileiro soul
sou força
tenho garra
força soul
alma soul
Falo o que sou
pra onde vou
e pelo que luto.
A religião é Deus
a fé em, Deus
meu templo,
o tempo, pois
Benjor cantou:
Negro é lindo
negro é amor
negro é amigo
negro também é
FILHO DE DEUS!
Negro Moçambique
Negro de Angola
Negro Bahia
Negro da Guiné
Negro é alegria
Negro Capoeira
Negro é candomblé
Sou negro
negro soul
sou guerreiro
guerreiro soul
Sou negro
negro soul
sou brasileiro
brasileiro soul
sou força
tenho garra
força soul
alma soul
*Sorriso Negro - Letra D. Ivone Lara
*Negro é lindo - Letra de Jorge Benjor
*Sou negro sim - Letra de Eliana de Lima
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Minha rua
Minha rua não tem nome
é apenas "minha Rua".
Ela fica no meu bairro,
na minha cidade,
em um estado, que não é o meu!
Aliás, também não é minha Rua
lá apenas me escondo, me refugio
continua sendo no meu bairro
que também não é meu
na mesma cidade
que não é a minha
No referido estado
ainda que não mencionado
também não é o meu.
A minha verdadeira rua não existe
porque ao contrario de Mario de Andrade
que perseguia tanto a si mesmo
quanto a São Paulo, eu fujo tanto de mim
quanto fujo do meu estado.
continuo sem saber quem sou
poetizando sobre o nada
e desconhecendo a Minha Rua!
é apenas "minha Rua".
Ela fica no meu bairro,
na minha cidade,
em um estado, que não é o meu!
Aliás, também não é minha Rua
lá apenas me escondo, me refugio
continua sendo no meu bairro
que também não é meu
na mesma cidade
que não é a minha
No referido estado
ainda que não mencionado
também não é o meu.
A minha verdadeira rua não existe
porque ao contrario de Mario de Andrade
que perseguia tanto a si mesmo
quanto a São Paulo, eu fujo tanto de mim
quanto fujo do meu estado.
continuo sem saber quem sou
poetizando sobre o nada
e desconhecendo a Minha Rua!
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Pacto
Assim como o poeta
também fiz um pacto de coexistência
só que em vez do tempo, o fiz com Deus.
Eu não me preocupo com ele
para que ele não se preocupe comigo.
E assim sigo o meu caminho
levando-o em pensamento e orações.
Agradeço em preces pela existência
dos elementos da natureza,
pelo sol, mar, lua e estrelas
cores, sons e flores
homens, mulheres e crianças
pelos animais, mesmo os irracionais bípedes
que circulam pelas ruas, a pé
de carro, motos, ônibus e aviões.
Pois esses seres merecem e precisam
de mais cuidados que eu
uma vez que ainda acredito
na vida em toda a sua essência.
também fiz um pacto de coexistência
só que em vez do tempo, o fiz com Deus.
Eu não me preocupo com ele
para que ele não se preocupe comigo.
E assim sigo o meu caminho
levando-o em pensamento e orações.
Agradeço em preces pela existência
dos elementos da natureza,
pelo sol, mar, lua e estrelas
cores, sons e flores
homens, mulheres e crianças
pelos animais, mesmo os irracionais bípedes
que circulam pelas ruas, a pé
de carro, motos, ônibus e aviões.
Pois esses seres merecem e precisam
de mais cuidados que eu
uma vez que ainda acredito
na vida em toda a sua essência.
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Invisíveis Seres
Queria poder transformar em poesia
todo pôr do sol que assisti,
o surgimento de cada lua cheia
antes de minha morte diária,
o nascimento de cada amanhecer
após meu sono não eterno.
Todas as belas canções que ouvi
sobre natureza, amor, guerra e paz.
Todas as pessoas que vi e não conheço
o Engraxate na Praça da Sé,
o Sorveteiro do Largo treze,
o Pedinte do Viaduto do Chá,
o Jornaleiro do Largo do Café,
o Doceiro do Largo da Batata,
o som irritante do vendedor de gás,
do Carroceiro na avenida Paulista,
do velhinho desdentado que me pede trocados,
a testemunha que me acorda às 7 da manhã.
Até o vendedor de pamonha, pamonha, pamonha!
Queria poder descrever em poesia,
os primeiros passos de minhas filhas,
os primeiros sorrisos, palavras, choros...
o meu primeiro, segundo, terceiro... amor!
A beleza singular das paredes vermelhas, laranjas
das casas de periferias, favelas e cortiços,
protegidas por cães vadios e sarnentos.
Das discussões políticas no boteco da esquina,
entre as inúmeras doses de cachaça,
do moleque ranhento empinando pipa,
das corridas de carrinho de rolimã,
da partida de futebol no campo de várzea,
dos pés descalços brincando na lama,
da perfeita imperfeição deste mundo cão.
todo pôr do sol que assisti,
o surgimento de cada lua cheia
antes de minha morte diária,
o nascimento de cada amanhecer
após meu sono não eterno.
Todas as belas canções que ouvi
sobre natureza, amor, guerra e paz.
Todas as pessoas que vi e não conheço
o Engraxate na Praça da Sé,
o Sorveteiro do Largo treze,
o Pedinte do Viaduto do Chá,
o Jornaleiro do Largo do Café,
o Doceiro do Largo da Batata,
o som irritante do vendedor de gás,
do Carroceiro na avenida Paulista,
do velhinho desdentado que me pede trocados,
a testemunha que me acorda às 7 da manhã.
Até o vendedor de pamonha, pamonha, pamonha!
Queria poder descrever em poesia,
os primeiros passos de minhas filhas,
os primeiros sorrisos, palavras, choros...
o meu primeiro, segundo, terceiro... amor!
A beleza singular das paredes vermelhas, laranjas
das casas de periferias, favelas e cortiços,
protegidas por cães vadios e sarnentos.
Das discussões políticas no boteco da esquina,
entre as inúmeras doses de cachaça,
do moleque ranhento empinando pipa,
das corridas de carrinho de rolimã,
da partida de futebol no campo de várzea,
dos pés descalços brincando na lama,
da perfeita imperfeição deste mundo cão.
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Caos
É o caos!
O cidadão em sua casa
o seu lar é uma prisão.
Se alguém bate em sua porta,
fica com medo de ladrão.
É o caos!
É o caos!
É o caos!
É o caos!
Acorda cedo pro trabalho,
não tem outra solução.
Outro acidente na estrada,
outra alma tá no chão.
Um curioso se aproxima,
toma cuidado com ladrão.
É o caos!
É o caos!
É o caos!
É o caos!
Se alguém pede uma esmola,
segue pela contramão.
E é tanta insegurança,
Pouca policia e muito ladrão.
É o caos!
É o caos!
É o caos!
É o caos!
Assiste ao noticiário,.
estourou outra rebelião.
Os bandidos escaparam,
vão matar mais cidadãos.
A segurança muito pensa,
só não encontra a solução.
É o caos!
É o caos!
É o caos!
É o caos!
O cidadão em sua casa
o seu lar é uma prisão.
Se alguém bate em sua porta,
fica com medo de ladrão.
É o caos!
É o caos!
É o caos!
É o caos!
Acorda cedo pro trabalho,
não tem outra solução.
Outro acidente na estrada,
outra alma tá no chão.
Um curioso se aproxima,
toma cuidado com ladrão.
É o caos!
É o caos!
É o caos!
É o caos!
Se alguém pede uma esmola,
segue pela contramão.
E é tanta insegurança,
Pouca policia e muito ladrão.
É o caos!
É o caos!
É o caos!
É o caos!
Assiste ao noticiário,.
estourou outra rebelião.
Os bandidos escaparam,
vão matar mais cidadãos.
A segurança muito pensa,
só não encontra a solução.
É o caos!
É o caos!
É o caos!
É o caos!
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