Lista de Poemas

Ardente e incandescente

O desejo ardente,
Incandescente
Que vivia em Espanca,
Agora me espanta
Quem ainda é vivo
O desejo 
E romantismo
Nos corações de muitos,
Nestes com coração português.

- D.N.N
(de Portugal)
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👁️ 172

De cabisbaixo

Andavam sisudos
Por trabalhos carrancudos
Pagos por estúpidos,
Ainda aqui andamos
De cabisbaixo 
À espera de salários
Menos baixos.

Ó inflações,
Regras impostas por não-eleitos
Aos eleitos ao degaste
E ao cinzento que paira 
Na mente dos que ouvem
Falar sobre a futura nuvem carregada
De choros secos que se aproximam
Quase sempre.

- D.N.N
(de Portugal)
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👁️ 105

Poetas e Malfeitores

Terra de poetas,
Rimas deles e dela,
Odes, romances e melancolias
Em terra onde cheira a maresia,
Não tentem trancar sabedorias,
Sabedorias passadas,
Não se atrevam, malfeitores,
Com os vossos corretores!

- D.N.N
(de Portugal)
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👁️ 106

Ração com sabor a pátria

Nação que só nos dá ração,
Com ou sem inflação,
Aqui andamos oprimidos
De coração nas mãos
À espera de uma nova nação
Como a poderosa e antiga,
Mas a ação é pouca
Para tal privilégio.
 


- D.N.N
(de Portugal)
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👁️ 119

Prosa Poética sobre Criaturas Estranhas!

Que criaturas estranhas atravessaram os nossos caminhos sinuosos remexendo com as nossas entranhas, ó que diacho! Todos sentiram-se em baixo quando microfones encheram as nossas casas com leis dadas por reis em tempos de democracia sem qualquer tipo de sabedoria dentro daqueles ricos fatos que serviriam melhor aos ratos que em praticamente nada nos importunam o nosso quotidiano. Anarquias, desejos destas enchem as almas de quem ainda vive na esperança de sorrir como antes sorria, antes da partitura ser ditada e tocada no piano de todos nós, os ordinários fulanos…


- D.N.N
(de Portugal)
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👁️ 144

Liberdades Frescas

Liberdades frescas
Consumadas por mentiras podres,
Bobos coroados,
Reis destronados
Por aristocratas embaraçados
De sangue violeta.

Ouçam as trombetas
Que alegram patetas
Com telepontos!

- D.N.N
(de Portugal)
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👁️ 117

Soneto - Os calados e os alados

Sistemas imperfeitos anestesiam tudo,
Tudo o que é perfeito
Torna-se mudo
Sem alento e preceito.

O legislativo conta a anedota,
O executivo percebe a piada.
Continuamos a ser o alvo de chacota,
E nossas vidas suas criadas.

O judicial conta as notas,
Entretendo-se com as quotas
Do povo curvado e penetrado.

Laborem! Dizem eles entrelinhas
E entre cortinas,
E o povo aqui, desalado.
 


- D.N.N
(de Portugal)
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👁️ 115

Os snobes e os competentes

Profissões nobres
Com gente de cobre,
Brilham como diamantes
Por cima de ajudantes
Cansados e pobres.
Marcham em prol de si
Sem um “sim” mútuo,
Mas mudo.
Lacaios e leigos
De carbono descomprimidos
Para brilharem os “destemidos”.
Diamantes puros,
Cobre em nome,
São legendados como estrangeiro,
E os outros condecoram o incompetente e snobe
 

👁️ 4

-cias e mentiras

Sujidades em nome de democracias,
Ai que hipocrisias
Que esta gente sente e sentia
Em tempos de delírios e mentiras
Não há nada melhor que a verdade,
Da saudade de ser livre,
Ir e sentir
Sem ter de mentir
Sobre as nossas ideologias
Que em nada se comparam às orgias
De mentirosos na televisão,
Tenham atenção
À falsa ereção que estes ecologistas da verdade
Vos proporcionam sem evidências
Mas apenas com pistas
Para vós,
Chupistas de mentiras.

-D.N.N
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Haiku - Boémia Ventosa

Tasca boémia
Ó ventos de outrora
Antes da alva.

- D.N.N
(de Portugal)
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