Soneto – Não há quem queira
Indecisões em tempos de espera,
Que horrores criamos na mente!
Não há quem queira
Sentir o lugar onde não há gente.
Noites de cansaço, noites…
Sonhos de fracassos
Onde tudo o que imagino são açoites,
Acordando sentindo-me aos pedaços.
Café torrado,
Cigarro inalado,
Assim começa o dia de quem anseia.
Não há quem queira viver assim,
Mas quando chega à hora
Tudo isto me chateia!
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