Lista de Poemas
meu caminho, meu destino...
Percorro este meu caminho
nem depressa, nem devagar
Nem sei mesmo por que caminho!
Se não tenho pressa em chegar.
... Vou num passo vagaroso
Num interminável arrastar
Levo o coração saudoso
Pena não puder ficar.
Sigo um pouco à sorte
Não levo rumo nem destino
Trago o rosto voltado a norte
Sou como o sol... peregrino.
Levo o sonho no olhar
Nos cabelos estrelas de prata
Meu peito é barco a navegar
E no coração raizes que a vida ata.
A minha voz por aí se propaga
Em versos de saudade
Acordados na madrugada
Ansiosos de liberdade.
Versos da minha infância de ser
São a minha fragância, a minha respiração
A combustão...
Para o caminho percorrer.
natalia nuno
rosafogo
nem depressa, nem devagar
Nem sei mesmo por que caminho!
Se não tenho pressa em chegar.
... Vou num passo vagaroso
Num interminável arrastar
Levo o coração saudoso
Pena não puder ficar.
Sigo um pouco à sorte
Não levo rumo nem destino
Trago o rosto voltado a norte
Sou como o sol... peregrino.
Levo o sonho no olhar
Nos cabelos estrelas de prata
Meu peito é barco a navegar
E no coração raizes que a vida ata.
A minha voz por aí se propaga
Em versos de saudade
Acordados na madrugada
Ansiosos de liberdade.
Versos da minha infância de ser
São a minha fragância, a minha respiração
A combustão...
Para o caminho percorrer.
natalia nuno
rosafogo
👁️ 829
um friso de pó...
Meus olhos tremulam na escuridão
Uma noite cerrarão!
Embaciados pelo luar
Levados por um vento morno
sem retorno,
enquanto a maresia desce
sobre o mar.
Serei mais uma concha abandonada
Ou um grão de areia no deserto
que não serve pra nada.
Por perto?
A vida escondida já sem alma
por se haver perdido
De tantos anos ter vivido.
A memória?
Ficou espelho partido
Já não ouve o coração
E o sonho já não passa de ilusão.
Restará um friso de pó
Eu não voltarei nunca,
estarei só.
rosafogo
natalia nuno
Uma noite cerrarão!
Embaciados pelo luar
Levados por um vento morno
sem retorno,
enquanto a maresia desce
sobre o mar.
Serei mais uma concha abandonada
Ou um grão de areia no deserto
que não serve pra nada.
Por perto?
A vida escondida já sem alma
por se haver perdido
De tantos anos ter vivido.
A memória?
Ficou espelho partido
Já não ouve o coração
E o sonho já não passa de ilusão.
Restará um friso de pó
Eu não voltarei nunca,
estarei só.
rosafogo
natalia nuno
👁️ 947
ÓH! Que maldito poeta!
Louco como ave inquieta
Que não cansa de gorgear
Oh! Que maldito Poeta...!
Que à Eternidade quer passar.
... Canta às vezes com voz triste
Anda em fracos versos iludido
Cativo, deles não desiste!
Conhece a desventura do poema perdido.
Vai sonhando, tomando notas
Todas de sonho e utopia
Perdido por ilhas ignotas
Buscando inspiração para a poesia.
Morre a cada instante vencido,
sofrido,
e a palavra vive ali defronte
diante dos olhos seus.
São pérolas, são sóis
Mas a memória desvaneu.
Ora vive no crepúsculo,
ora no resplendor...
É esta a sua forma de cruz
o seu amor
a sua luz.
Chega a odiar-se
Querendo rasgar o infinito
Por um poema maior
Um grito,
lhe sai do coração!
Sombras, sonhos. ilusão, desilusão.
Maldito Poeta...Mas,
Poeta que desiste, isso é que não!
natalia nuno
rosafogo
👁️ 869
morri por ti...
A vida chega onde chegar
não terá nem mais um dia!
A morte lá estará para a esperar
Num breve ou demorado adeus
E numa submersa solidão,
Sei apenas que nos olhos teus
Haverá a ausência dos meus.
Presente para sempre,
dizes, estarei no coração.
Sei apenas que dos olhos teus
A morte não me levará,
Apenas baterá à nossa porta
Num dia triste de Outono.
Encontrará a vida morta
sem sol e em solidão
E assim, levará o coração.
Forçando-me a deixar a vida
ao abandono.
Outono será a última estação
O Inverno será o grande ausente
Não será visto nem achado!
Também ele morrerá tristemente
P'lo nosso sonho abandonado.
Sei apenas que os olhos teus
Serão um lugar onde a tristeza ditará,
que aí também devo morrer.
Quererá Deus,
Que continues a viver?
Direi como Ele,
«quando a noite se aproximar
sabereis que morri».
Mas eu, morri...morri por te amar.
Morri por ti!
rosafogo
natalia nuno
não terá nem mais um dia!
A morte lá estará para a esperar
Num breve ou demorado adeus
E numa submersa solidão,
Sei apenas que nos olhos teus
Haverá a ausência dos meus.
Presente para sempre,
dizes, estarei no coração.
Sei apenas que dos olhos teus
A morte não me levará,
Apenas baterá à nossa porta
Num dia triste de Outono.
Encontrará a vida morta
sem sol e em solidão
E assim, levará o coração.
Forçando-me a deixar a vida
ao abandono.
Outono será a última estação
O Inverno será o grande ausente
Não será visto nem achado!
Também ele morrerá tristemente
P'lo nosso sonho abandonado.
Sei apenas que os olhos teus
Serão um lugar onde a tristeza ditará,
que aí também devo morrer.
Quererá Deus,
Que continues a viver?
Direi como Ele,
«quando a noite se aproximar
sabereis que morri».
Mas eu, morri...morri por te amar.
Morri por ti!
rosafogo
natalia nuno
👁️ 830
Que horas serão?
Marcas da idade
Sinal de cansaço
Cicatrizes que dão saudade
de voltar
atrás no passo.
No peito bate um coração
Tenho tanto medo
Que me deixo
levar p'la mão.
Sou ainda aquela menina
Do vestido de organdi
E a saudade repentina
Ressuscita, tudo o que já esqueci.
Olho ao longe e
vejo
Violetas no jardim
Sento-me no banco, cresce o desejo
E a esperança ainda te traz a mim.
O dia já envelhece
Morre o sol no parapeito
Que horas serão?
Não é que me interesse!
É apenas este jeito,
de querer o tempo parar,
meus lábios dos teus
aproximar.
Apaguemos as luzes...
não vá a vida querer nos separar.
natalia nuno
rosafogo
Sinal de cansaço
Cicatrizes que dão saudade
de voltar
atrás no passo.
No peito bate um coração
Tenho tanto medo
Que me deixo
levar p'la mão.
Sou ainda aquela menina
Do vestido de organdi
E a saudade repentina
Ressuscita, tudo o que já esqueci.
Olho ao longe e
vejo
Violetas no jardim
Sento-me no banco, cresce o desejo
E a esperança ainda te traz a mim.
O dia já envelhece
Morre o sol no parapeito
Que horas serão?
Não é que me interesse!
É apenas este jeito,
de querer o tempo parar,
meus lábios dos teus
aproximar.
Apaguemos as luzes...
não vá a vida querer nos separar.
natalia nuno
rosafogo
👁️ 817
pela calada da noite...
anda o vento rumorejando
por perto
traz a madrugada p'la mão
e eu trago a emoção bem dentro,
dentro do coração.
há pétalas a abrir
nas pálpebras da primavera
e ainda que me doa,
o tempo por mim não espera.
levo na boca o gosto a terra,
nos lábios a palavra liberdade,
sou garça a deslizar...
na campina da saudade.
levo nos olhos a voz dos pinheiros
e as mãos a rirem da morte
a brisa no rosto...e eu gosto
e parto à sorte!
levo poemas de amor
e alguns versos nus
nada acrescento à dor
da escuridão se fará luz
ando de pé sobre o tempo
há quem diga que morri!
deixei meu canto em Setembro
é inútil o pranto aqui.
do poema já me arrependo
mas foi um instante achado,
nas veredas desta vida...
e depois de terminado,
ficarei de mim esquecida.
tão já sem nada...
é agora uma da madrugada
e o poema me devorando
e o vento aqui tão perto,
rumorejando
pela calada...
natalia nuno
por perto
traz a madrugada p'la mão
e eu trago a emoção bem dentro,
dentro do coração.
há pétalas a abrir
nas pálpebras da primavera
e ainda que me doa,
o tempo por mim não espera.
levo na boca o gosto a terra,
nos lábios a palavra liberdade,
sou garça a deslizar...
na campina da saudade.
levo nos olhos a voz dos pinheiros
e as mãos a rirem da morte
a brisa no rosto...e eu gosto
e parto à sorte!
levo poemas de amor
e alguns versos nus
nada acrescento à dor
da escuridão se fará luz
ando de pé sobre o tempo
há quem diga que morri!
deixei meu canto em Setembro
é inútil o pranto aqui.
do poema já me arrependo
mas foi um instante achado,
nas veredas desta vida...
e depois de terminado,
ficarei de mim esquecida.
tão já sem nada...
é agora uma da madrugada
e o poema me devorando
e o vento aqui tão perto,
rumorejando
pela calada...
natalia nuno
👁️ 94
saudade que amanhece...
há luas que nos entram casa fora
nas noites em que a gente quer amar
abre-se a janela àquela hora
descobrem-nos nus, os raios de luar,
e eu fico a pensar?!
tantas noites demoradamente doces
- como é bom recordar!
há ruídos que nos afagam
para lá do tempo, nem sabemos de onde
já todas as luzes se apagam
é a hora a que o sol se esconde.
já não lembro que me dizias
nestas noites ao ouvido,
foram noites, foram dias
tantas como as rugas, que hoje
no rosto fazem sentido.
nas noites albergamos o nosso amor
éramos felizes e eu não sabia quanto,
lembro só do pudor
e mais tarde, como me atrevia tanto!
somos amantes consumidos na nossa
própria fogueira
e hoje entra p'la janela a tristeza
a saudade deita-se ali à nossa beira.
já não há luas nem raios de luar,
nem o ruído do nosso amar,
vagueia a saudade nos trilhos da memória
e traz-nos recordações das noites vivas
de glória...
tínhamos a vida toda para viver,
tudo o que nos resta são sonhos com sabor a luar,
são muitas as coisas que eu não sei dizer
o que sei da vida e da morte,
é que uma passou a correr
e a outra está pra chegar...
natália nuno
pode ler mais aqui...............https://nataliacanais.blogspot.com/
nas noites em que a gente quer amar
abre-se a janela àquela hora
descobrem-nos nus, os raios de luar,
e eu fico a pensar?!
tantas noites demoradamente doces
- como é bom recordar!
há ruídos que nos afagam
para lá do tempo, nem sabemos de onde
já todas as luzes se apagam
é a hora a que o sol se esconde.
já não lembro que me dizias
nestas noites ao ouvido,
foram noites, foram dias
tantas como as rugas, que hoje
no rosto fazem sentido.
nas noites albergamos o nosso amor
éramos felizes e eu não sabia quanto,
lembro só do pudor
e mais tarde, como me atrevia tanto!
somos amantes consumidos na nossa
própria fogueira
e hoje entra p'la janela a tristeza
a saudade deita-se ali à nossa beira.
já não há luas nem raios de luar,
nem o ruído do nosso amar,
vagueia a saudade nos trilhos da memória
e traz-nos recordações das noites vivas
de glória...
tínhamos a vida toda para viver,
tudo o que nos resta são sonhos com sabor a luar,
são muitas as coisas que eu não sei dizer
o que sei da vida e da morte,
é que uma passou a correr
e a outra está pra chegar...
natália nuno
pode ler mais aqui...............https://nataliacanais.blogspot.com/
👁️ 71
saudade que amanhece...
há luas que nos entram casa fora
nas noites em que a gente quer amar
abre-se a janela àquela hora
descobrem-nos nus, os raios de luar,
e eu fico a pensar?!
tantas noites demoradamente doces
- como é bom recordar!
há ruídos que nos afagam
para lá do tempo, nem sabemos de onde
já todas as luzes se apagam
é a hora a que o sol se esconde.
já não lembro que me dizias
nestas noites ao ouvido,
foram noites, foram dias
tantas como as rugas, que hoje
no rosto fazem sentido.
nas noites albergamos o nosso amor
éramos felizes e eu não sabia quanto,
lembro só do pudor
e mais tarde, como me atrevia tanto!
somos amantes consumidos na nossa
própria fogueira
e hoje entra p'la janela a tristeza
a saudade deita-se ali à nossa beira.
já não há luas nem raios de luar,
nem o ruído do nosso amar,
vagueia a saudade nos trilhos da memória
e traz-nos recordações das noites vivas
de glória...
tínhamos a vida toda para viver,
tudo o que nos resta são sonhos com sabor a luar,
são muitas as coisas que eu não sei dizer
o que sei da vida e da morte,
é que uma passou a correr
e a outra está pra chegar...
natália nuno
pode ler mais aqui...............https://nataliacanais.blogspot.com/
nas noites em que a gente quer amar
abre-se a janela àquela hora
descobrem-nos nus, os raios de luar,
e eu fico a pensar?!
tantas noites demoradamente doces
- como é bom recordar!
há ruídos que nos afagam
para lá do tempo, nem sabemos de onde
já todas as luzes se apagam
é a hora a que o sol se esconde.
já não lembro que me dizias
nestas noites ao ouvido,
foram noites, foram dias
tantas como as rugas, que hoje
no rosto fazem sentido.
nas noites albergamos o nosso amor
éramos felizes e eu não sabia quanto,
lembro só do pudor
e mais tarde, como me atrevia tanto!
somos amantes consumidos na nossa
própria fogueira
e hoje entra p'la janela a tristeza
a saudade deita-se ali à nossa beira.
já não há luas nem raios de luar,
nem o ruído do nosso amar,
vagueia a saudade nos trilhos da memória
e traz-nos recordações das noites vivas
de glória...
tínhamos a vida toda para viver,
tudo o que nos resta são sonhos com sabor a luar,
são muitas as coisas que eu não sei dizer
o que sei da vida e da morte,
é que uma passou a correr
e a outra está pra chegar...
natália nuno
pode ler mais aqui...............https://nataliacanais.blogspot.com/
👁️ 20
no turvo silêncio da tarde...
espero, como quem espera por um estranho
enquanto vejo a luz da tarde a cair,
cresce uma incerteza do tamanho
dum mar tenebroso que me invade.
e eu espero, até a memória consentir,
sonho, tal como noutras noites esquecidas
de ternura e sossego, que ficaram na saudade.
o sono atravessa a noite e a luz da manhã,
regresso à realidade mal dormida,
onde nem a esperança incendeia o meu querer
tanto à vida,
há um mar sombrio que desliza na mente
que me deixa em atitude de espera
e de repente, este mar galga os muros do meu peito
fica a saudade à espreita, enquanto a vida se ajeita.
sento-me perto do aroma do trevo
esquecida de mim, deixo-me ir
até onde a brisa me leva o pensamento,
é tudo quanto minha alma precisa
rasgar a obscuridade a cada momento,
e a inquietude afastar,
deixo-me envolver no tempo sem memória
fico a flutuar como ave extraviada
talvez que os sonhos regressem
talvez a sorte me sorria
e me sinta mais afortunada.
natalia nuno
enquanto vejo a luz da tarde a cair,
cresce uma incerteza do tamanho
dum mar tenebroso que me invade.
e eu espero, até a memória consentir,
sonho, tal como noutras noites esquecidas
de ternura e sossego, que ficaram na saudade.
o sono atravessa a noite e a luz da manhã,
regresso à realidade mal dormida,
onde nem a esperança incendeia o meu querer
tanto à vida,
há um mar sombrio que desliza na mente
que me deixa em atitude de espera
e de repente, este mar galga os muros do meu peito
fica a saudade à espreita, enquanto a vida se ajeita.
sento-me perto do aroma do trevo
esquecida de mim, deixo-me ir
até onde a brisa me leva o pensamento,
é tudo quanto minha alma precisa
rasgar a obscuridade a cada momento,
e a inquietude afastar,
deixo-me envolver no tempo sem memória
fico a flutuar como ave extraviada
talvez que os sonhos regressem
talvez a sorte me sorria
e me sinta mais afortunada.
natalia nuno
👁️ 24
entrega...
viaja a boca até à boca
paixão, loucura feitiçaria
e já a mão se desloca
o desejo cresce esfuzia
nos rostos a alegria!
o entusiasmo redobra
coisa louca
os beijos da tua boca
e o meu corpo te cobra
que seja dia de festa
e o que tem de melhor?
-a entrega ao conquistador
e eu me entrego com amor
no sonho com sabor a mel
que arrepia nossa pele...
natália nuno
paixão, loucura feitiçaria
e já a mão se desloca
o desejo cresce esfuzia
nos rostos a alegria!
o entusiasmo redobra
coisa louca
os beijos da tua boca
e o meu corpo te cobra
que seja dia de festa
e o que tem de melhor?
-a entrega ao conquistador
e eu me entrego com amor
no sonho com sabor a mel
que arrepia nossa pele...
natália nuno
👁️ 120
Comentários (11)
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natalia nuno
2021-11-06
Grata por todo o apreço dado à minha Poesia, a todos desejo muita felicidade e que vossos sonhos se realizem. Um abraço
rosafogo
2018-12-15
A todos agradeço o apreço precioso aos meus poemas...obrigado! Abraço-vos
charlesburck
2018-12-14
A distância não nos impede as canções, vc canta lidamente ao teu amor
atal66
2018-10-22
Fica-se com o gosto de mel e amoras ao ler os seus pensamentos ...um momento de puro deleite
quaglino
2018-10-17
Poeta forte! Muito bom, muito bom mesmo. Quem sabe um dia chego lá. Parabéns de novo.
Natural de Lapas/Torres Novas
A Poeta nasceu na pequena aldeia Ribatejana chamada Lapas/ Torres Novas a 19/1, Estudou na Escola Industrial e Comercial de Torres Novas .
Participou nas seguintes Antologias: «Entre o sono e o sonho III» «trago-te um sonho nas mãos», «por um sorriso», «poiesis vol. XIII» e «poiesis vol. XXIX», «Viva Outubro 2009» e «Viva outubro 2010», «Licença poética 2011» , « Alma gémea 2011 antologia brasileira», «Tu cá, tu lá II», «Horizontes da Poesia III 2011», « Digo não ao não», «Na magia da noite», «Entre o sono e o sonho III» , «Mãe», « Poetar Contemporâneo 2012», « Cruzada da Poesia», «Horizontes da Poesia IV», «Horizontes de Poesia V» Antologia Poética Contemporânea «Entre o Sono e o Sonho IV», «A Palavra é uma Espada», «Amantes da Poesia 2014», «Horizontes da Poesia IX» «Utopia(s)», «Poetas da Cidade»… Antologias editadas por diversas Editoras situadas em Portugal e Brasil.
Colaborou no jornal da sua cidade natal «O Almonda»
Prefaciou as obras: « No Chão de àgua » do Poeta Paulo César,
O romance « Óh África...oh África Minha» do escritor José Silva, e
« Encontro-me nas Palavras» da Poeta Maria Antonieta Oliveira.
Livros seus editados/ de Poesia: «Pesa-me a Alma» em 2011 Editora Lua de Marfim e «A Melodia do Tempo» em 2014 pela mesma editora.
Com o 3º livro de Poesia editado na Roménia com o nome de «Moldura da Saudade» ou «Margini de dor». O quarto livro «Estremecimentos d'Alma» editado pelo editor Vieira da Silva em 2017......................todos os meus poemas estão registados no IGAC
Entre 2016 e 2018 participou em cerca de quatro dezenas de Antologias a convite........
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Español
Caraca, muito bom mesmo. Alma poeta.
Contundente, muito bom mesmo. Parabéns.
Obrigada :)
obrigado
Fernando Pessoa Entre o sono e o sonho, Entre mim e o que em mim É o quem eu me suponho, Corre um rio sem fim.
Parabéns pela beleza da escrita!