Lista de Poemas
TEMPORALIDADE AMÁVEL
A ternura dos nossos corpos se envolve livremente
Num compasso intenso.
Preenchendo, os campos inabitáveis das emoções que sentimos
Acima dos toques de prazer concedidos
Onde o desejo toma-nos conta.
E os aspectos do momento proposto,
Torna-se um deleite imutável.
Diante das vistas cansadas que obtivemos,
Entre as orientações defeituosas adquiridas
Para eternizar esse instante;
Alocado dentro de nós.
Tendo a objetividade de dissipar, a dor que construímos
Durante as relações conturbadas,
Sobre o efeito de um mero gesto de afeto
Delineando estes corpos envolvidos.
Na diversidade sensitiva dos beijos e carícias conforme o tempo,
Estende-se mediante aos sentimentos tímidos o qual depositamos
Nesse evento repleto de satisfações,
Numa eficácia de prazer contido entre tantas desventuras.
Onde uma simples formação de fisionomias difundidas
Se caracterizou para suscitar os sentimentos perdidos,
Nas desilusões inteiramente dedicadas a uma frustração já vivida
Perante as transformações que adqurirmos.
E o que mais quero nesse instante,
É simplesmente esquecer, dos acontecimentos ruins
Existentes nos hemisférios atuais da minh'alma.
A fim de mergulhar nos teus braços,
Pedindo o abrigo necessário
Do qual não tive a oportunidade de criar convivência.
Devido as instabilidades, a qual ronda esse conjunto de trejeitos errôneos
Diante da temporalidade;
Que renova amplamente essa conexão de deslizes,
Mergulhando na intensidade apreendida.
Dentre a projeção das óticas que usufruímos
Quando olhamos pela primeira vez um para o outro.
Num compasso intenso.
Preenchendo, os campos inabitáveis das emoções que sentimos
Acima dos toques de prazer concedidos
Onde o desejo toma-nos conta.
E os aspectos do momento proposto,
Torna-se um deleite imutável.
Diante das vistas cansadas que obtivemos,
Entre as orientações defeituosas adquiridas
Para eternizar esse instante;
Alocado dentro de nós.
Tendo a objetividade de dissipar, a dor que construímos
Durante as relações conturbadas,
Sobre o efeito de um mero gesto de afeto
Delineando estes corpos envolvidos.
Na diversidade sensitiva dos beijos e carícias conforme o tempo,
Estende-se mediante aos sentimentos tímidos o qual depositamos
Nesse evento repleto de satisfações,
Numa eficácia de prazer contido entre tantas desventuras.
Onde uma simples formação de fisionomias difundidas
Se caracterizou para suscitar os sentimentos perdidos,
Nas desilusões inteiramente dedicadas a uma frustração já vivida
Perante as transformações que adqurirmos.
E o que mais quero nesse instante,
É simplesmente esquecer, dos acontecimentos ruins
Existentes nos hemisférios atuais da minh'alma.
A fim de mergulhar nos teus braços,
Pedindo o abrigo necessário
Do qual não tive a oportunidade de criar convivência.
Devido as instabilidades, a qual ronda esse conjunto de trejeitos errôneos
Diante da temporalidade;
Que renova amplamente essa conexão de deslizes,
Mergulhando na intensidade apreendida.
Dentre a projeção das óticas que usufruímos
Quando olhamos pela primeira vez um para o outro.
São Paulo - SP
18/11/2019.
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O PÂNICO FUTURÍSTICO
A pluralidade de convencimentos desta obscuridade,
Ofusca o pensamento centrado na liberdade.
Já que vivenciamos a prisão de convicções que não nos pertence
Para enfim, deixar uma fértil colocação de destrutivas concepções.
Onde são idealizadas nesta consciência ingênua,
Que se modifica, dando espaço a insana postura leviana em visões de obsessão.
Em meio a uma competitividade sem a objetividade,
Pautada em conceitos concretos
Levando a fantasia ao patamar que convivemos.
Capacitando a cada dia a intensidade de obtermos o tudo,
E no mesmo instante,
Ficarmos apenas com o nada.
No qual representa a conexão inédita deste imeadistismo planejado,
Alimentado pelo acaso,
E conduzindo um prosseguimento de quesitos,
Que esta luta incessante nos proporciona em vão
Uma legitimidade corruptível.
E continuando na intuição desses pensamentos
A natureza deste fruto de reflexões,
Reflete-se, na atribuição nublada dos céus.
Da qual conduzem
Um instante de agremiações frutíferas a noss'alma.
Estando estas suposições onde as cito,
Debaixo de uma oculta cavidade inexpressiva aos olhos de quem a vê fisicamente.
Pois o ócio nos consome
Dando a entender, a frustração recorrente que esses aspectos criam aos seres
Num espaço de curta vivência.
Haja vista que ele não existe,
E portanto é descoberto nas frequências relativas que emitimos.
Dentre o hemisfério ao qual somos inseridos,
A fim de evitar, as tormentas que podem ocorrer.
Mas olvidamos donde queremos estar,
E isso motiva os conflitos inesperados.
Que surgem para provar a integridade que reunimos,
Conforme as táticas experimentais que temos em vista
Após obtermos este costume de embates corriqueiros.
Reiterando um símbolo
Tornando-se a marca vital, para os próximos príncipios que estão por vir
Sendo caracterizada, como a evolução heróica em meio ao temor perverso.
São Paulo - SP
12/04/2019.
Ofusca o pensamento centrado na liberdade.
Já que vivenciamos a prisão de convicções que não nos pertence
Para enfim, deixar uma fértil colocação de destrutivas concepções.
Onde são idealizadas nesta consciência ingênua,
Que se modifica, dando espaço a insana postura leviana em visões de obsessão.
Em meio a uma competitividade sem a objetividade,
Pautada em conceitos concretos
Levando a fantasia ao patamar que convivemos.
Capacitando a cada dia a intensidade de obtermos o tudo,
E no mesmo instante,
Ficarmos apenas com o nada.
No qual representa a conexão inédita deste imeadistismo planejado,
Alimentado pelo acaso,
E conduzindo um prosseguimento de quesitos,
Que esta luta incessante nos proporciona em vão
Uma legitimidade corruptível.
E continuando na intuição desses pensamentos
A natureza deste fruto de reflexões,
Reflete-se, na atribuição nublada dos céus.
Da qual conduzem
Um instante de agremiações frutíferas a noss'alma.
Estando estas suposições onde as cito,
Debaixo de uma oculta cavidade inexpressiva aos olhos de quem a vê fisicamente.
Pois o ócio nos consome
Dando a entender, a frustração recorrente que esses aspectos criam aos seres
Num espaço de curta vivência.
Haja vista que ele não existe,
E portanto é descoberto nas frequências relativas que emitimos.
Dentre o hemisfério ao qual somos inseridos,
A fim de evitar, as tormentas que podem ocorrer.
Mas olvidamos donde queremos estar,
E isso motiva os conflitos inesperados.
Que surgem para provar a integridade que reunimos,
Conforme as táticas experimentais que temos em vista
Após obtermos este costume de embates corriqueiros.
Reiterando um símbolo
Tornando-se a marca vital, para os próximos príncipios que estão por vir
Sendo caracterizada, como a evolução heróica em meio ao temor perverso.
São Paulo - SP
12/04/2019.
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CARTA AO PASSADO SEM REMETENTE
Os tempos se passaram e muita coisa mudou,
Como manda os ciclos temporais da vida de cada ser vivente
E em termos consisos,
Digo que o tempo em si foi um período conturbado para mim.
Já que obtive conquistas que foram poucas
Mesmo assim, as considero louváveis.
E derrotas que não pude obter a menção de ver quantas perdi
Mas enfim,
Faz parte do processo da insistência contínua em vida.
Lembro-me tempos atrás do dia que obtive o meu primeiro amor,
E de forma amarga,
A atribuição sentida de nunca ter o beijo daquela que eu amava.
Também recordo-me dos tempos das recaídas depressivas
Destruindo o meu emocional em diversos pedaços
Ao qual estou tentando reconstruir até hoje esses retalhos
Sem ter um sucesso expressivo.
E relembro do mesmo modo,
Das brigas constantes entre família,
No qual sempre eu era considerado o erro daquela relação familiar.
Em suma, vários aspectos aconteceram durante esse tempo de vivência
Ocorrendo acontecimentos significativos
E daqui observo,
Que terei uma vida "longa" pela frente.
Podendo ter amarguras ou satisfações,
A cada passo dado nesse caminho atemporal
Porém, a minha fé tornou-se conivente ao ceticismo
E não tenho mais esperanças do que o futuro pode me oferecer.
Essa correspondência num tom poético não será entregue a ninguém
Nem ao menos a mim mesmo,
Ou seja, apenas servirá como uma epístola servil e sem codinomes.
Apenas restando para ela o mofo e as manchas da antiguidade
A cada badalada do relógio
Que soa, toda vez que o tempo concreto é marcado.
Serei esquecido pelo vento e atraído pelos períodos temporais,
E cada temporada vivida,
Poderá ser uma experiência fragmentada.
Vivendo só por viver,
Sem uma intensidade correlacionada a um aspecto personal
Tornando-me somente um ser comum, normal
Faltante de incrementos e igual a multidão.
São Paulo - SP
18/10/2020.
Como manda os ciclos temporais da vida de cada ser vivente
E em termos consisos,
Digo que o tempo em si foi um período conturbado para mim.
Já que obtive conquistas que foram poucas
Mesmo assim, as considero louváveis.
E derrotas que não pude obter a menção de ver quantas perdi
Mas enfim,
Faz parte do processo da insistência contínua em vida.
Lembro-me tempos atrás do dia que obtive o meu primeiro amor,
E de forma amarga,
A atribuição sentida de nunca ter o beijo daquela que eu amava.
Também recordo-me dos tempos das recaídas depressivas
Destruindo o meu emocional em diversos pedaços
Ao qual estou tentando reconstruir até hoje esses retalhos
Sem ter um sucesso expressivo.
E relembro do mesmo modo,
Das brigas constantes entre família,
No qual sempre eu era considerado o erro daquela relação familiar.
Em suma, vários aspectos aconteceram durante esse tempo de vivência
Ocorrendo acontecimentos significativos
E daqui observo,
Que terei uma vida "longa" pela frente.
Podendo ter amarguras ou satisfações,
A cada passo dado nesse caminho atemporal
Porém, a minha fé tornou-se conivente ao ceticismo
E não tenho mais esperanças do que o futuro pode me oferecer.
Essa correspondência num tom poético não será entregue a ninguém
Nem ao menos a mim mesmo,
Ou seja, apenas servirá como uma epístola servil e sem codinomes.
Apenas restando para ela o mofo e as manchas da antiguidade
A cada badalada do relógio
Que soa, toda vez que o tempo concreto é marcado.
Serei esquecido pelo vento e atraído pelos períodos temporais,
E cada temporada vivida,
Poderá ser uma experiência fragmentada.
Vivendo só por viver,
Sem uma intensidade correlacionada a um aspecto personal
Tornando-me somente um ser comum, normal
Faltante de incrementos e igual a multidão.
São Paulo - SP
18/10/2020.
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CONJUNTO VARIANTE DA EXISTÊNCIA
Considero-me um ator novato com a carência de palco e platéia,
trazendo a cada ato executado um contexto de recentes ilusões.
E do pouco que sei desta vida apresento leigas lições,
numa atuação nobre de escárnio de um bufão privado a infelicidade.
E observo daqui, o findar de um dia no ócio de acontecimentos danosos
e no mesmo instante me levanto, a fim de abrir a janela sobre uma ação de repúdio
Apreciando a placidez da lua num reconforto d'alma,
onde a solidão decifra a materialidade em períodos modernos de vida.
Começo a olvidar os prelúdios da dor em meio as cicatrizes que o tempo evidencia,
Somente pago os meus tributos ao mecanismo que controla os meus passos;
apesar disto, ainda ando sendo cobrado pelos sonhos que idealizei sem conclusão alguma.
Sou o andarilho das intempéries que transpõe as incertezas,
Mas deixo ao céu deste momento efêmero a minha declaração final:
o prosseguimento da profissão dos meus dias, como um rito de bravura.
São Paulo - SP
05/02/2020.
trazendo a cada ato executado um contexto de recentes ilusões.
E do pouco que sei desta vida apresento leigas lições,
numa atuação nobre de escárnio de um bufão privado a infelicidade.
E observo daqui, o findar de um dia no ócio de acontecimentos danosos
e no mesmo instante me levanto, a fim de abrir a janela sobre uma ação de repúdio
Apreciando a placidez da lua num reconforto d'alma,
onde a solidão decifra a materialidade em períodos modernos de vida.
Começo a olvidar os prelúdios da dor em meio as cicatrizes que o tempo evidencia,
Somente pago os meus tributos ao mecanismo que controla os meus passos;
apesar disto, ainda ando sendo cobrado pelos sonhos que idealizei sem conclusão alguma.
Sou o andarilho das intempéries que transpõe as incertezas,
Mas deixo ao céu deste momento efêmero a minha declaração final:
o prosseguimento da profissão dos meus dias, como um rito de bravura.
São Paulo - SP
05/02/2020.
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SENHORITA
Bela fisionomia, que me fascina
Ao encontro da sua sina.
Que me traz a sutileza,
Previamente necessitada por um coração nefasto.
Renascendo em mim os significativos sonhos,
Que obtive plenamente
Quando lhe contemplei, pela primeira vez.
E pressenti, que tudo era real
Não prevalecendo mais
A ilusão derradeira.
Que arrcava os meus sentimentos,
Rumo a um desfiladeiro
De emoções tão confusas.
Pois, a sua singularidade me encanta por inteiro
Atraindo tantas observâncias,
Que eu mesmo desconhecia.
Onde o amor é imprevisível,
E anda de mãos dadas com o acaso.
Evidenciando um sentimento tão puro e célebre,
De amar a ti;
Sem interesses ou razões premeditadas.
E isso tudo resume-me acerca dos seus beijos e carícias,
Que depositam a totalidade de um afeto
Decadente e ausente em mim.
Despertando a intensidade dos nossos corpos,
Em interação sobre o nosso amor
Que durará, nos nossos momentos mais sensitivos.
Marcando lembranças onde o tempo não irá apagar
Recordando este afago,
Atribuído em nossas almas.
São Paulo - SP
10/08/2020.
Ao encontro da sua sina.
Que me traz a sutileza,
Previamente necessitada por um coração nefasto.
Renascendo em mim os significativos sonhos,
Que obtive plenamente
Quando lhe contemplei, pela primeira vez.
E pressenti, que tudo era real
Não prevalecendo mais
A ilusão derradeira.
Que arrcava os meus sentimentos,
Rumo a um desfiladeiro
De emoções tão confusas.
Pois, a sua singularidade me encanta por inteiro
Atraindo tantas observâncias,
Que eu mesmo desconhecia.
Onde o amor é imprevisível,
E anda de mãos dadas com o acaso.
Evidenciando um sentimento tão puro e célebre,
De amar a ti;
Sem interesses ou razões premeditadas.
E isso tudo resume-me acerca dos seus beijos e carícias,
Que depositam a totalidade de um afeto
Decadente e ausente em mim.
Despertando a intensidade dos nossos corpos,
Em interação sobre o nosso amor
Que durará, nos nossos momentos mais sensitivos.
Marcando lembranças onde o tempo não irá apagar
Recordando este afago,
Atribuído em nossas almas.
São Paulo - SP
10/08/2020.
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A FRESTA NA JANELA
Numa delicadeza tênue é decomposta o reflexo que molda este prisma,
O qual me atormenta com os seus devaneios sitiado na sua crista.
Não conheço a procedência de quando ele eclode e me fenece,
Porém sei que estou contido em grilhões que me afasta de um escape breve.
Envolvo-me neste declive, ao qual despoja o sangue ferroso em minhas mãos.
Abandonando em descrédito,
A repartição contextual deste íntimo genioso;
Para incitar a divagação arbitrária deste momento que me rege.
Mas, cultivo a consciência de que este ímpeto advém das tormentas
Imergindo o estímulo existente a qual atrai a mortalha que feriu-me,
No qual surgiu o rompimento intolerante da perpetuidade.
Tornando-se uma alegoria oscilante da tristeza,
Onde debruço no levante desse pélago
- Sendo esta a imensidão de águas que habita a minh'alma rude.
São Paulo - SP
07/08/2020.
O qual me atormenta com os seus devaneios sitiado na sua crista.
Não conheço a procedência de quando ele eclode e me fenece,
Porém sei que estou contido em grilhões que me afasta de um escape breve.
Envolvo-me neste declive, ao qual despoja o sangue ferroso em minhas mãos.
Abandonando em descrédito,
A repartição contextual deste íntimo genioso;
Para incitar a divagação arbitrária deste momento que me rege.
Mas, cultivo a consciência de que este ímpeto advém das tormentas
Imergindo o estímulo existente a qual atrai a mortalha que feriu-me,
No qual surgiu o rompimento intolerante da perpetuidade.
Tornando-se uma alegoria oscilante da tristeza,
Onde debruço no levante desse pélago
- Sendo esta a imensidão de águas que habita a minh'alma rude.
São Paulo - SP
07/08/2020.
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EMBATE ACERCA DA SOLIDÃO
Estou numa plena exaustão,
No qual consome a resistência, que me idealizou nesta representação.
Onde a corrida pelo ouro,
Está dentre as questões materiais nesse cotidiano ruinoso.
Deixando-se levar na falsa sensação de regozijo,
Que severamente nos constitui.
Criando elementos viventes, sobre a evolução da frieza desenfreada
À partir das tendenciosas questões de interesses.
Que num compasso infeliz ultrapassa a essência única de cada ser
Com o intuito de conceber efeitos materialistas,
Em uma simplicidade tão singela.
Avistada nas faces esculpidas,
Perante, ao conjunto infindável de experiências.
Na qual designa os variados desfechos selados,
Pelas lições aprendidas.
Que se apresentam a fim de acarretar uma atribuição
O qual engradece os elementos envolvidos,
Nas suas execuções de experimentação.
Resumindo-se numa sobrevivência constante, sobre a normalidade
Envolvida em ideias irresolutas que tento defender,
Caracterizando o silêncio.
Visto que eu sou condicionado a ficar calado,
A fim de omitir aquilo que poderia expressar.
Fazendo disto, a solidão melancólica
Ao qual eternizo
Em meio aos alicerces daquilo que ainda possuo como essência.
São Paulo - SP
10/07/2020.
No qual consome a resistência, que me idealizou nesta representação.
Onde a corrida pelo ouro,
Está dentre as questões materiais nesse cotidiano ruinoso.
Deixando-se levar na falsa sensação de regozijo,
Que severamente nos constitui.
Criando elementos viventes, sobre a evolução da frieza desenfreada
À partir das tendenciosas questões de interesses.
Que num compasso infeliz ultrapassa a essência única de cada ser
Com o intuito de conceber efeitos materialistas,
Em uma simplicidade tão singela.
Avistada nas faces esculpidas,
Perante, ao conjunto infindável de experiências.
Na qual designa os variados desfechos selados,
Pelas lições aprendidas.
Que se apresentam a fim de acarretar uma atribuição
O qual engradece os elementos envolvidos,
Nas suas execuções de experimentação.
Resumindo-se numa sobrevivência constante, sobre a normalidade
Envolvida em ideias irresolutas que tento defender,
Caracterizando o silêncio.
Visto que eu sou condicionado a ficar calado,
A fim de omitir aquilo que poderia expressar.
Fazendo disto, a solidão melancólica
Ao qual eternizo
Em meio aos alicerces daquilo que ainda possuo como essência.
São Paulo - SP
10/07/2020.
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PRIMÍCIAS PERDIDAS
Tanto discute-se os problemas neste lugar em que convivemos
Que os indivíduos se digladiam entre si
A fim de chegar,
Numa resolução convicta e cômoda.
Mas nada muda,
E essas adversidades apenas se amplificam com o tempo.
Já que há um apego aos conceitos racionais solúveis
Ao qual não gera frutos.
Mesmo assim, tentam tratar essas feridas abertas
Com estratégias fajutas repletas de efemeridades.
Sem ter um efeito que as solucione, de fato
Caindo no fracasso no qual se sobressai a devassidão.
Tornando-se perceptível o rumo que estamos tomando
Vivenciando um quadro notório e derradeiro
A qual deposita um crédito no decaimento,
Dos alicerces desta sociedade atual.
Que começa a ter uma exposição produtiva
Enquanto permanecemos inertes a isso.
Nos iludindo a cada instante acerca desse tema,
Pelas futilidades que consumimos
Nas cadeias midiáticas baseadas no hedonismo compulsivo.
Talvez, a única coisa que nos salve é a prática do silêncio
Vendo tudo desmoronando ao nosso redor.
Mantendo a integridade intacta,
Em tempos de despersonalidade.
Valorizando a conservação da essência
O qual desperta a autenticidade
Sem ter o desespero do amanhã,
Pois ele não nos pertence.
Visto que é apenas um sonho infundado
Entre os pensamentos líquidos
De um dia que ainda não culminou
Ou seja, é necessário viver o agora.
Antes que seja tarde, afinal
Devemos abrir caminho para que as ações desse momento
Possam ter um rumo corrente,
Esboçando o trajeto do futuro sombrio que nos aguarda.
São Paulo - SP
15/01/2022.
São Paulo - SP
15/01/2022.
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PRESSÕES DIRECIONADAS AO PRISMA
Olhares fulminantes dirigem-se para mim, diante do espelho
Observando o fundo da minh'alma,
O transformando como o último acontecimento desse instante
E o seu viés,
É somente a adequação daquilo está acumulado em sentimentos.
A visão pautada nesse exato momento, intensifica o ódio
E a exteriorização característica neste olhar traz à tona, o sofrimento enjaulado há muito tempo.
No qual o corpo
Persiste somente para a sobrevivência ante aos dias que se sucede,
Fortalecendo a sua diretriz sofrível.
Fazendo com que isso seja uma perturbação rotineira
Trazendo dores e medo, constantemente
Sem ter um porquê convicto.
Restando apenas a irresolução,
De um caso distorcido pelos próprios pensamentos
Atraídos pela retina infame instaurada neste olhar ao espelho.
Enfim, irei me conter
Vou apenas repelir essa volatilidade que está me sufocando.
Tentando apelar a esses versos tímidos,
O qual poucos irão ler de fato elevando o entendimento para si mesmos.
Não quero trazer contextos supérfluos
Mas, o que me sobra neste tempo num formato compreensível
Que talvez,
É o suspiro de mais uma dia que me sobrevém
Num alarde contínuo de caos e temeridade.
-M.Dantas-
21/08/2021.
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O CICLO DA TEMPORALIDADE
Tracejos repetidos evidenciam a transfiguração fortificada
Com o intuito, de engrandecer um conjunto exclusivo de particularidades
Vistas somente,
Quando se há um nova observação intrínseca sobre a existência
Imposta durante o tempo que se converte em chances nulas.
Para adquirir uma posição monótona,
Em meio, as novas versões de vivacidade
A qual possui uma coloração diversificada
Dentre tantas competências perceptíveis em seu entorno.
Onde nega-se a realização sob o cerne óptico
Deixando a interatividade,
Onde os aspectos tresloucados e incoerentes,
Agem na interpretação ausente da objetividade.
Conceituando a mísera necessidade de beatitude
Sobre a divergência irascível,
Entre tantas averiguações apelativas ao relento ilógico.
Sendo assim, se torna decomposta por aparências obscenas
Numa transformação minuciosa de afeições
Com um pouco de apreço e afetividade.
Uma vez que essa composição foi perdida
E através disso,
Recolocada dentre virtudes inexploradas.
Em um contexto de aclamação,
Faltante na eficácia de breves sentidos constituídos
Ante a uma convivência passageira
Acerca dos restos íntimos duma reação inexistente.
Estimando a finalidade breve,
Nos passos contínuos desta evolução
Da qual se achega a lugares infinitos.
Com o objetivo de abstenção a serventia
Para enfim, postergar os desamores
Aplicados a sua essência recém-arquitetada.
Na qual empenha um quadro persuasivo,
Diante da apresentação dos requisitos requeridos
A fim de conquistar o seu lugar após os desastres reunidos
Perante a plenitude da sua forma.
Obstruindo as fisionomias dialéticas,
Que se fizeram sutis,
Durante toda a agremiação de poderes.
Pelo qual permeava esse convívio
Repleto de usura, por parte dos elementos corruptíveis
Da qual se elevaram,
Na habilidade inoportuna desses desafetos
Ao qual caracterizam os tempos em que convivemos.
São Paulo - SP
14/11/2020.
Com o intuito, de engrandecer um conjunto exclusivo de particularidades
Vistas somente,
Quando se há um nova observação intrínseca sobre a existência
Imposta durante o tempo que se converte em chances nulas.
Para adquirir uma posição monótona,
Em meio, as novas versões de vivacidade
A qual possui uma coloração diversificada
Dentre tantas competências perceptíveis em seu entorno.
Onde nega-se a realização sob o cerne óptico
Deixando a interatividade,
Onde os aspectos tresloucados e incoerentes,
Agem na interpretação ausente da objetividade.
Conceituando a mísera necessidade de beatitude
Sobre a divergência irascível,
Entre tantas averiguações apelativas ao relento ilógico.
Sendo assim, se torna decomposta por aparências obscenas
Numa transformação minuciosa de afeições
Com um pouco de apreço e afetividade.
Uma vez que essa composição foi perdida
E através disso,
Recolocada dentre virtudes inexploradas.
Em um contexto de aclamação,
Faltante na eficácia de breves sentidos constituídos
Ante a uma convivência passageira
Acerca dos restos íntimos duma reação inexistente.
Estimando a finalidade breve,
Nos passos contínuos desta evolução
Da qual se achega a lugares infinitos.
Com o objetivo de abstenção a serventia
Para enfim, postergar os desamores
Aplicados a sua essência recém-arquitetada.
Na qual empenha um quadro persuasivo,
Diante da apresentação dos requisitos requeridos
A fim de conquistar o seu lugar após os desastres reunidos
Perante a plenitude da sua forma.
Obstruindo as fisionomias dialéticas,
Que se fizeram sutis,
Durante toda a agremiação de poderes.
Pelo qual permeava esse convívio
Repleto de usura, por parte dos elementos corruptíveis
Da qual se elevaram,
Na habilidade inoportuna desses desafetos
Ao qual caracterizam os tempos em que convivemos.
São Paulo - SP
14/11/2020.
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Comentários (11)
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MiCeu Freitas
2022-03-25
Com tanta normalidade anormal ser-se divergente é uma virtude.
Dantas
2021-11-08
Agradecido que tenha gostado!
Karina Manchur
2021-07-09
Belas poesias, muito originais e descrevem sua essência, parabéns!
matheusdantas
2020-08-11
Caramba assim fico sem reação! Agradeço muito pelo teu comentário, e não só por isso! Mas também pelo seu carinho e afago, que do seu modo tão singular são aconchegantes ao modo mais extremo que eu posso imaginar. Muito obrigado, mesmo!
matheusdantas
2020-08-05
Fico agradecido que tenha gostado, muito obrigado!
Não tenho muito para dizer. Só sei, que as vanglórias nunca fizeram parte da minha essencialidade e convivo com a dor da mudança árdua e os conflitos intensos dentro de mim. Para conceber um ato de insanidade em meio a solidão.
Criado no ambiente urbano da metrópole paulistana, sou considerado um membro divergente em meio a normalidade que me cerca. Atualmente, sigo rumos alternativos para ter diversas experiências e contemplações diante dos aspectos vivenciáveis que essa existência me proporciona. E não sei ao certo, se isso irá me destinar novas ações e concepções ante a cada dilema e erro que cometi. Entretanto, prossigo na sombra sem ter a confiança íntima no que nisso pode resultar no final.
matheusdantasilva255@gmail.com
Criado no ambiente urbano da metrópole paulistana, sou considerado um membro divergente em meio a normalidade que me cerca. Atualmente, sigo rumos alternativos para ter diversas experiências e contemplações diante dos aspectos vivenciáveis que essa existência me proporciona. E não sei ao certo, se isso irá me destinar novas ações e concepções ante a cada dilema e erro que cometi. Entretanto, prossigo na sombra sem ter a confiança íntima no que nisso pode resultar no final.
matheusdantasilva255@gmail.com
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Gostei muito dos seus poemas, parabéns poeta! Continue nos presenteando com seu belo poetar.
Fico feliz que tenha gostado senhorita! Tudo de bom, para ti também!
Têm belas poesias, a vivência poética do cunho experimental e existencial, são magnificas! Tudo de bom, abraços e beijos!
Amo você ??
Muito obrigado pelo teu comentário meu caro, e sim, para aprendermos as lições que a vida nos oferece é necessário uma mentalidade de guerreiro a cada dia.
Logo, sou optante das evoluções diárias Fazendo-me um elemento significativo, entre os dias adversos. Tão saturados e inconsistentes, diante das suas investidas Que se tornam falhas e decadentes. Visto que, não conseguem mais intimidar Um guerreiro de razões e propósitos. profundo ,parabéns!