Lista de Poemas

(sem titulo)

Tenho uma sede de viver, de uma maneira algo original, mas ao ver te ao espelho as limitacoes comecam a surgir de formas obliquas e quase sintecticas, limpo o suor que me faz viver, rectifico, será que nao é mera ilusao?
Nao, nao é tento prosseguir mas nao consigo, apesar de todos os esforcos que entram e saem do corpo é impossivel.
Mudo de fase, mas fica tudo na mesma, num silencio a deriva de mil sois me perco, envolvo me no breu escuro, na luz sombria, enlaco me na total decadencia, fujo de tudo, de todos de mim, simplesmente finjo saber fugir.
Tenho visoes que nao devia ter, devia resguardar me no abrigo, proteger me do frio que o Inverno esta perto e a epoca de hibernacao esta prestes a comecar.
Procuro ver se o espaco ideal esta disponivel, porque sem ele nao sou capaz de viver, ou melhor sobreviver.
Nessa ansia de achar o caminho que me leve pa longe do frio, congelo e assim fico...

Porque tudo o que se quer dizer simplesmente nao é dito....
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Clandestino

A noite esta fria, esta sem esperanca, esse breu me faz desvanecer, esta na hora, aquece me e faz me viver nesse mundo cheio de alegrias, nesse pedaco de cumplicidade me envolves. Grita, fala faz me sentir de novo esse calor.
Continuo a perdoar sem esquecer, tudo aquilo que seja negado, suscito emocoes do anoitecer, faz me apenas esquecer, que algum dia isso vai voltar a acontecer...
Agora ja percebi, que esta tristeza que trago foi de vos quee senti, parecia uma ternura sobria que me embalava no ar, ai, afinal era amargura, era triste o meu rimar...
Abrando o cego amor de guiar, nem canso o escutar dessa voz fraca, nem do teu suspirar, voltara a pena lutar?
Cansei de ser bravo e voraz, nessa ansia de voltar a ter, pensei que fosse apenas o tentar, mas infelizmente descobri o que era o perder...
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Actos imcompreendidos


Temporizo o momento como se fosse o despertar da loucura de um universo,
Insisto na mínima coisa para que tal forma se evapore no infinito e assim a encontro lá no outro mundo, naquele onde ninguém obteve resposta, sim nesse não naquele.
Futilidades obtêm e transplantam o oposto do cubo de maneira a encontrar o esperado e o absurdo.
Neste olhar visiono a insanidade e a matéria transcendendo o peculiar.
Obedeço ao quadro do estulto e da alienação recrutando pensamentos transversais.
Insinuo-me recolhendo a melancolia deste ser oblíquo.
Incorro a decisões ancestrais e a fatalidades lícitas naquelas onde selecciono o olhar do temor.
Albergo mentes demoníacas onde jamais viverei mas pensarei em obter utilidades.
Finalizo um pranto de opções banais sintácticas.
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Conversas antiteticas

Novos tempos virão, outrora se pensaria o contrario, ou então calculava-se a distancia daqui até ao paraíso distante e profundo.

Neste tempo enérgico e vasto, reconquisto gerações, aprofundo seres, antipatizo vontades, desperto atenções, alegro os mínimos, incentivo os honestos, creio simplesmente na vontade de coabitar.

Emprego os modos morais, albergo cestas ancestrais, finjo e insisto nos demais…
Equaciono o saber, de saber fazer e aprender, dirijo o falar onde formo o meu luar.

Faço e intensifico, realizo e demonstro, na demência emocional do equador.
Moralmente sintetizo o aldrabar do ortografar.
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Reluzindo


Somente heide procurar a alma em ti perdida, ignoras a presença de mim em completo, Procuras abrigo constante, aquele que creio na puder dar, fazes de mim um escravo do teu delicado dialecto.

Memorizo frases afirmadas, logo senti esse olhar, Fiz parecer que tava tudo bem,
Ou apenas tava tudo igual.

Sofro dia á dia pa perceber a razao desse fogo incalculavel que te tormenta,
As vezes vale mais desistir da descoberta, assim pode se fazer sempre a coisa certa.

Deambulo por versos incertos, aqueles que respiro e aspiro, fomento assim a fome do teu desalento e daqueles por que me oriento.

O passado valeu a pena ja que o futuro te meteu em frente ao alarmante dilema.
Faço poesia, faço prosa, apenas te queria dizer que tens o cheiro de uma rosa, ambiciono o paladar dessa tua aura, realizo o desejo que nunca acaba...

Idealizo te num género, ou num número, secalhar aprendo que qualificar te seria simplesmente um erro.

A perfeiçao é a arte que consegues atingir apenas digo te que irei para todo o sempre te ouvir,
Ou escutar apenas me lembrarei que um dia ta a chover e no outro dia ja nao sei.

Es a folha do meu caderno, num frenesim aleatorio, agarro pa nao voares e espero no lado oposto olhando para o meu relogio.

Se amar é um defeito, fazerei dele um principio, aquele que um dia seré eleito e bem certo o necessito.
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Respiro

O cortar do vento,
Algo que nos leva a duvidar,
Perguntas para que?
Por que sera que vai rimar...

A espada incerta,
Naquela travessia,
Faco apenas poesia,
Nessa rua deserta...

Quem me da a resposta,
Quem me leva a verdade,
Quem me da a razao,
Somente a liberdade,

Levo lhe o medo,
Nao digas,
Conta lhe um segredo,
Num sussurar sereno...

Uma asa flutua a cada sonho,
Risos e abracos,
Nesse desmedir medonho,
Num reflectir deste traço.
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Humanidade

Nesta hora me encontro a escrever, acontecimentos breves talvez, sem esperar receber algo gratificante em troca, so espero receber a atencao merecida, aquela que me aumente o auge da absolvicao da arte.

De certo, fico especado a olhar se estarei a calcular o entrave secular, neste mundo sempre a rodopiar e a girar sem recuar…

Tremendo abanão sofri, me deu vontade de continuar, desactualizo o impar da humanidade, o reflexo do espelho, aquele por onde todos passam mas não pretendem situar.

Recalculo o misteficar da guarnicao da criatura, não creio conseguir dissuadir, apenas vou reflectir aquilo que ela precisar…

O destino faz o teu encontrar, o gesto que respira e vem para ti como se não quisesse voltar..

Utensilio do amanhecer e do respirar…

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Dissabores amargos

ao puros dissabores que trago em mim,
Gente caida em mim a espera,
Acordo assim do nada,
Relembro a forma da primavera...


Me sustenta,
A forma da tua mao
Dessas imagens de abandono e desamores
Ha gente caida no chao...

Nesse recorrer oculto,
Nessa face deambulada,
Recorro ao puro e suave,
Estado da alma...
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O regresso


Vasto desperdicio de tempo,
Outrora me atormenta devagar,
Realça a vontade de viver,
Estremece o sentimento que é amar...

Guarda a saudade dentro do espaço,
Nao finge a solidao do teu ser,
Esmorece ao ver-te la ao fundo,
Procura e encontra o saber....

Piramides de cestas monotonas,
Reflectem o triunfo do amanhã,
Contudo nao sabem o que a gloria,
Sentando em cima de um divã..

Qualque acto te transforma,
Algo faz te mudar,
Mesmo que nao se note,
Hao de sempre lembrar...

Regresso a batalhas antigas,
Naquelas que receio entrar,
Demoro de todo o avanço,
Daqueles entes queridos que hao de sarar...
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Consumismo

Quero que a metereologia dos teus olhos me mostre o sentido, respiro fundo atraves do teu calor, permaneco me firme ate aguentar, dissuado-me de preconceitos impetuosos,fico me por ti..
Troco o teu ego pelo fervor do sentimento, fujo desse universo deambulatorio, transpiro emocoes refrescantes, solto a fome da ternura do luar, protejo a paralisia do teu corpo, volto ao antigo estado de guarida..
Se obedecer ao meu intimo reflexo, vou obedecer ao teu sonho virtuoso, transplascendo a calma do teu sorriso, ao cheiro do teu perfume e ao aroma do teu beijo...
Consome me por dentro e por fora esse sentimento translouquente, tornando me num aparente doente, fiquei completamente louco , ou apenas diferente?...
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Comentários (13)

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robertinho de roberto
robertinho de roberto
2024-10-21

FLORBELA ESPANCA : paixão na primeira poesia! poesia que vasa sentimento pra todos os lados! sentimentos que espelham sofrimentos d'alma!

mcegonha
2023-04-21

Alma luz! Poesia.

texto bom
texto bom
2021-09-08

naseu en 8 de dezembro e moreu em 8 de dezembro

euskadia
2020-08-08

.....erro atrás de erro.... Cada calinada ortográfica capaz de por vacas a grunhir.....Deus, assevera que a língua portuguesa em locais de domínio linguístico como este é suposto ser, dizia, deixa no exterior erros crassos, quer de incúria, quer por livre arbítrio

euskadia
2020-08-06

.....quanto à violência mefítica daqueles que, por não se saberem sentados em palha, julgarão seus atributos na jactância da vil existência que se lhes (a eles próprios) conferem. Falar ou opinar sobre língua portuguesa e, com quem dela se serviu para redesenharem a sua alma como Deus assentiu o mundo pela geometria, sem o fervor da deferência, então nada sabe sobre o parir duma Essência