Lista de Poemas
(sem titulo)
Clandestino
Actos imcompreendidos
Temporizo o momento como se fosse o despertar da loucura de um universo,
Insisto na mínima coisa para que tal forma se evapore no infinito e assim a encontro lá no outro mundo, naquele onde ninguém obteve resposta, sim nesse não naquele.
Futilidades obtêm e transplantam o oposto do cubo de maneira a encontrar o esperado e o absurdo.
Neste olhar visiono a insanidade e a matéria transcendendo o peculiar.
Obedeço ao quadro do estulto e da alienação recrutando pensamentos transversais.
Insinuo-me recolhendo a melancolia deste ser oblíquo.
Incorro a decisões ancestrais e a fatalidades lícitas naquelas onde selecciono o olhar do temor.
Albergo mentes demoníacas onde jamais viverei mas pensarei em obter utilidades.
Finalizo um pranto de opções banais sintácticas.
Conversas antiteticas
Neste tempo enérgico e vasto, reconquisto gerações, aprofundo seres, antipatizo vontades, desperto atenções, alegro os mínimos, incentivo os honestos, creio simplesmente na vontade de coabitar.
Emprego os modos morais, albergo cestas ancestrais, finjo e insisto nos demais…
Equaciono o saber, de saber fazer e aprender, dirijo o falar onde formo o meu luar.
Faço e intensifico, realizo e demonstro, na demência emocional do equador.
Moralmente sintetizo o aldrabar do ortografar.
Reluzindo
Somente heide procurar a alma em ti perdida, ignoras a presença de mim em completo, Procuras abrigo constante, aquele que creio na puder dar, fazes de mim um escravo do teu delicado dialecto.
Memorizo frases afirmadas, logo senti esse olhar, Fiz parecer que tava tudo bem,
Ou apenas tava tudo igual.
Sofro dia á dia pa perceber a razao desse fogo incalculavel que te tormenta,
As vezes vale mais desistir da descoberta, assim pode se fazer sempre a coisa certa.
Deambulo por versos incertos, aqueles que respiro e aspiro, fomento assim a fome do teu desalento e daqueles por que me oriento.
O passado valeu a pena ja que o futuro te meteu em frente ao alarmante dilema.
Faço poesia, faço prosa, apenas te queria dizer que tens o cheiro de uma rosa, ambiciono o paladar dessa tua aura, realizo o desejo que nunca acaba...
Idealizo te num género, ou num número, secalhar aprendo que qualificar te seria simplesmente um erro.
A perfeiçao é a arte que consegues atingir apenas digo te que irei para todo o sempre te ouvir,
Ou escutar apenas me lembrarei que um dia ta a chover e no outro dia ja nao sei.
Es a folha do meu caderno, num frenesim aleatorio, agarro pa nao voares e espero no lado oposto olhando para o meu relogio.
Se amar é um defeito, fazerei dele um principio, aquele que um dia seré eleito e bem certo o necessito.
Respiro
Algo que nos leva a duvidar,
Perguntas para que?
Por que sera que vai rimar...
A espada incerta,
Naquela travessia,
Faco apenas poesia,
Nessa rua deserta...
Quem me da a resposta,
Quem me leva a verdade,
Quem me da a razao,
Somente a liberdade,
Levo lhe o medo,
Nao digas,
Conta lhe um segredo,
Num sussurar sereno...
Uma asa flutua a cada sonho,
Risos e abracos,
Nesse desmedir medonho,
Num reflectir deste traço.
Humanidade
Nesta hora me encontro a escrever, acontecimentos breves talvez, sem esperar receber algo gratificante em troca, so espero receber a atencao merecida, aquela que me aumente o auge da absolvicao da arte.
De certo, fico especado a olhar se estarei a calcular o entrave secular, neste mundo sempre a rodopiar e a girar sem recuar…
Tremendo abanão sofri, me deu vontade de continuar, desactualizo o impar da humanidade, o reflexo do espelho, aquele por onde todos passam mas não pretendem situar.
Recalculo o misteficar da guarnicao da criatura, não creio conseguir dissuadir, apenas vou reflectir aquilo que ela precisar…
O destino faz o teu encontrar, o gesto que respira e vem para ti como se não quisesse voltar..
Utensilio do amanhecer e do respirar…
Dissabores amargos
O regresso
Vasto desperdicio de tempo,
Outrora me atormenta devagar,
Realça a vontade de viver,
Estremece o sentimento que é amar...
Guarda a saudade dentro do espaço,
Nao finge a solidao do teu ser,
Esmorece ao ver-te la ao fundo,
Procura e encontra o saber....
Piramides de cestas monotonas,
Reflectem o triunfo do amanhã,
Contudo nao sabem o que a gloria,
Sentando em cima de um divã..
Qualque acto te transforma,
Algo faz te mudar,
Mesmo que nao se note,
Hao de sempre lembrar...
Regresso a batalhas antigas,
Naquelas que receio entrar,
Demoro de todo o avanço,
Daqueles entes queridos que hao de sarar...
Consumismo
Troco o teu ego pelo fervor do sentimento, fujo desse universo deambulatorio, transpiro emocoes refrescantes, solto a fome da ternura do luar, protejo a paralisia do teu corpo, volto ao antigo estado de guarida..
Se obedecer ao meu intimo reflexo, vou obedecer ao teu sonho virtuoso, transplascendo a calma do teu sorriso, ao cheiro do teu perfume e ao aroma do teu beijo...
Consome me por dentro e por fora esse sentimento translouquente, tornando me num aparente doente, fiquei completamente louco , ou apenas diferente?...
Comentários (13)
FLORBELA ESPANCA : paixão na primeira poesia! poesia que vasa sentimento pra todos os lados! sentimentos que espelham sofrimentos d'alma!
Alma luz! Poesia.
naseu en 8 de dezembro e moreu em 8 de dezembro
.....erro atrás de erro.... Cada calinada ortográfica capaz de por vacas a grunhir.....Deus, assevera que a língua portuguesa em locais de domínio linguístico como este é suposto ser, dizia, deixa no exterior erros crassos, quer de incúria, quer por livre arbítrio
.....quanto à violência mefítica daqueles que, por não se saberem sentados em palha, julgarão seus atributos na jactância da vil existência que se lhes (a eles próprios) conferem. Falar ou opinar sobre língua portuguesa e, com quem dela se serviu para redesenharem a sua alma como Deus assentiu o mundo pela geometria, sem o fervor da deferência, então nada sabe sobre o parir duma Essência
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Español
.....começo sempre com reticências quando a minha alma não sabe o que ordenar à mão manuense....algo tangível que se lhe dedique humanamente possível atingi-la por tamanha arte de pôr na dor a poesia de sentir,, eu estive em Vila viçosa, e esta de flor só tem que ser viva
Florbela exagerada que só ela vi
Intelligent keyboards fuck words lose across the streets. ...Ha ha ha
Nâo. Ser poeta nâo é ser maior. A vossa ordem está errada. Quando quiserem saber onde comessa (o meu teclado está hostil) a a grande sabedoria de uma, talvez, quiça, a mais impoortante poetisa portuguesa, não inicuam na soberba, que, eu ateista e tolerante com todas as religiões....não posso aceitar. Grande poetisa, nâo maior que ninguém. Grande é aquele que vê na Humanidade seu alto desiderato.
Florbela, com metro ou sem métrica tenho raiva do tempo em que nos perdemos. Não acredito em épicas declarações apesar de um dos maiores de todos. Preferia ser aquela ou quem quisesses que fosse e saciasse rua sede de infinito como amiga ou realidade à tua escolha. Essa languidez envolve-me e esse medo esse frio... Pudera estar aí para te dar uma palavra uma mão uma opinião de como és real e completamente gente, admiravelmente mulher, poetiza por decorrências irresolvidas. Beijinhos
Ser poeta é ser mais alto, é ser maior Do que os homens! Morder como quem beija! É ser mendigo e dar como quem seja Rei do Reino de Aquém e de Além Dor! É ter de mil desejos o esplendor E não saber sequer que se deseja! É ter cá dentro um astro que flameja, É ter garras e asas de condor! É ter fome, é ter sede de Infinito! Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim... É condensar o mundo num só grito! E é amar-te, assim, perdidamente... É seres alma, e sangue, e vida em mim E dizê-lo cantando a toda a gente!
quanta besteira leio aqui, de pessoas que julgam, uma pessoa por seus escritos e vidaa particular.poesia é poesia, o particular fica a parte. porem, deus infelismente não dá a todos em seus neuroneos, a capacidade de ser e escrever como ''Flor Bela''...é quando se vê quanta estupidez e inguinorância.
POESIAS SAO CHATAS MAS SAO MUITO ESPERIENTES DE FAZER NAO SEI OQUE MAS E LEGAL KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK