Lista de Poemas
VERDES MATAS
O azul do céu ilumina
O amarelo sol de sua alma
Ainda cândida e singela.
Em teus lábios
Doce
A brancura do primeiro beijo
Que me fizeste ter com a lua.
Lembro-me
Teus afagos de criança menina.
Mel,
Que meus olhos se lambuzaram.
Hoje, Mulher...
O amarelo sol de sua alma
Ainda cândida e singela.
Em teus lábios
Doce
A brancura do primeiro beijo
Que me fizeste ter com a lua.
Lembro-me
Teus afagos de criança menina.
Mel,
Que meus olhos se lambuzaram.
Hoje, Mulher...
👁️ 767
ESTRADA
Único sentido
verdade.
Sentimento forte
realidade
clareza
limpidez
purificação
e simplicidade.
Dominam minha alma de poeta.
O coração pulsa
para mulher amada,
em formas,
cores,
sofismo
e gestos....
Leonardo Luiz Ludovico Póvoa
verdade.
Sentimento forte
realidade
clareza
limpidez
purificação
e simplicidade.
Dominam minha alma de poeta.
O coração pulsa
para mulher amada,
em formas,
cores,
sofismo
e gestos....
Leonardo Luiz Ludovico Póvoa
👁️ 826
QUERER
As garras dos hipócritas
não ferem a pele dos sábios...
Bem como não sangra o leite da vida.
Leonardo Luiz Ludovico Póvoa
não ferem a pele dos sábios...
Bem como não sangra o leite da vida.
Leonardo Luiz Ludovico Póvoa
👁️ 700
GOYAZ
Mares.
Rios
Tocantins, Araguaia.
Pensamentos em líquido aquoso.
Meu navio sereno ao vento.
Navegando, navegando...
Deparar-me-ei em um porto,
Ao longe o que eras?
Seu nome fixo: Saudade
Lancei âncora, aportei-me .... e ligeiramente, parti.
Ficou um pedaço de meus pensamentos.
Segui viagem.
Tempestade
noite
um relento
avistei algo chamado: Solidão.
Navegava, navegava...
Ao seu lado estive.
Porém acelerei viagem.
No norte do horizonte
o porto do amor.
Reduzi e ancorei.
A emoção? Inebriada.
Imenso
Ilimitado
Grandioso
Claro, límpido, belo
Singelo
o elo
com o porto.
Longo tempo, ali estive.
Anos se passaram...
Prédios, as paixões.
Ruas, veias do coração/alma.
Casas, a maior memória.
Construída com o vento beijo.
Coração frio, alma quente.
Vivi ali, longos anos
mas um dia resolvi partir.
Construirei a maior cidade : VOCÊ
Leonardo Luiz Ludovico Póvoa
Rios
Tocantins, Araguaia.
Pensamentos em líquido aquoso.
Meu navio sereno ao vento.
Navegando, navegando...
Deparar-me-ei em um porto,
Ao longe o que eras?
Seu nome fixo: Saudade
Lancei âncora, aportei-me .... e ligeiramente, parti.
Ficou um pedaço de meus pensamentos.
Segui viagem.
Tempestade
noite
um relento
avistei algo chamado: Solidão.
Navegava, navegava...
Ao seu lado estive.
Porém acelerei viagem.
No norte do horizonte
o porto do amor.
Reduzi e ancorei.
A emoção? Inebriada.
Imenso
Ilimitado
Grandioso
Claro, límpido, belo
Singelo
o elo
com o porto.
Longo tempo, ali estive.
Anos se passaram...
Prédios, as paixões.
Ruas, veias do coração/alma.
Casas, a maior memória.
Construída com o vento beijo.
Coração frio, alma quente.
Vivi ali, longos anos
mas um dia resolvi partir.
Construirei a maior cidade : VOCÊ
Leonardo Luiz Ludovico Póvoa
👁️ 798
SOFIA
(Dedico ao meu violão)
Toque dos tambores,
proclamam índios e deuses.
Fogo arde
esquentando nossos corações...
Violão chorando
expressões de sentimentos
ao vento
a água
ao mar
ao ar...
Olho-te como uma deusa
no som dos instrumentos
chamam teu nome
o espírito do amor.
Leonardo Luiz Ludovico Póvoa
Toque dos tambores,
proclamam índios e deuses.
Fogo arde
esquentando nossos corações...
Violão chorando
expressões de sentimentos
ao vento
a água
ao mar
ao ar...
Olho-te como uma deusa
no som dos instrumentos
chamam teu nome
o espírito do amor.
Leonardo Luiz Ludovico Póvoa
👁️ 682
CANTIGA A BRASÍLIA
Deixo minha terra natal
em busca junta fraternal
Eis-me aqui, Brasília
ordem, progresso e moral
Encontro à verdadeira natureza
entrelaçada às pedras verticais construídas
e maltratadas pelos homens.
Belos sons de cantigas eletrônicas
Rezas em ondas sonoras
Os pássaros gritam seu perdão
O sol em procissão ao seu finito infinito
Agora, sinto, aqui, presente
Embriagado pela graça,
Rebuscando cores e fantasias no papel.
No corpo o desejo ardente
de um sexo empolgante e fascinante
que foi traído pelas paredes verticais
do universo brasiliense, frio e calculista.
Juntei a mente ao corpo
Beleza singular e prima do sossego
Confortando meu desejo carnal.
Oh, Mulher, tu ainda, não conheceste
a vivacidade eterna de um carinho amigo.
As rosas, como dizem, são tuas irmãs
e sempre serão
Coloridas, fogosas, cheirosas
Espinhentas e venenosas ao toque do olhar.
Reencontro dos amigos
estes deram a mente à certeza de registrar nossos fatos
Goles frenéticos de um jovem eloqüente
pela graça que a vida nos apresenta
Histórias, foi buscar.
Divertimos como crianças no parque
a deslizar nossas memórias em escorregadores e balanços
onde ainda brincam todos.
O tempo levou-os, como leva o doce de nossa boca
enquanto degustamos seu gosto
Amei aquela que feriu meu corpo
Toquei- a como o vento
que nos alimenta e parte em busca de novas vidas...
Encontro com minha alma
esta as asas do anjo para o tempo
Meu corpo, mente e alma
Trindade benevolente
Alma que levanta meu corpo
rega minhas emoções e paixões
a limites que a terra me propiciou.
Sinto um bicho,
só
um bicho.
O entardecer vem chegando em minha trindade
Seu silêncio é inimaginável
Bem como suas cores que a cada segundo recria e cria
outras novas cores, singulares e impróprias.
Peço em sagrado coração
que leve, leve-me contigo
para poder entender porque somente sabem amar
os que não tem razão para fala.
Leonardo Luiz Ludovico Póvoa
em busca junta fraternal
Eis-me aqui, Brasília
ordem, progresso e moral
Encontro à verdadeira natureza
entrelaçada às pedras verticais construídas
e maltratadas pelos homens.
Belos sons de cantigas eletrônicas
Rezas em ondas sonoras
Os pássaros gritam seu perdão
O sol em procissão ao seu finito infinito
Agora, sinto, aqui, presente
Embriagado pela graça,
Rebuscando cores e fantasias no papel.
No corpo o desejo ardente
de um sexo empolgante e fascinante
que foi traído pelas paredes verticais
do universo brasiliense, frio e calculista.
Juntei a mente ao corpo
Beleza singular e prima do sossego
Confortando meu desejo carnal.
Oh, Mulher, tu ainda, não conheceste
a vivacidade eterna de um carinho amigo.
As rosas, como dizem, são tuas irmãs
e sempre serão
Coloridas, fogosas, cheirosas
Espinhentas e venenosas ao toque do olhar.
Reencontro dos amigos
estes deram a mente à certeza de registrar nossos fatos
Goles frenéticos de um jovem eloqüente
pela graça que a vida nos apresenta
Histórias, foi buscar.
Divertimos como crianças no parque
a deslizar nossas memórias em escorregadores e balanços
onde ainda brincam todos.
O tempo levou-os, como leva o doce de nossa boca
enquanto degustamos seu gosto
Amei aquela que feriu meu corpo
Toquei- a como o vento
que nos alimenta e parte em busca de novas vidas...
Encontro com minha alma
esta as asas do anjo para o tempo
Meu corpo, mente e alma
Trindade benevolente
Alma que levanta meu corpo
rega minhas emoções e paixões
a limites que a terra me propiciou.
Sinto um bicho,
só
um bicho.
O entardecer vem chegando em minha trindade
Seu silêncio é inimaginável
Bem como suas cores que a cada segundo recria e cria
outras novas cores, singulares e impróprias.
Peço em sagrado coração
que leve, leve-me contigo
para poder entender porque somente sabem amar
os que não tem razão para fala.
Leonardo Luiz Ludovico Póvoa
👁️ 853
SOLITATEM
Oh saudade!
Será que existes
ou me enganas de banzo?
Deus,
solidão.
Alma,
razão.
Realidade
emoção.
LEONARDO LUIZ LUDOVICO PÓVOA
Será que existes
ou me enganas de banzo?
Deus,
solidão.
Alma,
razão.
Realidade
emoção.
LEONARDO LUIZ LUDOVICO PÓVOA
👁️ 810
ONDAS
Pequeno
neste imenso papel.
Transmissão do imenso mar.
Suas ondas
seu cheiro
sua infinita realidade
concreta:
Amar...
Leonardo Luiz Ludovico Póvoa
neste imenso papel.
Transmissão do imenso mar.
Suas ondas
seu cheiro
sua infinita realidade
concreta:
Amar...
Leonardo Luiz Ludovico Póvoa
👁️ 721
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