Lista de Poemas
À Mais Querida Lembrança
Doce tempo que já não volta
Memória que não mais me solta
A qual quero recordar a toda hora
Doces anos de minha infância
Bons dias que foram embora
Em que o mundo tinha menos importância
Viagem a fazer no tempo
A vida era um verde campo
Do berço o primeiro momento
Em que eu, do dia, virei senhor
Desconhecia qualquer sofrimento
Vivia a vida sem dor
Então, de supetão
Notícias de separação
Memória que não mais me solta
A qual quero recordar a toda hora
Doces anos de minha infância
Bons dias que foram embora
Em que o mundo tinha menos importância
Viagem a fazer no tempo
A vida era um verde campo
Do berço o primeiro momento
Em que eu, do dia, virei senhor
Desconhecia qualquer sofrimento
Vivia a vida sem dor
Então, de supetão
Notícias de separação
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À Mais Nobre das Línguas
Ó bela, rica, perfeita
Língua que a todos deleita
De gênios tens aos montes
Camões, dileto filho e Machado
Sobre o vasto oceano forjaste eternas pontes
Ao ouvir-te não há quem não fique encantado
Que privilégio receber de berço
Tal bênção que sequer sei se mereço
Monteiro, Euclydes e outros tantos
Eça, Pessoa, Amado e Maria
Guardiões de uma série de contos
Qual herança mais nobre existiria?
Língua de reis, plebeus e artistas
Ó língua portuguesa, quanto me orgulha que existas
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À Terra Amada
Ó doce! Ó pia! Ó santa!
Bela é minha terra onde o vento canta
Saudades são muitas
Pois lá não vou há tempo
Anseio que passem-mos dias e novamente veja suas ruas
Cumprimentar-te-ei, espero eu sem contratempo
Ó terra de grande importância
Palco dos bons anos da minha infância
Do Cerrado és tu a mais bela
Teu céu azul e alvas núvens minha herança
Teu brilhante sol que é tua sentinela
Desperta em mim boa e velha lembrança
Perder-te seria a minha tragédia
Ó minha querida Uberlândia
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À Vida Doce-Amarga
Anda quem pode, corre quem deve
Passam-me os dias, oh doce morte peço que não me leve
Não agora, embora não tenha medo
Receio algum, cara amiga, me consome
Mesmo assim eu peço, não me leve cedo
Muito tenho aqui a fazer, de ninguém matei a fome
Oportunidade áurea quis eu aproveitar
Vim à Terra aprender, sofrer, sorrir e acima de tudo pagar
Aceito, recebo eu a morte de bom grado, mas peço mais tempo
Pois nenhum irmão ainda eu tirei do relento
Que eu não a veja, morte amiga de antetempo
Oh vida doce-amarga de sofrimento e decepção, e meu maior alento
É a vida, é a vida, oh terrível-doce vida
Não é perfeita mas dela não abro mão
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