Lista de Poemas
Vale de Cedron
Tendo, Jesus terminado de orar,
Partiu com os seus discípulos...
E atravessaram o Vale de Cedron, sem exitar.
No jardim, onde entrou, contra o mal orou, ao Pai pediu auxílios.
Judas, também conhecia aquele lugar
E foi lá ter, para o entregar,
Com uma escolta de guardas,
Que traziam também, armas...
Vinham apanhar, Jesus Cristo,
Que logo lhes perguntou:
A que vieste, com tudo isto?
E tornou a perguntar: A quem buscais?
E disseram-lhe, em voz que entoou.
A Jesus Cristo! Que disse: Eu Sou; Porque não me apanhais?
Partiu com os seus discípulos...
E atravessaram o Vale de Cedron, sem exitar.
No jardim, onde entrou, contra o mal orou, ao Pai pediu auxílios.
Judas, também conhecia aquele lugar
E foi lá ter, para o entregar,
Com uma escolta de guardas,
Que traziam também, armas...
Vinham apanhar, Jesus Cristo,
Que logo lhes perguntou:
A que vieste, com tudo isto?
E tornou a perguntar: A quem buscais?
E disseram-lhe, em voz que entoou.
A Jesus Cristo! Que disse: Eu Sou; Porque não me apanhais?
👁️ 17
Louco
Sou louco, enfim é verdade!
Mas antes, quero esta loucura!
Do que outro estado, sem liberdade!
Porque sou livre! Neste estado, que perdura.
Louco! Mas quem é louco?! Eu?...
Ou os outros que me perseguem?
Tu também, o és. Nesse sentir teu.
Eu sou! Mas sou, porque assim, louco me fizeram!
Tu tornas-te louco! Louco!... louco!…
Eu não. Nunca fui de outro modo…
Nasci louco e continuei… Mais um pouco!
Mas tu és louco e não eras!...
Eu sendo, sempre louco, estou amando sem medo.
Com amor de loucuras de outras, eras!
👁️ 21
Exaltar
Exaltai-vos pois, vós santos!
Em vós mesmos e odiai o pecado!
E também o pecador e seus actos!
Deixo-vos este recado que vos é dado!
Fazei assim! Continuai! Continuai!
Sede inquisidores, continuai pois!
Matai em nome de Deus! Matai!
Vós apóstolos e profetas, continuai agora e depois.
Porque eu pecador e sujo!
Tal não faço! Não faço!
Nem tenho tal dom para uso!
Estando morto, me humilharei!
Ainda amo ao pobre e ao fraco.
Pois eis que eternamente amarei!...
Em vós mesmos e odiai o pecado!
E também o pecador e seus actos!
Deixo-vos este recado que vos é dado!
Fazei assim! Continuai! Continuai!
Sede inquisidores, continuai pois!
Matai em nome de Deus! Matai!
Vós apóstolos e profetas, continuai agora e depois.
Porque eu pecador e sujo!
Tal não faço! Não faço!
Nem tenho tal dom para uso!
Estando morto, me humilharei!
Ainda amo ao pobre e ao fraco.
Pois eis que eternamente amarei!...
👁️ 42
Sabei
Sabe tu terra e universo!
Que estando, como estou.
Num abismo, tão perverso!
Nesta vida e morte que sou!
E tu Pai e Deus meu!
Sim criador e vós criatura!
Aqui fala a vida que, Deus nos deu.
E que é mais alta, que minha amargura!
Estou mal, mal, mal!
Nem morto, nem vivo!
Nem nada em mim sou afinal
Mas sabei ainda: Vós Pai, Filho
E Espírito Santo, divo!
Em vós creio! E convosco, vida eterna, partilho!
Que estando, como estou.
Num abismo, tão perverso!
Nesta vida e morte que sou!
E tu Pai e Deus meu!
Sim criador e vós criatura!
Aqui fala a vida que, Deus nos deu.
E que é mais alta, que minha amargura!
Estou mal, mal, mal!
Nem morto, nem vivo!
Nem nada em mim sou afinal
Mas sabei ainda: Vós Pai, Filho
E Espírito Santo, divo!
Em vós creio! E convosco, vida eterna, partilho!
👁️ 31
Jacob
E disse o Senhor a Jacó!
Meu servo, és tu…
E não o teu irmão, Esaú!
Só tu podes agir! Sim! Tu só!
Mostrar ao mundo a verdade.
A de Abraão e de Adão…
A de Abel e de Noé, fidelidade.
Conta-a aos filhos de Cão!
Tu meu servo! Ouve!
Eu estou contigo!
Eu a Betel te trouxe…
Eu te guardarei…
Como o fiz, em tempo antigo,
Aos santos, que enviei!...
👁️ 23
Paixão
Não posso amar-te, pois não!
Nem sentir esta paixão!...
Porque amar-te assim é pecado.
Pois sou também casado!
E Deus me disse: Tal é errado.
Para mim e para ti.
Procura um caminho, mais apurado,
Para ti, então aqui.
Tu podes, eu posso ser feliz,
Fazendo a de Deus vontade!...
Porque assim, ele quis!
Deus é o Senhor!
Deus é verdade,
Mais alto, que o nosso amor!
Nem sentir esta paixão!...
Porque amar-te assim é pecado.
Pois sou também casado!
E Deus me disse: Tal é errado.
Para mim e para ti.
Procura um caminho, mais apurado,
Para ti, então aqui.
Tu podes, eu posso ser feliz,
Fazendo a de Deus vontade!...
Porque assim, ele quis!
Deus é o Senhor!
Deus é verdade,
Mais alto, que o nosso amor!
👁️ 7
Fora
Vós que me lançaste fora.
Do vosso meio, o fizestes.
Sabei, então que Deus permitiu, que tal acto, cometêsseis.
Porque, ele está nisto, também agora.
Ele me disse:
Faz isso, que te mando!...
E eu fiz, isso!
A Deus, amando!...
Sim! Sou de Deus!
Oxalá, vós sejais!
E não fosseis, ateus.
Sim! Sou santo!
E um dia, ambas as partes, portanto:
Eu e vós estaremos, nos átrios, seus!...
Do vosso meio, o fizestes.
Sabei, então que Deus permitiu, que tal acto, cometêsseis.
Porque, ele está nisto, também agora.
Ele me disse:
Faz isso, que te mando!...
E eu fiz, isso!
A Deus, amando!...
Sim! Sou de Deus!
Oxalá, vós sejais!
E não fosseis, ateus.
Sim! Sou santo!
E um dia, ambas as partes, portanto:
Eu e vós estaremos, nos átrios, seus!...
👁️ 14
Cantos
Vem aí o rei Dom Afonso, primeiro!
Vem num cavalo , branco…
Vem reinar como o derradeiro!
Voltará a Guimarães e vem ao meu encontro.
Vem ele e o rei de Salém!
Sim! Vem, também! Também...
Ele vem, oh Portugal! Meu pais natal!
Por isso , alegra-te, oh Portugal!...
E vós de Castela! Voltareis para lá…
E também , vós de Leão e Navarra!
E tu Tarique, de África, não ficarás cá!
Mas o Gibaltrar, esse estreito, teu barco afundará.
Canta! Camões canta!...
Meu amigo! Teu canto, entoa!
Nessa voz de poeta! O teu eco, ecoa.
Diz a Tarique, que Portugal é terra, Santa!
CANTO II
Sim poeta! Canta feitos heróicos!
Canta Portugal e aquela história,
De Inês de Castro, que morreu,
Por amar tanto, assim aconteceu.
Nos tempos, do passado, humano.
Nos actos , sempre históricos…
Canta! Desde o grande, lusitano,
Nesta Ibéria, terra, do deus Baco.
Canta e canta por minha alma.
E por a gente lusa. Sem que esta,
Venha a perder a paz e a calma!
Também por ti, Camões!… Oh poeta!
Continuarei o teu escrito e teu alerta!
Mas agora, é outro canto e cântico.
Vou contar a história de Portugal,
Num todo universal, e sem igual.
Porque, Portugal, nasceu, um dia…
Mas quem , o imaginaria ou diria?!
Que nasceu, em longes terras e tempos.
Nasceu, antes do sol e dos ventos!
Nasceu como eu, naquele princípio,
Em que eu e Portugal, na verdade,
Não éramos Mas ele era, antes tudo.
Antes do existente , mundo…
Nasceu lá, antes do céu…
Como do pensamento, de Deus, nasci, eu!…
CANTO III
Portugal, nasceu no céu , um dia.
No tempo em que Yavé, à terra disse:
Haja, entre luz e trevas, separação, sim isso!
E Deus, viu que era bom. O fruto do se dom.
E fez Deus a terra e céu. E também, o meu eu.
E as estrelas. E tudo o fez com amor! Amor!
Esse dia foi de resplendor, sem dor!...
Porque, ela não existia, de modo algum.
Nem , em Deus dor ,esteve no coração, sentimento.
Pois Deus é bom, eternamente, eternamente!
Vou-te contar, oh real rei de Espanha,
A história de Portugal, esse pais lindo.
Esse pais, que teus reis, nem sempre.
Na história do tempo e do vento…
Lhe deram o seu amar, ou seu estimar.
Estas terras, da ibéria, eram terras…
Onde os filhos, de Noé pela paz,
Fizeram, muitas guerras!…
CANTO IV
Vou te contar, oh real majestade de Espanha,
A história de Portugal. Esse pais lindo…
Esse pais, que teus reis, nem sempre lhe deram, amar.
Oh da península, dos gregos! E dos Fenícios, rei!
Rei da Hispânica terra e de Portucalen e da Galiza… do mar
Vossa majestade, sabei que vosso reino e este cá, onde fostes vindo,
São eternos e com muito encanto, de beleza tamanha!…
Por isso eu lhe canto, este canto. Sim para ti , oh rei, das Astúrias!
Portugal e Espanha, saíram do de Deus coração.
Meu rei e minha rainha! Ilustre, senhora, dessa nação.
Senhora da Espanha. Vós sois bela e linda, da Grécia.
Eis que de lá também, fostes nascida e ainda para cá vinda.
Pois então! Cantai, comigo, em pranto, canto e fado!…
Ao Deus do céu!… e ainda em oração, nesta canção.
Pois ele é o Senhor meu e vosso!… Que nos tira o enfado!
E os reinos do mundo, vieram do nosso bom pastor!…
CANTO V
Vou pois, te contar o que aconteceu,
No dia em que o tempo, também, assim, nasceu!
Sabe oh rei da Ibéria, que antes de Portugal
E Espanha! Era somente, Deus afinal!…
Era Deus, o Verbo e o Espírito, que sempre venceu!
E antes do tempo! Perdoa oh real majestade!
Mas tenho que parar, por agora, este narrar da verdade.
Sabe pois! Que minha alma está, tão cheia
De tanta Glória! E de tanta água , ainda que também, pranteia!
E alma minha tem tanta mágoa, mais que toda do teu reino, água.
Por isso, os factos se amontoam e tantos e todos querem, sair,
Para a ti chegarem e a teu ser dar, um eterno, sorrir!…
Assim, estes… Por mim, já ao sair, não, já cabem!
Porque deste ser meu eternas verdades , ainda, saem!...
CANTO VI
Meu rei e senhor! Vou continuar, a contar!
Neste meu , tanto a vós amar e estimar
A história , destas terras do azul mar…
Sim! Ilustre rei, de Portucalen e da Galiza!
Onde Plágio, lutou contra Tarique!
Lembra-te! Então que és rei, da terra, que de Deus, desceu.
A ti , oh rei eu amo!… E teu filho ou neto, subirá ao trono.
Assim , Portugal! E Espanha, são o teu reino, que Deus te deu.
Meu rei do eterno bem!… Tu és rei, desta terra, linda…
Cuja paz, nuca dela haverá, outro, como de Deus , o dono…
Tu reinarás eternamente… Com o «Ancião, de dias», de Jerusalém.
Sabe oh rei! Que abaixo, de Jerusalém! Terra do além…!
Será Espanha e também Portucalen. Isto no tempo eterno!…
E o Egipto de Deus e nosso também, será, para sempre.
E o Deus do céu, reinará connosco eternamente. E então, haverá, sem findo, bem!
Vem num cavalo , branco…
Vem reinar como o derradeiro!
Voltará a Guimarães e vem ao meu encontro.
Vem ele e o rei de Salém!
Sim! Vem, também! Também...
Ele vem, oh Portugal! Meu pais natal!
Por isso , alegra-te, oh Portugal!...
E vós de Castela! Voltareis para lá…
E também , vós de Leão e Navarra!
E tu Tarique, de África, não ficarás cá!
Mas o Gibaltrar, esse estreito, teu barco afundará.
Canta! Camões canta!...
Meu amigo! Teu canto, entoa!
Nessa voz de poeta! O teu eco, ecoa.
Diz a Tarique, que Portugal é terra, Santa!
CANTO II
Sim poeta! Canta feitos heróicos!
Canta Portugal e aquela história,
De Inês de Castro, que morreu,
Por amar tanto, assim aconteceu.
Nos tempos, do passado, humano.
Nos actos , sempre históricos…
Canta! Desde o grande, lusitano,
Nesta Ibéria, terra, do deus Baco.
Canta e canta por minha alma.
E por a gente lusa. Sem que esta,
Venha a perder a paz e a calma!
Também por ti, Camões!… Oh poeta!
Continuarei o teu escrito e teu alerta!
Mas agora, é outro canto e cântico.
Vou contar a história de Portugal,
Num todo universal, e sem igual.
Porque, Portugal, nasceu, um dia…
Mas quem , o imaginaria ou diria?!
Que nasceu, em longes terras e tempos.
Nasceu, antes do sol e dos ventos!
Nasceu como eu, naquele princípio,
Em que eu e Portugal, na verdade,
Não éramos Mas ele era, antes tudo.
Antes do existente , mundo…
Nasceu lá, antes do céu…
Como do pensamento, de Deus, nasci, eu!…
CANTO III
Portugal, nasceu no céu , um dia.
No tempo em que Yavé, à terra disse:
Haja, entre luz e trevas, separação, sim isso!
E Deus, viu que era bom. O fruto do se dom.
E fez Deus a terra e céu. E também, o meu eu.
E as estrelas. E tudo o fez com amor! Amor!
Esse dia foi de resplendor, sem dor!...
Porque, ela não existia, de modo algum.
Nem , em Deus dor ,esteve no coração, sentimento.
Pois Deus é bom, eternamente, eternamente!
Vou-te contar, oh real rei de Espanha,
A história de Portugal, esse pais lindo.
Esse pais, que teus reis, nem sempre.
Na história do tempo e do vento…
Lhe deram o seu amar, ou seu estimar.
Estas terras, da ibéria, eram terras…
Onde os filhos, de Noé pela paz,
Fizeram, muitas guerras!…
CANTO IV
Vou te contar, oh real majestade de Espanha,
A história de Portugal. Esse pais lindo…
Esse pais, que teus reis, nem sempre lhe deram, amar.
Oh da península, dos gregos! E dos Fenícios, rei!
Rei da Hispânica terra e de Portucalen e da Galiza… do mar
Vossa majestade, sabei que vosso reino e este cá, onde fostes vindo,
São eternos e com muito encanto, de beleza tamanha!…
Por isso eu lhe canto, este canto. Sim para ti , oh rei, das Astúrias!
Portugal e Espanha, saíram do de Deus coração.
Meu rei e minha rainha! Ilustre, senhora, dessa nação.
Senhora da Espanha. Vós sois bela e linda, da Grécia.
Eis que de lá também, fostes nascida e ainda para cá vinda.
Pois então! Cantai, comigo, em pranto, canto e fado!…
Ao Deus do céu!… e ainda em oração, nesta canção.
Pois ele é o Senhor meu e vosso!… Que nos tira o enfado!
E os reinos do mundo, vieram do nosso bom pastor!…
CANTO V
Vou pois, te contar o que aconteceu,
No dia em que o tempo, também, assim, nasceu!
Sabe oh rei da Ibéria, que antes de Portugal
E Espanha! Era somente, Deus afinal!…
Era Deus, o Verbo e o Espírito, que sempre venceu!
E antes do tempo! Perdoa oh real majestade!
Mas tenho que parar, por agora, este narrar da verdade.
Sabe pois! Que minha alma está, tão cheia
De tanta Glória! E de tanta água , ainda que também, pranteia!
E alma minha tem tanta mágoa, mais que toda do teu reino, água.
Por isso, os factos se amontoam e tantos e todos querem, sair,
Para a ti chegarem e a teu ser dar, um eterno, sorrir!…
Assim, estes… Por mim, já ao sair, não, já cabem!
Porque deste ser meu eternas verdades , ainda, saem!...
CANTO VI
Meu rei e senhor! Vou continuar, a contar!
Neste meu , tanto a vós amar e estimar
A história , destas terras do azul mar…
Sim! Ilustre rei, de Portucalen e da Galiza!
Onde Plágio, lutou contra Tarique!
Lembra-te! Então que és rei, da terra, que de Deus, desceu.
A ti , oh rei eu amo!… E teu filho ou neto, subirá ao trono.
Assim , Portugal! E Espanha, são o teu reino, que Deus te deu.
Meu rei do eterno bem!… Tu és rei, desta terra, linda…
Cuja paz, nuca dela haverá, outro, como de Deus , o dono…
Tu reinarás eternamente… Com o «Ancião, de dias», de Jerusalém.
Sabe oh rei! Que abaixo, de Jerusalém! Terra do além…!
Será Espanha e também Portucalen. Isto no tempo eterno!…
E o Egipto de Deus e nosso também, será, para sempre.
E o Deus do céu, reinará connosco eternamente. E então, haverá, sem findo, bem!
👁️ 68
Bem Aventurado
Bem-aventurado, tu que estás na verdade!
Nesse campo de verdes pastos...
Nesse rio de águas, que corre sem velocidade.
Nessa terra, onde se ouvem, de paz cantos.
Vai caminha, nesse caminho,
Segue a luz que nele vai...
Caminha tu, homem-menino!
Nesse caminho em que não se dá mais um ai.
Vai! Vai! Vai!...
Continua! Continua! Continua!...
Pois essa terra, já do tempo sai!
Eis que vais andando e triunfando.
Cantando, cantando...
Eternamente ... Aleluia!
👁️ 30
Monchique
E vi um tempo, sem tempo.
Tempo de eternidade, sem cansaço!
O vento parou. Não há mais fracasso,
Para todo o sempre…
Porque as amendoeiras, do Algarve, voltaram.
E há flores, nelas lá!...
E os laranjais floresceram!...
Também em Leiria, os desaparecidos, pinheiros voltaram.
Em Monchique, o jardim da Portela do Cano, floresce.
As açucenas, já perfumam!...
Na roseira, a rosa cresce.
E no Vale do Linho,
Como em Monção, nos canteiros e socalcos,
Há lírios, que crescem…
Os campos de cevada e trigo,
São grandes e muitos,
Como no tempo do tempo, antigo…
👁️ 28
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Escrevo já há algum tempo. Não publiquei nenhum livro, mas gostava de fazê - lo.
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