Lista de Poemas
E Dir-se-a
E DIR-SE-Á
Assim diz o Senhor:
Tu existência
E elementos do teu compôr!
Diante vós, ainda tenho insistência!
Especialmente, vós humanos!
Regressai a mim...
Pois cumprirei, os meus planos,
Deste modo assim:
Eis que cedo virei...
Eu sou o que sou...
Eu reinarei...
Sou, era e hei-de vir...
E dir-se-á «Eis que conta tomou,
De todo o existir»!!!
Assim diz o Senhor:
Tu existência
E elementos do teu compôr!
Diante vós, ainda tenho insistência!
Especialmente, vós humanos!
Regressai a mim...
Pois cumprirei, os meus planos,
Deste modo assim:
Eis que cedo virei...
Eu sou o que sou...
Eu reinarei...
Sou, era e hei-de vir...
E dir-se-á «Eis que conta tomou,
De todo o existir»!!!
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Salário
Eu defendo o que a bíblia diz, que o obreiro é digno do seu salário. Quer no velho testamento, quer no novo, os servos de Deus recebiam da igreja ou do serviço do templo.
Mas há pessoas crentes que acham que não devem os pastores ter salário. Dizem estes, que o obreiro deve ter fé! Eu pergunto, que fé é essa? E os crentes porque recebem e não têm fé também? Isto é muito complicado! A falta de amor é muito grave!
Atenção a isto! Há pessoas más mesmo. O que diz o Apóstolo Tiago sobre isto? A fé sem as obras é morta? Se eu não tivesse pago a segurança social, pela igreja que pagou, como pagaria eu a instituição ondo estou? Pois eu tenho fé! Mas a falta de amor é pecado! E digo isto, não por mim, mas pelos que estão no ministério! Amem os vossos pastores! Principalmente os verdadeiros e vossos amigos. Dêem os vossos dízimos.
A igreja não é fonte de lucro. Mas também não é fonte de miséria e falta de amor. Sinceramente eu acredito que há servos do Senhor a passar necessidades, principalmente em África, principalmente em Moçambique. E talvez em Portugal também. Que Deus abençoe.
Mas há pessoas crentes que acham que não devem os pastores ter salário. Dizem estes, que o obreiro deve ter fé! Eu pergunto, que fé é essa? E os crentes porque recebem e não têm fé também? Isto é muito complicado! A falta de amor é muito grave!
Atenção a isto! Há pessoas más mesmo. O que diz o Apóstolo Tiago sobre isto? A fé sem as obras é morta? Se eu não tivesse pago a segurança social, pela igreja que pagou, como pagaria eu a instituição ondo estou? Pois eu tenho fé! Mas a falta de amor é pecado! E digo isto, não por mim, mas pelos que estão no ministério! Amem os vossos pastores! Principalmente os verdadeiros e vossos amigos. Dêem os vossos dízimos.
A igreja não é fonte de lucro. Mas também não é fonte de miséria e falta de amor. Sinceramente eu acredito que há servos do Senhor a passar necessidades, principalmente em África, principalmente em Moçambique. E talvez em Portugal também. Que Deus abençoe.
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Flores do verde pinho
FLORES DO VERDE PINHO
«Ai flores do verde pinho»!
Ai vós Dinis, poeta!
Porque tu São Martinho!
Vós trés, ordem não deste certa?!
A esta terra de Leiria,
Para onde, eu viria.
Para que teu Pinhal,
Oh rei, bem me houvesse feito, afinal!
Mas eis, vós terras, de Afonsos reis...
Que do bem, dado...
Não, me houveis...
Pois nesta ansiedade,
Neste alma, triste estado...
Longes terras, almejo ainda, com do bem saudade!
«Ai flores do verde pinho»!
Ai vós Dinis, poeta!
Porque tu São Martinho!
Vós trés, ordem não deste certa?!
A esta terra de Leiria,
Para onde, eu viria.
Para que teu Pinhal,
Oh rei, bem me houvesse feito, afinal!
Mas eis, vós terras, de Afonsos reis...
Que do bem, dado...
Não, me houveis...
Pois nesta ansiedade,
Neste alma, triste estado...
Longes terras, almejo ainda, com do bem saudade!
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Contentamentos
CONTENTAMENTOS
Contentamentos! Sim! Sem maus ventos!
Sem tempos, nem tormentos!...
Neste meu pintar, de quadro.
Neste meu escrever, no quarto.
Assim pinto e escrevo, a minha alma!
Sem, que mal me faça perder, a calma.
Pinto dor!... Amor!... Verdade!...
Lealdade!... Caridade, sem idade!
Pinto... Com palavras e não com pincéis
Nem tão pouco, nos dedos uso anéis!...
E pinto uma pintura de escrita, à tarde!...
Que vai ficar, para sempre pintado...
No tempo e no não tempo. Não será, pois apagado.
Este meu quadro, lindo, sem idade!...
Ele fica fora, também do tempo...
Para meu, vosso, contentamento!
Sim! Povo do tempo e do amar...
Povo dos séculos e não séculos;
Povo dos milénios e fora d'eles.
Povo! E Deus dos tempos e sem ventos...
Assim pinto, meus e vossos contentamentos!...
Contentamentos! Sim! Sem maus ventos!
Sem tempos, nem tormentos!...
Neste meu pintar, de quadro.
Neste meu escrever, no quarto.
Assim pinto e escrevo, a minha alma!
Sem, que mal me faça perder, a calma.
Pinto dor!... Amor!... Verdade!...
Lealdade!... Caridade, sem idade!
Pinto... Com palavras e não com pincéis
Nem tão pouco, nos dedos uso anéis!...
E pinto uma pintura de escrita, à tarde!...
Que vai ficar, para sempre pintado...
No tempo e no não tempo. Não será, pois apagado.
Este meu quadro, lindo, sem idade!...
Ele fica fora, também do tempo...
Para meu, vosso, contentamento!
Sim! Povo do tempo e do amar...
Povo dos séculos e não séculos;
Povo dos milénios e fora d'eles.
Povo! E Deus dos tempos e sem ventos...
Assim pinto, meus e vossos contentamentos!...
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Plantar
PLANTAR
És meu amigo?
Então, porque, não m´auxilias a replantar,
Este campo já antigo?...
Com rosas da cor da paz, para o mundo, perfumar!
Vamos! Vem então.
Eu sozinho, pouco faço, com tremula mão...
Bem que eu queria fazer...
Mas nem água, em paz posso beber.
Plantemos! Plantemos! A paz.
Para que o menino,
Esta ação, continue e em homem, seja também capaz.
E sendo homem, seja também, pequenino.
E então, eu já sem tremer e todos, com emoção,
Cantaremos uma nova canção!
És meu amigo?
Então, porque, não m´auxilias a replantar,
Este campo já antigo?...
Com rosas da cor da paz, para o mundo, perfumar!
Vamos! Vem então.
Eu sozinho, pouco faço, com tremula mão...
Bem que eu queria fazer...
Mas nem água, em paz posso beber.
Plantemos! Plantemos! A paz.
Para que o menino,
Esta ação, continue e em homem, seja também capaz.
E sendo homem, seja também, pequenino.
E então, eu já sem tremer e todos, com emoção,
Cantaremos uma nova canção!
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Amigo de Minha Alma
AMIGO DA MINHA ALMA
Procurei o meu amigo,
Mas não o encontrei.
Sai aos pomares em Lamego,
Mas não o achei!
Minha alma, o invocava:
AMIGO! AMIGO! AMIGO!
Vem estar comigo!
Amigo da minha alma!
Se souberdes onde está!
Dizei-me, sem falta,
Que eu vou lá!
Porque meu amigo,
Minha alma exalta.
Pois ele é DIVINO!!!
Procurei o meu amigo,
Mas não o encontrei.
Sai aos pomares em Lamego,
Mas não o achei!
Minha alma, o invocava:
AMIGO! AMIGO! AMIGO!
Vem estar comigo!
Amigo da minha alma!
Se souberdes onde está!
Dizei-me, sem falta,
Que eu vou lá!
Porque meu amigo,
Minha alma exalta.
Pois ele é DIVINO!!!
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Rosa de Saron
ROSA DE SARON
Cravos e rosas, uni-vos!
E vós tulipas e antúrios.
E vós, do campo lírios...
E nesse lugar, vós goivos!
Abraçai a Rosa de Saron,
Que mãe vossa é.
Ela vos dá todo o dom.
E a mim, também até.
Oh flores de distintas cores!
Com ela avançai, avancemos,
Sobre este jardim nosso e d´ela, trabalhemos.
Para que tenha, cores suaves
E nele, eternamente...
Gloriosos, cânticos, entoem as aves.
Então nele se sentirá...
Para todo o sempre...
Vosso perfume, que em nós permanecerá!
Cravos e rosas, uni-vos!
E vós tulipas e antúrios.
E vós, do campo lírios...
E nesse lugar, vós goivos!
Abraçai a Rosa de Saron,
Que mãe vossa é.
Ela vos dá todo o dom.
E a mim, também até.
Oh flores de distintas cores!
Com ela avançai, avancemos,
Sobre este jardim nosso e d´ela, trabalhemos.
Para que tenha, cores suaves
E nele, eternamente...
Gloriosos, cânticos, entoem as aves.
Então nele se sentirá...
Para todo o sempre...
Vosso perfume, que em nós permanecerá!
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Os Cisnes
OS CISNES
O que sou?!...
Já que só estou.
Sou eu...
Só, neste ser meu.
E este eu...
É ainda amigo, teu.
Estando nesta solidão,
Se deixares, te darei a mão...
Para animo, darmos,
Aos brancos cisnes...
Para com eles, juntos nadarmos...
Em lago este. E às aves, cantarmos.
Novos cânticos rítmicos...
Para que nadem firmes, os cisnes!
O que sou?!...
Já que só estou.
Sou eu...
Só, neste ser meu.
E este eu...
É ainda amigo, teu.
Estando nesta solidão,
Se deixares, te darei a mão...
Para animo, darmos,
Aos brancos cisnes...
Para com eles, juntos nadarmos...
Em lago este. E às aves, cantarmos.
Novos cânticos rítmicos...
Para que nadem firmes, os cisnes!
👁️ 197
Justiça
Justiça
Se o justo, deixar o caminho da justiça e praticar a iniquidade, este não será salvo. Mas se o ímpio deixar o mau caminho e se converter, este será salvo.
Helder Duarte
Se o justo, deixar o caminho da justiça e praticar a iniquidade, este não será salvo. Mas se o ímpio deixar o mau caminho e se converter, este será salvo.
Helder Duarte
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Minhas Terras
Minhas terras
Em Monchique nasci.
A Alvor e Portimão desci.
Em Alcobaça casei.
Para a Deus servir, a Monchique voltei.
A Deus servindo,
Vim subindo
Ao Alentejo e ao Minho
E A TERRAS DO DOURO VINHO.
Mas houve fome nessa terra,
Com Deus fui ao Egipto,
Como foi o filho de TERA.
Mas de lá subi,
Senhor contigo,
Ao céu ascendi!...
Em Monchique nasci.
A Alvor e Portimão desci.
Em Alcobaça casei.
Para a Deus servir, a Monchique voltei.
A Deus servindo,
Vim subindo
Ao Alentejo e ao Minho
E A TERRAS DO DOURO VINHO.
Mas houve fome nessa terra,
Com Deus fui ao Egipto,
Como foi o filho de TERA.
Mas de lá subi,
Senhor contigo,
Ao céu ascendi!...
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Comentários (1)
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ademir domingos zanotelli
2024-07-11
Sabias palavras... parabéns Helder.... ademir.