Lista de Poemas
TEMPOS SOMBRIOS - V
... e no vale das sombras:
encontrei minha alma
perambulando
(sozinha) -
insone e aflita;
... e no vale das sombras:
me deparei e vi
(o lado feio da vida) -
o quanto guardamos
mágoas e ressentimentos;
... e no vale das sombras:
meu espírito vagou
(sonolento) -
querendo acordar
daquele pesadelo;
... e no vale das sombras:
eu acordei.
foi um sonho
(escapei) -
dos tempos sombrios!...
encontrei minha alma
perambulando
(sozinha) -
insone e aflita;
... e no vale das sombras:
me deparei e vi
(o lado feio da vida) -
o quanto guardamos
mágoas e ressentimentos;
... e no vale das sombras:
meu espírito vagou
(sonolento) -
querendo acordar
daquele pesadelo;
... e no vale das sombras:
eu acordei.
foi um sonho
(escapei) -
dos tempos sombrios!...
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O AMOR VEM MESMO É NA CONTRA MÃO
O amor não escolhe a quem amar
e quem é amado não pode se negar
a receber o que tem para guardar.
Não se deve recusar ser amado
se o tempo é prontamente chegado
há de se acalantar o amor doado.
O tempo (presente) deve ser vivido
de forma intensa... e a ele concedido
o direito de querer e ser querido.
O amor é um bem-querer perfeito
o coração a pulsar dentro do peito
foi quem escolheu o seu eleito.
Aquele que ama verdadeiramente
não exige nada em troca, somente
ama por amar... simplesmente.
Abre a tua mente, esquece a razão
o amor vem mesmo é na contramão
deixa-te amar com o teu coração.
e quem é amado não pode se negar
a receber o que tem para guardar.
Não se deve recusar ser amado
se o tempo é prontamente chegado
há de se acalantar o amor doado.
O tempo (presente) deve ser vivido
de forma intensa... e a ele concedido
o direito de querer e ser querido.
O amor é um bem-querer perfeito
o coração a pulsar dentro do peito
foi quem escolheu o seu eleito.
Aquele que ama verdadeiramente
não exige nada em troca, somente
ama por amar... simplesmente.
Abre a tua mente, esquece a razão
o amor vem mesmo é na contramão
deixa-te amar com o teu coração.
155
TENHO VONTADE DE ESCREVER...
Tenho vontade de
- escrever
- escrever
- escrever
até as letras caírem no chão
de tão gastas,
exaustas,
obsoletas,
inadequadas,
e até mesmo, atrapalhadas
com minha insânia...
Tenho vontade de
- escrever
- escrever
- escrever
até a inspiração me doer
as palavras suarem
gemerem
chorarem
sangrarem
Tenho vontade de
- escrever
- escrever
- escrever
até a lua mudar de fases
as marés subirem
as marés secarem
o sol iluminar o dia
__ as estrelas
enfeitarem o céu...
E quando não mais tiver
o que:
- escrever
- escrever
- escrever
quero adormecer
e sonhar...
para nova inspiração,
nascer...
e minha poesia
- voar
- voar
- voar.
- escrever
- escrever
- escrever
até as letras caírem no chão
de tão gastas,
exaustas,
obsoletas,
inadequadas,
e até mesmo, atrapalhadas
com minha insânia...
Tenho vontade de
- escrever
- escrever
- escrever
até a inspiração me doer
as palavras suarem
gemerem
chorarem
sangrarem
Tenho vontade de
- escrever
- escrever
- escrever
até a lua mudar de fases
as marés subirem
as marés secarem
o sol iluminar o dia
__ as estrelas
enfeitarem o céu...
E quando não mais tiver
o que:
- escrever
- escrever
- escrever
quero adormecer
e sonhar...
para nova inspiração,
nascer...
e minha poesia
- voar
- voar
- voar.
129
TEMPOS SOMBRIOS - III
Nas nossas noites insones
vemos fantasmas e coisas assustadoras
__ em pesadelos que inquietam a alma...
Nas nossas noite sem paz
sentimos todos os movimentos ao redor
__ e ouvimos o ruído das sombras...
Nas nossas noites perdidas
vislumbramos alguma estrada reta
__ que nos leve aos devaneios...
Nas nossas noites sem sonhos
não sentimos a brisa dannoite no rosto,
__ apenas o sussurrar das horas...
Nas nossas noites tão sós
sem nenhuma companhia, só a solidão
__ nos acompanha...
Nas nossas noites sem fim
os sonhos abissais nos perseguem,
__ em tempos sombrios!...
vemos fantasmas e coisas assustadoras
__ em pesadelos que inquietam a alma...
Nas nossas noite sem paz
sentimos todos os movimentos ao redor
__ e ouvimos o ruído das sombras...
Nas nossas noites perdidas
vislumbramos alguma estrada reta
__ que nos leve aos devaneios...
Nas nossas noites sem sonhos
não sentimos a brisa dannoite no rosto,
__ apenas o sussurrar das horas...
Nas nossas noites tão sós
sem nenhuma companhia, só a solidão
__ nos acompanha...
Nas nossas noites sem fim
os sonhos abissais nos perseguem,
__ em tempos sombrios!...
96
VEM UM TEMPO (E JÁ CHEGOU)
... Vem um tempo (e já chegou),
em que a gente pensa e (re)pensa
sobre a vida, suas nuances, suas
fase, suas faces, jeitos
e trejeitos...
Vem um tempo (e já chegou),
em que a gente pensa e (re)pensa
sobre o sim e o não, a luz e a
sombra, o tudo ou o nada,
a vida e a morte...
Vem um tempo (e já chegou),
em que a gente pensa e (re)pensa,
sobre tudo o que passou, o que
ainda virá, a noite e o dia,
a poesia!....
em que a gente pensa e (re)pensa
sobre a vida, suas nuances, suas
fase, suas faces, jeitos
e trejeitos...
Vem um tempo (e já chegou),
em que a gente pensa e (re)pensa
sobre o sim e o não, a luz e a
sombra, o tudo ou o nada,
a vida e a morte...
Vem um tempo (e já chegou),
em que a gente pensa e (re)pensa,
sobre tudo o que passou, o que
ainda virá, a noite e o dia,
a poesia!....
98
MEU VERSO
Coleciono meus versos
e os guardo como se fossem figurinhas
premiadas de álbum.
Recorto minhas rimas,
colo na poesia e saio costurando os versos
com fios prateados.
Teço meus poemas e,
(um a um) colo nas páginas do meu
''livro de ouro''.
Bordo o amor
e os sonhos nas entrelinhas da cada
poesia.
Em sintonia
com o universo inteiro, meu verso,
(até ao derradeiro), entrará para a história,
em livros, sua memória.
e os guardo como se fossem figurinhas
premiadas de álbum.
Recorto minhas rimas,
colo na poesia e saio costurando os versos
com fios prateados.
Teço meus poemas e,
(um a um) colo nas páginas do meu
''livro de ouro''.
Bordo o amor
e os sonhos nas entrelinhas da cada
poesia.
Em sintonia
com o universo inteiro, meu verso,
(até ao derradeiro), entrará para a história,
em livros, sua memória.
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SOU UMA GUERREIRA
Tenho em mim,
no âmago do meu ser,
a certeza de que sou uma guerreira
__ e já vencedora, em Cristo!...
Que a vida nos
mostra opções, situações e oportunidades
de seguir em frente ou, simplesmente
__ recuar!...
Meu objetivo foi e
sempre será, seguir em frente, sem medo
de ser feliz e comigo levar os
__ meus afetos!...
Eu tenho a certeza
de que Deus, na sua infinita bondade,
nos protege e nos cuida sempre,
__ ao longo da jornada!...
no âmago do meu ser,
a certeza de que sou uma guerreira
__ e já vencedora, em Cristo!...
Que a vida nos
mostra opções, situações e oportunidades
de seguir em frente ou, simplesmente
__ recuar!...
Meu objetivo foi e
sempre será, seguir em frente, sem medo
de ser feliz e comigo levar os
__ meus afetos!...
Eu tenho a certeza
de que Deus, na sua infinita bondade,
nos protege e nos cuida sempre,
__ ao longo da jornada!...
154
DECISÃO E ATITUDE
Uma vez eu assisti uma palestra (ou foi um sermão) sobre decisão e atitude. São diferentes mas se complementam.
Exemplo: Posso tomar a decisão de fazer uma faculdade, mas para isso preciso me preparar.
O tempo passa e eu não movo uma palha para concretizar o sonho de entrar para a faculdade.
Tomei uma decisão, isto é fato.
A decisão é inerte, fica apenas no desejo, na vontade, no universo do sonho, a não ser que.....
... a gente tome uma atitude: inscrever-se num curso preparatório, estudar, se esforçar e tudo o mais, até chegar o dia do vestibular.
Em suma: a atitude é a decisão em movimento.
Exemplo: Posso tomar a decisão de fazer uma faculdade, mas para isso preciso me preparar.
O tempo passa e eu não movo uma palha para concretizar o sonho de entrar para a faculdade.
Tomei uma decisão, isto é fato.
A decisão é inerte, fica apenas no desejo, na vontade, no universo do sonho, a não ser que.....
... a gente tome uma atitude: inscrever-se num curso preparatório, estudar, se esforçar e tudo o mais, até chegar o dia do vestibular.
Em suma: a atitude é a decisão em movimento.
196
UMA CABANA NA NEVE
Numa cabana,
encontrei poesias empoeiradas pelo tempo, soltas
ao relento e colhi-as para mim...
Folheei aquele
caderno surrado, com suas folhas soltas e
esmaecidas, e vi que continha a história
de um grande amor...
Uma lareira, ao canto da sala, com fuligens,
dando a entender que por ali passara alguém
há muito tempo...
Sentei-me
numa cadeira que rangia quando eu a balançava;
com o caderno em nas mãos e o desejo
de desvendar os segredos...
- Eu tenho esse direito? - Pensei:
afinal estas vidas estão sendo expostas naquelas
páginas; o que tenho eu a ver com isso?
Levantei,
coloquei aquele caderno no aparador da lareira, tirei
a poeira de todo o local, deixei tudo limpo
e organizado...
Antes de sair,
dei mais uma olhada no caderno e pensei: não,
esta história não me pertence, não sou
personagem dela...
Então dei as costas,
passei a chave enferrujada no trinco, coloquei
debaixo do tapete e segui pela estrada
coberta de neve...
Não resisti e dei uma última olhada;
avistei, à porta, uma bela dama, de cabelos pretos,
vestido branco e uma rosa na mão
(uma flor de inverno?)...
Ao seu lado, um cavalheiro distinto, tocava
seu ombro delicadamente, a chamá-la para entrar.
A jovem mulher sorriu-me e entraram...
Tudo em volta ficou iluminado,
era tão forte o fulgor que perdi o equilíbrio, entrei num
torpor e, quando dei por mim, estava na minha cama...
Foi um sonho!
encontrei poesias empoeiradas pelo tempo, soltas
ao relento e colhi-as para mim...
Folheei aquele
caderno surrado, com suas folhas soltas e
esmaecidas, e vi que continha a história
de um grande amor...
Uma lareira, ao canto da sala, com fuligens,
dando a entender que por ali passara alguém
há muito tempo...
Sentei-me
numa cadeira que rangia quando eu a balançava;
com o caderno em nas mãos e o desejo
de desvendar os segredos...
- Eu tenho esse direito? - Pensei:
afinal estas vidas estão sendo expostas naquelas
páginas; o que tenho eu a ver com isso?
Levantei,
coloquei aquele caderno no aparador da lareira, tirei
a poeira de todo o local, deixei tudo limpo
e organizado...
Antes de sair,
dei mais uma olhada no caderno e pensei: não,
esta história não me pertence, não sou
personagem dela...
Então dei as costas,
passei a chave enferrujada no trinco, coloquei
debaixo do tapete e segui pela estrada
coberta de neve...
Não resisti e dei uma última olhada;
avistei, à porta, uma bela dama, de cabelos pretos,
vestido branco e uma rosa na mão
(uma flor de inverno?)...
Ao seu lado, um cavalheiro distinto, tocava
seu ombro delicadamente, a chamá-la para entrar.
A jovem mulher sorriu-me e entraram...
Tudo em volta ficou iluminado,
era tão forte o fulgor que perdi o equilíbrio, entrei num
torpor e, quando dei por mim, estava na minha cama...
Foi um sonho!
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O SONHO
Quando criança, me perdi. Me perdi numa floresta.
Nessa floresta tinha muitas árvores gigantes e velhas.
Eu sentia medo, achava que elas iriam me engolir.
Podiam ser monstros, na minha doce inocência pensava.
Eu caminhava olhando para o chão, tinha medo de tudo.
Não queria levantar a vista, receava enxergar ao meu redor.
Sai andando, tremendo de frio, de medo, de pavor, mesmo.
Era tão pequenina, tão indefesa, tão doce e delicada!
Quem teria me deixado ali, à mercê daquela escuridão?
Minha mente infantil não conseguia entender a maldade.
E a maldade já existia no coração das pessoas, e eu pensei:
Quem e por que me deixaram aqui? - Mamãe, estou com medo!
Ouvi uma voz doce e suave: - Olá, pequena, não tenha medo,
Vim te buscar e levá-la para um lugar lindo e que só tem luz.
Então me encolhi toda, com medo daquela voz, Quem era?
E apareceu um lindo ser, fluorescente, com um sorriso angelical.
- Olá, pequena, venha comigo. Vamos para junto de Deus;
- Por que vou para o céu? eu morri? perguntei àquele ser.
- Criança não morre, vira anjo e você agora é um anjinho;
- E aquela criatura luminosa me pegou no colo.
Atravessamos um lindo jardim, uma planície e rumamos ao céu.
- Oh! eu exclamei ao chegar naquele paraíso. - Que belo!
- Num trono de ouro estava sentado um ser divinal, fulgurante.
- Deus, sim, era Deus e à sua destra, nosso Senhor Jesus Cristo.
- Foi tudo um sonho. Quando criança eu havia morrido e virei anjo.
Conheci outro anjo que me levou para o céu, era o meu lugar.
Lá encontrei o ser mais resplandecente que já vi na minha vida:
Deus e ao seu lado, o Senhor Jesus Cristo, que me acolheu no colo.
Nessa floresta tinha muitas árvores gigantes e velhas.
Eu sentia medo, achava que elas iriam me engolir.
Podiam ser monstros, na minha doce inocência pensava.
Eu caminhava olhando para o chão, tinha medo de tudo.
Não queria levantar a vista, receava enxergar ao meu redor.
Sai andando, tremendo de frio, de medo, de pavor, mesmo.
Era tão pequenina, tão indefesa, tão doce e delicada!
Quem teria me deixado ali, à mercê daquela escuridão?
Minha mente infantil não conseguia entender a maldade.
E a maldade já existia no coração das pessoas, e eu pensei:
Quem e por que me deixaram aqui? - Mamãe, estou com medo!
Ouvi uma voz doce e suave: - Olá, pequena, não tenha medo,
Vim te buscar e levá-la para um lugar lindo e que só tem luz.
Então me encolhi toda, com medo daquela voz, Quem era?
E apareceu um lindo ser, fluorescente, com um sorriso angelical.
- Olá, pequena, venha comigo. Vamos para junto de Deus;
- Por que vou para o céu? eu morri? perguntei àquele ser.
- Criança não morre, vira anjo e você agora é um anjinho;
- E aquela criatura luminosa me pegou no colo.
Atravessamos um lindo jardim, uma planície e rumamos ao céu.
- Oh! eu exclamei ao chegar naquele paraíso. - Que belo!
- Num trono de ouro estava sentado um ser divinal, fulgurante.
- Deus, sim, era Deus e à sua destra, nosso Senhor Jesus Cristo.
- Foi tudo um sonho. Quando criança eu havia morrido e virei anjo.
Conheci outro anjo que me levou para o céu, era o meu lugar.
Lá encontrei o ser mais resplandecente que já vi na minha vida:
Deus e ao seu lado, o Senhor Jesus Cristo, que me acolheu no colo.
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Comentários (13)
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Com certeza... a bondade de Deus e infinita, para os bons corações. felicidades.
Fantástico... belo e realista para os grandes amores. Felicidades.
Bem que teu coração sempre seja muito alegre. tenha um bom dia....belo texto poético.
Olá... poetisa.... o poder da escolha ; é um caminho em que se pode voltar. assim penso. belo poema.
Minha cara poetisa... muito bela esta escada escura , a qual nunca saberemos o que nos espera no último dos seus degraus. se é a noite ou o dia que já amanhece em nossas almas. é sra. poetisa tu és bem maior que uma alma. felicidades.
Eita!
Saudações poéticas!
ERA EM OLINDA Era em em Olinda Onde tudo acontecia. Onde o sol brilhava e você acordada amanhecia. Onde a luz da noite era uma grande lua Que vínhamos perto do farol. Olinda mudou Vejo agora Pobreza, dor e solidão Seus casebres estão danificados E o farol perdeu o brilho. Luto na praça do jacaré Tristeza no Carmo Solidão no carnaval Protesto cravado e pichado no muro do forte Em Olinda ninguém é forte Está chovendo em Olinda O mar já não tem forças E teus grandes poetas não criam Na sua perna estava tatuado um Apanhador de sonhos E no meu peito estava pintado de tinta Um velho retrato de como era linda minha Olinda.
dá uma olhada na minha obra,sua opiniao e importante para mim
Continua O Bom trabalho... Obrigado
Muito bonito!!
Você é cristã, que ótimo ! <3
muito bom