Lista de Poemas

Dualidade Humana

 

Ouve.

A batida perdida, a semente esquecida, o vibrar intenso de não saber onde pertenço. A corrida, o alento, faz sol de céu cinzento. Deixo que flua… esta verdade, nua e crua, se algum dia fosse tua e se algum dia fosse nossa, a realidade onde o sonho fizesse menos moça.

Fecho os olhos e viajo, eu sei que aqui não me encaixo. Um tempo relativo, um viver aparente, não sabe fazer-se gente. Se fico triste, sou contente. É assim que funciona, a dualidade humana, não sabe o que é nem sabe como se chama.

O que é o tempo? Voas nele, procuras o teu sustento. E depois? Morres.

Ficaram as marcas de corações pobres e o desgosto de momentos menos nobres.

Não sabe dar valor, não sabe viver se não for com rancor. De que serve? Guardar num quadrado algo que te enerve?
Deixa-te, solta-te, envolve-te. Não queiras viver dentro do mesmo molde. Voa, rompe esse tolde que tens sobre ti, que te aperta as veias. Conhece o teu espírito, de todas as maneiras.


Vive.



        ~ Sara Filipa Quintaneiro dos Santos
👁️ 298

Revolta

Acho que o que achamos da vida depende da prespetiva. Não querendo ser negativa.

De que serve a máscara sorridente se passando essa corrente tudo se torna estranho?

Como podemos achar que a vida corre bem se vivemos num mundo onde tudo desaba, onde todos falam mas ninguém sabe de nada.

Eu quero mudar. Eu quero pensar e libertar-me deste vazio de mentes, destas crianças descontentes porque não vêem futuros reluzentes.


              ~ Sara Filipa Quintaneiro dos Santos
👁️ 335

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

NoComments