Escritas
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REENCONTRO

Existem lembranças que criam raízes em nós, mesmo depois de anos tão distantes...naquele reencontro, senti que o desejo ainda ardia em mim por aquele colega da escola (hoje um homem), porém com trejeitos moleques.
No beijo pudi sentir sua respiração ofegante, e no abraço apertado, seu corpo dava sinal de excitação, causando-me arrepios.
Tentei resistir, mas sua voz sussurrando: 'Saudades menina...' - mais parecia música aos meus ouvidos e um convite tentador e irresistível.
Não havia muito a ser dito, a emoção tomou conta do momento quase indescritível... mal dava para acreditar que nossas mãos suadas desliavam por nossos corpos trêmulos de excitação e impetuosidade.
A intenção era irmos devagar, mas não tinha como controlar desejos guardados, seus dedos deslizavam por minha vulva molhada, enquanto eu acariciando suas coxas, segurei firme seu membro, na ânsia de tê-lo em minha boca.
Suspiros... arrepios... gemidos e espasmos compunham uma sensual e calorosa sinfonia, em forma de sonata uivante.
Ele deitou-me na cama, acariciando e beijando-me as partes íntimas, lambeu e bebeu da fonte, onde era evidente o fluxo de prazer que emanava das minhas entranhas.
A sensação era de estar perdendo os sentidos, quando sua língua passeava em meu clítoris, absorvendo cada gota do meu orgasmo.
Seu corpo quente, estendeu-se sobre o meu, e com beijos suculentos, abafou meu grito na hora em que o senti encaixar-se em meus grandes lábios, e penetrar-me tão deliberadamente.
Em movimentos lentos primeiro... depois olhando em meus olhos, virou-me de bruços, agarrou-me a cintura e intensificou a fugacidade, efêmero e evanescente, fazendo-me morder os lábios, agarrar-me nos lenções e explodir em um gozo intenso.
Em ritmo frenético cadenciado, hora desvairado, ousado e mais atrevido, puxando-me pelos cabelos, cai de joelhos no chão a sorver seu membro, que jorrava ferozmente jatos do gozo quente em minha garganta, enchendo e transbordando-me a boca com todo o seu prazer.
O tempo passou e encarregou-se de distanciar-nos novamente,mas talvez daqui alguns anos quem sabe, haja outro reencontro igual à esse.
Bem... com eu disse no início, existem lembranças que criam raízes em nós, e esta foi mais uma acrescentada...



CléiaFialho

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FELINA NO CIO

De você quero entrega completa
tenho-o como uma meta
nada pela metade...

Sem limites ou controle
porém doce e selvagem...

Que a minha dominante voz
acenda em você o desejo atroz...

E o meus suaves toques
provoque em seu corpo choques...

Quero e te vou afrontar
desejo e te irei decifrar...

Adoro um bom desafio
e para uma felina no cio...

descontrolada por comida
basta apenas uma mordida...





CléiaFialho

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SOU PURA LIBIDO

Suga-me e penetra-me
os lábios contraídos
e umedecidos
sou pura libido
volúpia desenfreada
em luxúria abrasada
com ímpeto sinto-te latejar
aquecido e cercado
por meus lábios desnudados
quentes e umectados
sacro e profano deleitamento
imersão que consome e sacia
teu gozo em esvaecimento
lascívias em formas de melodia.






CléiaFialho

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GOSTO DESTE JOGO

Canta uma serenata
no meu ouvido
de maneira que esta tocata
me arranque gemidos
abale a minha estrutura
e logo abaixo da cintura
já começa um frenesi
só de ouvir de ti
que estás com água na boca
e de maneira mui louca
estou a gostar deste jogo
onde meu corpo em fogo
te faz perder a linha
cobiçando minha xaninha!




CléiaFialho

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PAIXÃO LETAL


Sentada à beira da estrada
olhando a vida terçar
minh'alma faz leve pousada
nos pensamentos à voejar...

Aduzem lembranças infelizes
do amor umbrático que outrora
comprimia oscilantes matizes
abaçanando a minha aurora...

Assentou no peito orfandade
exsudando mortífero veneno
que o meu coração invade
utopista inda o sente inameno...

Fragmentos de um cartapácio
antiga lauda já encerrada
repousou no exórdio prefácio
da paixão letal e debandada.





CléiaFialho

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FLUENTE NÉCTAR












Como uma bela poesia
ou uma grave sinfonia
toque o meu corpo...

Indecente e ousado
insolente e descarado
escave os meus segredos...

Aprofunde-se nos mistérios
nos viçosos refrigérios
que há em minhas carnes...

Despetala minha flor
onde o fluente néctar do amor
apenas aguarda ser sugado...





CléiaFialho

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PREDESTINADA À LUXÚRIA SEM LIMITES

A 1ª vez a gente nunca esquece.
Depois de muito esfrega-esfrega, cedi à tentação, que me consumia.
Meu namorado pulou o muro de casa e entrou escondido no meu quarto.
Começou a me beijar, arretar forte, e eu sem saber o que fazer, só ia me deixando levar pelos instintos e correspondendo (copiando na verdade) tudo o que ele fazia.
Fiz cara de nojo, mas suguei o pau dele, e peguei gosto pela coisa, tanto que me atraquei a chupar como se fosse um picolé cremoso!
Nossa! Verdadeira delícia preenchendo minha boca, encostando na garganta, me engasgando, vertendo água dos olhos!
Quando ele colocou a língua na minha xaninha, 'aiai, logo vi que ia doer' mesmo apreensiva, achei muito gostoso, e gritei quando meu corpo se contraiu, a pele arrepiou. e senti algo que vinha lá de dentro, muito intenso, rápido e louco!
Ele disse: 'gozou na minha boca putinha, que delícia!' e veio subindo, lambendo minha barriguinha, e mordendo de leve meus peitinhos.
Beijava minha boca, chupava meu pescoço, enquanto segurava minhas mãos acima da minha cabeça, suas pernas se acomodavam no meio das minhas.
Pegou o pau e delicadamente tentava me penetrar.
Eu me contorcia de prazer e medo, enquanto ele sussurrava em meu ouvido:
'relaxa, gatinha'.
Estava doendo muito, pensei muitas vezes em pedir pra ele parar, toda vez que me perguntava: 'tá doendo?', eu gemia e afirmava que sim, suspirando: 'vai, continua!'
Ele continuou... até que... Puta que pariu!!! (deu uma dor do caralho) quando meu cabacinho rompeu, senti algo quente escorrendo, e vi que era sangue!
Mesmo dolorido, estava muito gostoso aquele vaivém, que aumentava a força e a velocidade...eu estava sendo comida, invadida, possuída... devorada com tesão selvagem, estava encorporando uma mulher ou uma fera agora, dando adeus á minha pureza.
Me desvai sofregamente num orgasmo suado, quando a cabeça do pau, roçou meu clítoris, e ele gozou respingando nos meus seios e no meu rosto.
Muito me apeteceu o cheiro e o gosto do esperma, (que eu disfarçadamente) encostei a pontinha do dedo levei à boca... hum... e saboreei a meleca!
Minha bucetinha ficou muito ardida e doida, por uns 3 dias, mas não impediu de na mesma semana eu dar de novo, experimentar outras posições e conhecer aos poucos outros prazeres e maneiras diferentes de gozar...
Mesmo inexperiente, uma coisa aprendi desde a 1ª vez... EU me encaixava no seleto grupo de fêmeas gulosas, que nasceram predestinadas á luxúria sem limites!
Por isto sempre repito:
'Tamanho não é documento... Beleza não põe mesa... Quando uma felina brama, ela morde sim!... Pois é na cama, que os rugidos da libido se inflama!'
Tenho dito.




CléiaFialho

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MINHA MASTURBAÇÃO

Utopia... minha pele arrepia

Freima... minha libido queima
Alarde... meu corpo arde.
Os sentidos se inquietam
e pulsam sedentos
fantasias me molestam....
E apenas eu tento
em ti não pensar
no bocado do teu tesão
que pode me acalmar...
Tremor e palpitação
encharcam minha luxúria
que em colérica fúria
convergem meus dedos desconexos
mãos pressionando meu sexo...
Despojando-me à mercê dos desejos
outorgando levianos manejos
por não ter tu aqui agora...
Momento de insana excitação
toda minha volúpia se aflora
galardoando minha masturbação.




CléiaFialho


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Comentários (2)

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bagualdebage
2024-05-01

Poetiza que toca a alma de cada leitor.

2016-03-31

Excelente...

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