Lista de Poemas
Assim foi minha vida.
ASSIM FOI MINHA VIDA
Claudio Silveira
Assim foi minha vida, tempestade, calmaria
Procurei levantar-me, olhei para o fim da estrada
silenciosa, calada. Palavras mais nada.
Assim foi minha vida, raridade, fantasia
caminhada, nostalgia, ora tristeza, ora alegria
fiz-me assim, por querer ou se queria.
Assim foi minha vida, amor, paixão, histeria
intenso, nas sombras do meu refúgio, vivi.
na estrada, ao lado de minha alma,
carregando-a até o fim dos meus dias.
Assim foi minha vida, assim é minha vida
Onde o começo é o fim o fim somente o começo.
Claudio Silveira
Assim foi minha vida, tempestade, calmaria
Procurei levantar-me, olhei para o fim da estrada
silenciosa, calada. Palavras mais nada.
Assim foi minha vida, raridade, fantasia
caminhada, nostalgia, ora tristeza, ora alegria
fiz-me assim, por querer ou se queria.
Assim foi minha vida, amor, paixão, histeria
intenso, nas sombras do meu refúgio, vivi.
na estrada, ao lado de minha alma,
carregando-a até o fim dos meus dias.
Assim foi minha vida, assim é minha vida
Onde o começo é o fim o fim somente o começo.
👁️ 62
Eu Morri.
EU MORRI
Claudio Silveira
Eu morri e não me viu partir
Eu morri quando de mim esqueceu
Eu morri quando partiu sem adeus
Eu morri quando das lembranças me apagou
Eu morri quando com brigas me afastou.
Eu morri quando tuas lagrimas secaram
Eu morri quando teus abraços me abandonaram
Eu morri quando não mais escreveu pra mim
Eu morri quando meu nome se tornou fim.
Eu morri dentro de suas decisões
Eu morri sob teus gritos e empurrões
Eu morri quando minha foto rasgou
Eu morri quando do pesadelo não me despertou.
Eu morri quando a raiva foi mais que o amor
Eu morri quando tua arrogância me separou
Eu morri sem a chance de falar
Eu morri apenas por tentar.
Eu morri quando vi vidas morrerem tambem
Eu morri quando não disse mais amém
Eu morri junto de outras mortes
Eu morri por azar ou falta de sorte.
Eu morri quando a saúde me deixou
Eu morri distante dos meus
Eu morri na solidão, no leito de hospital
Eu morri na escuridão, afastado de todos
Eu morri sozinho sem compaixão.
Eu morri quando dos outros me afastei
Eu morri quando do mundo me isolei
Eu morri quando a dor cicatrizou
Eu morri quando não senti mais amor.
Eu morri, apenas morri quando o sentido adormeceu
Eu morri quando a família se desfez
dai, eu morri de vez.
👁️ 405
Gaiolas.
GAIOLAS
Claudio Siveira
Quando clamamos por liberdade
e nos aprisionamos por pensamentos
percebemos que os construtores
de gaiolas ao nosso redor
somos nós mesmos.
👁️ 395
Sempre foi eu e você
SEMPRE FOI EU E VOCÊ.
Claudio Silveira
Nunca foi acaso. Sempre foi destino
se estava escrito nas estrelas eu não sei
se os poemas falavam de nós, eu não li
melodias talvez tenham nos cantado, sei lá.
Nunca foi às avessas, sempre foi Deus
os filmes expressaram nas suas telas talvez nossa história,
os livros em suas linhas tentaram nos copiar
e nem assim conseguiram explicar um pouco de nós dois.
Nunca foi culpa do tempo, o tempo só observou
olhou para nós dois e nos deu o tempo necessário
para que dentro do nosso tempo pudéssemos viver o tempo
de cada um de nós.
Nunca foi eu, nunca foi você
sempre foi nós dois.
Sempre foi meu coração dentro do teu coração,
sempre foi seu coração dentro do meu coração.
Sempre foi eu e você.
👁️ 431
Incondicional.
INCONDICIONAL.
Claudio Silveira
Incondicional, foi assim que o teu amor
me arrebatou dos sentimentos da morte
abraçou-me com perfeição
colocou-me no coração.
incondicional, assim foi teu sacrifício
quando da beira do abismo
pulou em meu lugar.
Incondicional, sem condições te amei.
dos teus olhos senti toda profundidade
dos teus sentimentos.
me amou incondicionalmente.
👁️ 331
Acalma-te Coração.
ACALMA-TE CORAÇÃO
Claudio Silveira
Acalma-te coração
não veja como tu pulsas
perceba somente que bates, mesmo dormindo.
acalma-te coração pois você ainda vive.
👁️ 329
Percepção
PERCEPÇÃO
Claudio Silveira
Percepção do olhar de menino
que viu o mundo do seu ninho
que não voou como passarinho
que não calou seu coração pequenino.
Percepção da alegria da vida
daquilo que não se fez
do gosto que não sentiu
do amor que se partiu.
Percepção da alma que se foi
da falta que me faz
da companhia que me apraz
da tristeza que não se vai.
Percepção do medo de sentir
da presença já não vista
da lembrança repartida
de uma vida esquecida.
Percepção do meu amor por ti
percepção de sua ausência
Percepção também de sus presença
Percepção de você pai.
👁️ 325
ALMA PERDOADA
ALMA PERDOADA.
Claudio Silveira
As almas que me falam nos sussurros dos ventos
que aos cantos, tormentos me revelam sua dor.
Sofrimentos, desânimos e angustias de bocas que
se contraem procurando a quem ouvir.
Meus ouvidos sempre atentos, distinguindo palavras
que carregadas de resalvas me revelam suas dores.
Venha para luz ó alma atormentada, expurgando as doenças
acorrentadas, libertando-se de si mesmo que tem sido seu algoz.
Sinta tua cura, fala para mim, não de detenhas ainda
nessa escuridão, pois o perdão que tanto procuras esta
dentro de ti.
Claudio Silveira
As almas que me falam nos sussurros dos ventos
que aos cantos, tormentos me revelam sua dor.
Sofrimentos, desânimos e angustias de bocas que
se contraem procurando a quem ouvir.
Meus ouvidos sempre atentos, distinguindo palavras
que carregadas de resalvas me revelam suas dores.
Venha para luz ó alma atormentada, expurgando as doenças
acorrentadas, libertando-se de si mesmo que tem sido seu algoz.
Sinta tua cura, fala para mim, não de detenhas ainda
nessa escuridão, pois o perdão que tanto procuras esta
dentro de ti.
👁️ 178
Ano Novo.
ANO NOVO
Claudio Silveira.
Renovam minhas forças no novo, renovo
Um ano , uma vida, vidas sem feridas
Um sorisso no lugar do choro, das lagrimas
Um gesto, um afeto, um carinho.
Esperança, vida nova, como criança
findam as lagrimas, vidas que são salvas
por humanidade de almas,
humanos que são humanos.
Ano novo, te quero bem,
voar bem alto, ir além, viver bem
vida, sorria pra nós
que não seja mais algoz
sem mortes dos sonhos
não nos cale mais voz.
Então nas lagrimas da comunhão
de Esperança com amigos, irmãos
ja não mais se irão.
E assim comemoraremos tudo o que temos.
Claudio Silveira.
Renovam minhas forças no novo, renovo
Um ano , uma vida, vidas sem feridas
Um sorisso no lugar do choro, das lagrimas
Um gesto, um afeto, um carinho.
Esperança, vida nova, como criança
findam as lagrimas, vidas que são salvas
por humanidade de almas,
humanos que são humanos.
Ano novo, te quero bem,
voar bem alto, ir além, viver bem
vida, sorria pra nós
que não seja mais algoz
sem mortes dos sonhos
não nos cale mais voz.
Então nas lagrimas da comunhão
de Esperança com amigos, irmãos
ja não mais se irão.
E assim comemoraremos tudo o que temos.
👁️ 16
Despedida.
DESPEDIDA
Claudio Silveira
Partiu a alma, foi-se ao vento
descanso, alento, fora da vida
tormento.
Solidão que arremessa
como mar revolto que lança contra o cais
destruindo lembranças que outrora apraz.
Versos de uma vida, que pela linha do tempo
vai sendo esquecida, despedida, numa noite gélida
fria, frigida.
Rimas que não entoam, frases que não mais ecoam
e o que era luz, escuro ficou,
esquecido foi, como relva que seca
ao tempo se entregou,
partiu, sorriu, chorou, a mim deixou.
Claudio Silveira
Partiu a alma, foi-se ao vento
descanso, alento, fora da vida
tormento.
Solidão que arremessa
como mar revolto que lança contra o cais
destruindo lembranças que outrora apraz.
Versos de uma vida, que pela linha do tempo
vai sendo esquecida, despedida, numa noite gélida
fria, frigida.
Rimas que não entoam, frases que não mais ecoam
e o que era luz, escuro ficou,
esquecido foi, como relva que seca
ao tempo se entregou,
partiu, sorriu, chorou, a mim deixou.
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