ALMA PERDOADA
Claudio Silveira
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ALMA PERDOADA.
Claudio Silveira
As almas que me falam nos sussurros dos ventos
que aos cantos, tormentos me revelam sua dor.
Sofrimentos, desânimos e angustias de bocas que
se contraem procurando a quem ouvir.
Meus ouvidos sempre atentos, distinguindo palavras
que carregadas de resalvas me revelam suas dores.
Venha para luz ó alma atormentada, expurgando as doenças
acorrentadas, libertando-se de si mesmo que tem sido seu algoz.
Sinta tua cura, fala para mim, não de detenhas ainda
nessa escuridão, pois o perdão que tanto procuras esta
dentro de ti.
Claudio Silveira
As almas que me falam nos sussurros dos ventos
que aos cantos, tormentos me revelam sua dor.
Sofrimentos, desânimos e angustias de bocas que
se contraem procurando a quem ouvir.
Meus ouvidos sempre atentos, distinguindo palavras
que carregadas de resalvas me revelam suas dores.
Venha para luz ó alma atormentada, expurgando as doenças
acorrentadas, libertando-se de si mesmo que tem sido seu algoz.
Sinta tua cura, fala para mim, não de detenhas ainda
nessa escuridão, pois o perdão que tanto procuras esta
dentro de ti.
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