Lista de Poemas
O que é a morte?
Não existe nenhum ser humano normal que não tenha se perguntado sobre a morte.
- Seria o fim, ou apenas transformação?
A maioria dos iluminados que por esta terra passaram, ficaram com a segunda assertiva.
Você, fazendo parte da natureza, e com ela tendo exemplos naturais e óbvios, então sabe perfeitamente que, onde cai uma semente de uma determinada planta, vai nascer exatamente um filho dela.
Quando você pensa bem, está criando boas e saudáveis sementes, que serão disseminadas por onde você passar, seus pensamentos, palavras, e atos são seus filhos também, pois, são genes de sua criação mental.
jbcampos
- Seria o fim, ou apenas transformação?
A maioria dos iluminados que por esta terra passaram, ficaram com a segunda assertiva.
Você, fazendo parte da natureza, e com ela tendo exemplos naturais e óbvios, então sabe perfeitamente que, onde cai uma semente de uma determinada planta, vai nascer exatamente um filho dela.
Quando você pensa bem, está criando boas e saudáveis sementes, que serão disseminadas por onde você passar, seus pensamentos, palavras, e atos são seus filhos também, pois, são genes de sua criação mental.
jbcampos
👁️ 107
Amor cibernético
Amor cibernético
Com o perdão da palavra:
São Robôs que roubam
o amor de Santos Robôs.
Querido leitor, será que você
não foi também programado à
amar deste lado todo condicionado?
No bê-a-bá veja só o que há: Apenas
o binário a controverter a matemática
pitagórica de Gauss, desconhecida
dos jovens; genuínos gênios do
presente cenário, destino
dum futuro próspero,
quase agnóstico,
e nessa tela
o gênio
dum
menino:
Tesla, eletro-eletrônica,
elétrica é a sombra
eletrificada,
porém,
se
esmera na era
a qual já se foi?
Portanto, a impor-
tância já era, agora
se espera ver bem
além do mal, ver
o bem maior
sem se
opor,
após a Era de Aquário,
aquarela já versada,
hoje, conversa con-
vexa de conversa
fiada. Porém, bom
seria aderir duma vez
à sensatez da conversa
convertida de fiada para afi-
ada na polidez de digital altivez,
mas analisando a analogia da
era analógica caracterizada de timidez.
Na escrita bendita que edita a car-
tilha de modernos dias. Analfabe-
to será quem não credita o crédi-
to à tecnologia de nossos dias,
por hora analfa é aquele que
não sabe ser usuário do tablet,
do Lap que tope com seu ingênuo
topete que se acha eclético no anti-
quário; verbete: Otário de antanho,
ensino estranho aos jovens de
outrora neste presente cenário
a acenar aos amantes sincréti-
cos deste mundo cibernético
ordinário, porém, orgânico
organizado-programado,
às vezes profano à da-
nado de enganoso en-
gano bem redundado.
Eis a dor que programa o amor
no programa amador o qual
professa a profissão da
profecia na profissão
de profeta progra-
mador duma,
futurologia
da qual
jamais
o ser
ama-
dor
que
ama
com
ardor
se des-
vencilha.
É o valor
condiciona-
dor do Java
o qual trava
e destrava a
a trave, chave
do Php o qual
diz ao Python a
fazer o homem
antever o seu
antigo Ph.D
pelo
html 5
de seu
absinto,
e que to-
dos serão pro-
gramador cria-
dor do futuro
na amena
prosa posi-
tiva do poe-
ta que não
para de tanto
aprender como
se apreende o
programa do
futuro viver.
Mesmo
que
vo-
cê
não
goste,
porém,
aposte
foi progra-
mado e amado
para neste mundo
viver, sem poder en-
tender qual é o senti-
do. Também é robô
tal qual seu que-
rido
ta-
ta-
ra-
vô.
Pode
crer!
Eis a simples confusão
101010
numa configuração.
Como perguntaria o suíço:
Eram os Deuses Astronautas?
jbcampos
👁️ 201
miscelânea parnasiana
miscelânia parnasiana
miscelânia
a rodar o
rodopio
da vida
do amor tratais vinícius ao cuidar de velho fetiche,
porém, demorais muito bilac ao escrever seu sanduíche
ao desatar inspiração do velho lacre, porém sem ser acre,
além de parnasiano durante alguns anos, enquanto, a cantora
entra no plano com voz leve e piano dum aveludado soprano,
dentro dum estilo etílico, cambaleando vai ajeitando sua suave
voz alcoólica com cólica de desastrosa e dolorosa amarga bile,
é billie meio insana a recusar o bafômetro do seu carnaval
holiudiano, enquanto, gillespie afina seu piano. encontro
casual, porém, magistral de cosmopolita pessoal ao
andar ao léu à procura de sua arte arteira num
santificado bordel altaneiro. para não ser
muito estrangeiro chega cauby com
pery na algibeira, num canto
da sala seu canto embala
o velho amor triste de
uma nova iorque,
com voz forte.
é o céu, é
a vida
havi
da
e
na morte inserida, abaixo vem, o poeta-escritor, o velho
leminsk a dizer: carlos tire essa pedra do meu caminho,
enquanto, quintana chama a atenção de cecília que ao
seu amor concilia. e com mono olhar de meiguice plena,
camões entra na arena a observar a cena obscena
nos trejeitos de fernando que vai logo afirmando
que florbela espanca em frases poéticas maria
teresa na horta daquela fazenda, por favor
entenda essa amorável contenda, poeta
tem pouco juízo preciso, e quem nes-
ta vida se encerra sem errar que
atire a primeira pedra em maria madalena.
somente tome o devido cuidado para não
acertar o Senhor qual pode perder a paci-
ência e fazer uma contenda tremenda e
vos encher do seu maravilhoso amor
ao bater-vos com sua perfumosa flor
pelo vosso antigo pecado-danado
por não resistir de mente sã e
demente comestes a maçã,
simplesmente
lá se foi até
a semente.
mudando de assunto:
pessoal é melhor começar a cantar, tocar e
poetar que já aqui vai chegar Dali daquele
estranho lugar e começar a pintar o sete
como se fora um biscoito afoito a repre-
sentar o número oito. veja quem acaba
de chegar de sumatra um tal francis
sinatra acompanhado de uma bela
mulata soprano, querendo sambar
uma cidade de cunho americano:
Manhattan musicalidade da nata.
jbcampos
👁️ 148
Divin'arte
Divin’arte d’amar
Coisa estranha, mas boa patranha, por não se saber definir com alegria tamanha energia.
Amor, som que não se pode mensurar, nem com medidores de moderna tecnologia pontual-atual.
Rosada cor aurífica a confundir a nossa pobre ignorância de cor sóbria e prolífera.
Não se pede um quilo de amor, tampouco, um metro d'água benta. O amor é o criador da arte que por si só se inventa.
Som etéreo o qual diz sem explicar o eterno marujar no mar de águas santas a se navegar com valor incolor a quebrar as rochas, moldando-as sem autorização banal num eterno e desorganizado bacanal estridente.
A escrita ultrapassa o limite do tempo ao referir-se a esse dom celestino, nobre coração de menino a repousar no coração da gente e a poetar seu veraz destino, porque nada tem a explicar na divina ciência de amar.
A letra também não explica!
O Amor é a arte imensurável de Deus o qual independe de tecnologia de ponta advinda de qualquer céu, porém, aponta ser a maior inteligência universal, na plenitude da paz, sem mero escarcéu… Só pra dar rima sonora: Você “entendéu” essa explicação ao léu?
Como é bom saber amar, com o conhecer de que não se sabe explicar.
O amor somente se pode sentir, se entregar sem resistir, é o nirvana que a todos engana, sem explicitar as propriedades de sua arrefecedora chama, porém, se você o verbete estranha, entenda como: Refrigeradora chama a qual lhe chama. Semelhantemente ao criar de sua mente a qual lhe mente desbragadamente ao dizer que: o gelo também queima irresistivelmente.
Afinal, quem sabe amar conscientemente?
jbcampos
Coisa estranha, mas boa patranha, por não se saber definir com alegria tamanha energia.
Amor, som que não se pode mensurar, nem com medidores de moderna tecnologia pontual-atual.
Rosada cor aurífica a confundir a nossa pobre ignorância de cor sóbria e prolífera.
Não se pede um quilo de amor, tampouco, um metro d'água benta. O amor é o criador da arte que por si só se inventa.
Som etéreo o qual diz sem explicar o eterno marujar no mar de águas santas a se navegar com valor incolor a quebrar as rochas, moldando-as sem autorização banal num eterno e desorganizado bacanal estridente.
A escrita ultrapassa o limite do tempo ao referir-se a esse dom celestino, nobre coração de menino a repousar no coração da gente e a poetar seu veraz destino, porque nada tem a explicar na divina ciência de amar.
A letra também não explica!
O Amor é a arte imensurável de Deus o qual independe de tecnologia de ponta advinda de qualquer céu, porém, aponta ser a maior inteligência universal, na plenitude da paz, sem mero escarcéu… Só pra dar rima sonora: Você “entendéu” essa explicação ao léu?
Como é bom saber amar, com o conhecer de que não se sabe explicar.
O amor somente se pode sentir, se entregar sem resistir, é o nirvana que a todos engana, sem explicitar as propriedades de sua arrefecedora chama, porém, se você o verbete estranha, entenda como: Refrigeradora chama a qual lhe chama. Semelhantemente ao criar de sua mente a qual lhe mente desbragadamente ao dizer que: o gelo também queima irresistivelmente.
Afinal, quem sabe amar conscientemente?
jbcampos
👁️ 86
Veloso
Veloso
O poeta vê sem o véu para ver além do céu. Vê-lo a velar pela chama duma poética vela
bela, é vê-lo veloso a velar através do céu de santa boca, em versos simétricos a verse-
jar e jamais por versos ocos, tampouco, por qualquer motivo barroco, e sim, pelo amor
bondoso. Zeloso zela pelo verso eclético ao som poético e valoroso, mesmo que fique
um louco embevecido e rouco. Lanoso, piloso, veloso com véu, sempre no seu céu
a versejar pra dedéu incorporado ao desalentoso léu. Na pureza da simplicidade
suas mensagens atingem o ápice da verdade em poéticas imagens. Muitas
vezes no caminho da poesia. Se herético irmão a cometer maior heresia
no ato de morrer sem ser a hora, porém, agora no seu doído padecer
está a perder a vida pelo carcomido sentido, então chega a
mensagem poética a lhe renovar o elo do motivo
de viver sem esmaecer. Não a encurte.
Curta a sua vida curta sem
esmorecer.
Assim, ressurge da heresia à fênix da cinza.
Renasce com viva alegria de reviver, apesar
de duro padecer, avaliando a efêmera vida.
Ao deixar a curta vida até o dia de partida.
O poeta nasce para poetar, assim vai na vida a
velejar num barco de vela embaraçada de poemas
dia e noite, diadema a pendoar sobre qualquer mar, às
vezes veleja sobre doces nuvens brancas com sua anca
sobre a brisa a qual lhe avisa que a tempestade está para
chegar sobre sua calmaria, mas que não deveria se de
sesperar, e esperar pelo amor poético que viria para
acalmar com sua bondade qualquer tempestade
pela força delicada da poesia, em sua honrosa
potestade qual viria para lhe abençoar com
verdadeira alegria ao poetizar poemas
ou se diria poesias a sobejar contos
de fadas na sua futura fantasia,
à corsário empunhando sua es
pada, nem que seja para cor
tar a saborosa azeitona de
sua empada, quiçá, cor
tar estradas ao marulhar
do mar onde ondas cruzam
encruzilhadas, o poeta en
contraria o seu lugar,
porém, sempre ve
loso, velando o
seu velejar
glorioso
sob o
feitio
de
poesia.
jbcampos
O poeta vê sem o véu para ver além do céu. Vê-lo a velar pela chama duma poética vela
bela, é vê-lo veloso a velar através do céu de santa boca, em versos simétricos a verse-
jar e jamais por versos ocos, tampouco, por qualquer motivo barroco, e sim, pelo amor
bondoso. Zeloso zela pelo verso eclético ao som poético e valoroso, mesmo que fique
um louco embevecido e rouco. Lanoso, piloso, veloso com véu, sempre no seu céu
a versejar pra dedéu incorporado ao desalentoso léu. Na pureza da simplicidade
suas mensagens atingem o ápice da verdade em poéticas imagens. Muitas
vezes no caminho da poesia. Se herético irmão a cometer maior heresia
no ato de morrer sem ser a hora, porém, agora no seu doído padecer
está a perder a vida pelo carcomido sentido, então chega a
mensagem poética a lhe renovar o elo do motivo
de viver sem esmaecer. Não a encurte.
Curta a sua vida curta sem
esmorecer.
Assim, ressurge da heresia à fênix da cinza.
Renasce com viva alegria de reviver, apesar
de duro padecer, avaliando a efêmera vida.
Ao deixar a curta vida até o dia de partida.
O poeta nasce para poetar, assim vai na vida a
velejar num barco de vela embaraçada de poemas
dia e noite, diadema a pendoar sobre qualquer mar, às
vezes veleja sobre doces nuvens brancas com sua anca
sobre a brisa a qual lhe avisa que a tempestade está para
chegar sobre sua calmaria, mas que não deveria se de
sesperar, e esperar pelo amor poético que viria para
acalmar com sua bondade qualquer tempestade
pela força delicada da poesia, em sua honrosa
potestade qual viria para lhe abençoar com
verdadeira alegria ao poetizar poemas
ou se diria poesias a sobejar contos
de fadas na sua futura fantasia,
à corsário empunhando sua es
pada, nem que seja para cor
tar a saborosa azeitona de
sua empada, quiçá, cor
tar estradas ao marulhar
do mar onde ondas cruzam
encruzilhadas, o poeta en
contraria o seu lugar,
porém, sempre ve
loso, velando o
seu velejar
glorioso
sob o
feitio
de
poesia.
jbcampos
👁️ 68
PAVILHÃO
Pavilhão do craque Bilac à nobre nação brasileira, tremulou, pendoando-o de esperança inteira. Apesar de tamanho turbilhão no meio da estrada, longo tempo depois de várias encruzilhadas, depôs seu irmão de poesia pausada. Sentindo-se só sob o altar do parnaso, porém, à procura de paz segura, não por acaso, às escuras. Esses caras foram uma doçura de arraso. Essa augusta nação clama pelo augusto da paz. Porém, o augusto irmão está demorando demais a chegar. Mas esse povo altaneiro a grandeza da pátria em si traz. Gente que conversa com estrelas nos momentos febris e mortais sob maléficos ardis; como diria o irmão de religião; “égide de satanás” à provação sobre breve nação feliz qual ao chegar no paraíso, assaz. Na Estrada do mavioso Duque Nacional, Silva aludiu grandeza ao Brasil Varonil. Há muito tempo, deixou seu berço-templo de amor esplêndido, e o terço santo da imaginação adotou, digno de grandiosa nação a socorrer os famélicos do mundo inteiro, como o antigo sábio vaticinou e o agronegócio chegou e prosperou, pátria amada: Brasil.
jb campos
jb campos
👁️ 59
Voo
Em plena insanidade me pego a voar sobre celestial cidade, penso com pensamento apenso, meio atormentado e desatento:
Será um sonho da mais alta realidade?
Mentira ou verdade?
Neste momento também revejo meus pensamentos recheados de amores e tormentos, e concluo: A vida às vezes é sonho, às vezes pesadelo. Não devo nada questionar sobre o desenrolar deste mavioso novelo, tampouco, soprar a chama desta santa novela, pois, o grande lance é voar, velejando sobre doce brisa qual a mim me avise: Deixe de ser burro e aproveite esse vôo livre do qual devo tirar esse chapéu, para que haja um voo incrível, contemplando somente essa paz, deixe de questionar, fazendo guerra como a efêmera vida que em si se encerra quando se desfaz na terra.
Ao ouvir Beethoven não sei o que é que houve quando se ouve um estrondo rotundo advindo do mais profundo, além do fim do mundo, muito rápido quando me vejo sobre sagrado céu de anil.
Com abismal calma me pergunto:
Será que minha vida querida desfaleceu após morte batismal?
Enquanto, aqui ouço o glorioso Bolero de um cara chamado Ravel. Essa melodia noite e dia acompanha moribundos santos ou imundos à caminho dos céus quais cada um sua porta abre, sendo céu do amor ou céu das cabras.
Já com Piazzola e sua arte bandoniônica e irônica faz quebrar minhas molas ao dançarilhar um tango diferenciado ao olhar esbulhado de Gardel afrancesado, sentado bem aqui ao meu lado a bocejar seu resmungo afinado em total reclamação, mirando ao Cartola o qual num cantarolar se enrola. Com esse time me vejo morto e revolto apesar de sublimar sublime paz local.
Porém, vou além: Não me ache otário e redundante o bastante, pois, se essas palavras não existiam, agora é só botá-las no dicionário ou numa página de jornal.
O papo está muito bom, mas tenho de ouvir outro canto no meu velho recanto, pois, espero acordar vivo e solto e mais santo.
Volto a sonhar a vida de meros mortais.
jbcampos
Será um sonho da mais alta realidade?
Mentira ou verdade?
Neste momento também revejo meus pensamentos recheados de amores e tormentos, e concluo: A vida às vezes é sonho, às vezes pesadelo. Não devo nada questionar sobre o desenrolar deste mavioso novelo, tampouco, soprar a chama desta santa novela, pois, o grande lance é voar, velejando sobre doce brisa qual a mim me avise: Deixe de ser burro e aproveite esse vôo livre do qual devo tirar esse chapéu, para que haja um voo incrível, contemplando somente essa paz, deixe de questionar, fazendo guerra como a efêmera vida que em si se encerra quando se desfaz na terra.
Ao ouvir Beethoven não sei o que é que houve quando se ouve um estrondo rotundo advindo do mais profundo, além do fim do mundo, muito rápido quando me vejo sobre sagrado céu de anil.
Com abismal calma me pergunto:
Será que minha vida querida desfaleceu após morte batismal?
Enquanto, aqui ouço o glorioso Bolero de um cara chamado Ravel. Essa melodia noite e dia acompanha moribundos santos ou imundos à caminho dos céus quais cada um sua porta abre, sendo céu do amor ou céu das cabras.
Já com Piazzola e sua arte bandoniônica e irônica faz quebrar minhas molas ao dançarilhar um tango diferenciado ao olhar esbulhado de Gardel afrancesado, sentado bem aqui ao meu lado a bocejar seu resmungo afinado em total reclamação, mirando ao Cartola o qual num cantarolar se enrola. Com esse time me vejo morto e revolto apesar de sublimar sublime paz local.
Porém, vou além: Não me ache otário e redundante o bastante, pois, se essas palavras não existiam, agora é só botá-las no dicionário ou numa página de jornal.
O papo está muito bom, mas tenho de ouvir outro canto no meu velho recanto, pois, espero acordar vivo e solto e mais santo.
Volto a sonhar a vida de meros mortais.
jbcampos
👁️ 66
Insônia insólita
Insônia Insólita
A noite já excedia o dia, madrugada adentro, ora quente, ora fria e a hora a despertar a aurora a qual agora de minha velha cara ria, enquanto, a mim me acometia certa azia angelical a atiçar melancolia informal de cólica e arritmia. Coisa que nunca acontecia. Foi a gula que engolia a velha mente dum ancião displicente. E o meu velho castiçal dentro do meu embornal, luz a mim pedia, e a esbórnia solitária parecia fantástica orgia fantasiosa, mas ardia, e aquela procissão seguia, apesar de minha agonia. Levantei-me para queixar ao parnaso nesta poesia. O poeta não se arrasa facilmente, dando azo ao azar de estar doente num arrazoado de mente demente. A saúde amiúde vem da saúde da mente que a gente agencia e ponderada diuturnamente, assim como a parturiente vai cuidar de sua cria, o seu mais novo parente. O ser já nasce doente até mesmo antes de nascer e continua em seus dias a morrer, assim é que deve ser: Viver morrendo, sucessivamente dia a dia. O nascituro sai do escuro ao sol da vida a ver sua vista doer. Dando vazão à sua visão vai ver seus amantes, parentes, irmãos, amigos e todas as especiarias de entes a lhe dar boas-vindas à confusão desse enorme caldeirão de calor-frio, dor e às vezes compaixão.
Então, será ou seria o pimentão ou aquela melancia a causa de nefasta indigestão a delirar-se em poesia?
O delírio não vem dum pimentão ansioso por uma melancia, não; tampouco, da flor de lírio, porém, vem da mente da gente quando atacada por semente dessa ebulição vigente e viciante a enganar a consciência de que ela não é o elo do corpo presente e que sempre vai adiante aplainando o seu caminho, referto de carinho, ou não, desde antigamente. É a mente da gente que dita a direção, é o filtro da sub imaginação.
O poeta nada pode escrever sem a inspiração de seu subconsciente, até mesmo no seu padecer, morada da Musa encantada, eterna enamorada do abobalhado poeta de coração esgarçado.
Tudo isso não é muito engraçado?
Porém, cuide do seu pensamento sem desdém, com seu olho do centro da testa, vigiando-o sempre para desviá-lo de tudo o que não presta, centrado somente ao que lhe convém, e peça aos anjos que digam: Amém.
Sua mente advém do além, para o mal e para o bem.
Simplificando: Analise seus pensamentos e seus resultados, quando em bons atos plasmados, e creia, Deus estará ao seu lado.
Não se deixe enganar pelo seu pensamento, pois, com todo o respeito, não existe burrice maior do que a de ser enganado por si mesmo, assim agem os viciados, pois, somente a consciência nisso pode dar jeito, e a você o meu respeito, e meu muito obrigado por ter-me aturado.
jbcampos
A noite já excedia o dia, madrugada adentro, ora quente, ora fria e a hora a despertar a aurora a qual agora de minha velha cara ria, enquanto, a mim me acometia certa azia angelical a atiçar melancolia informal de cólica e arritmia. Coisa que nunca acontecia. Foi a gula que engolia a velha mente dum ancião displicente. E o meu velho castiçal dentro do meu embornal, luz a mim pedia, e a esbórnia solitária parecia fantástica orgia fantasiosa, mas ardia, e aquela procissão seguia, apesar de minha agonia. Levantei-me para queixar ao parnaso nesta poesia. O poeta não se arrasa facilmente, dando azo ao azar de estar doente num arrazoado de mente demente. A saúde amiúde vem da saúde da mente que a gente agencia e ponderada diuturnamente, assim como a parturiente vai cuidar de sua cria, o seu mais novo parente. O ser já nasce doente até mesmo antes de nascer e continua em seus dias a morrer, assim é que deve ser: Viver morrendo, sucessivamente dia a dia. O nascituro sai do escuro ao sol da vida a ver sua vista doer. Dando vazão à sua visão vai ver seus amantes, parentes, irmãos, amigos e todas as especiarias de entes a lhe dar boas-vindas à confusão desse enorme caldeirão de calor-frio, dor e às vezes compaixão.
Então, será ou seria o pimentão ou aquela melancia a causa de nefasta indigestão a delirar-se em poesia?
O delírio não vem dum pimentão ansioso por uma melancia, não; tampouco, da flor de lírio, porém, vem da mente da gente quando atacada por semente dessa ebulição vigente e viciante a enganar a consciência de que ela não é o elo do corpo presente e que sempre vai adiante aplainando o seu caminho, referto de carinho, ou não, desde antigamente. É a mente da gente que dita a direção, é o filtro da sub imaginação.
O poeta nada pode escrever sem a inspiração de seu subconsciente, até mesmo no seu padecer, morada da Musa encantada, eterna enamorada do abobalhado poeta de coração esgarçado.
Tudo isso não é muito engraçado?
Porém, cuide do seu pensamento sem desdém, com seu olho do centro da testa, vigiando-o sempre para desviá-lo de tudo o que não presta, centrado somente ao que lhe convém, e peça aos anjos que digam: Amém.
Sua mente advém do além, para o mal e para o bem.
Simplificando: Analise seus pensamentos e seus resultados, quando em bons atos plasmados, e creia, Deus estará ao seu lado.
Não se deixe enganar pelo seu pensamento, pois, com todo o respeito, não existe burrice maior do que a de ser enganado por si mesmo, assim agem os viciados, pois, somente a consciência nisso pode dar jeito, e a você o meu respeito, e meu muito obrigado por ter-me aturado.
jbcampos
👁️ 63
Maldita paixão
Que força misteriosa a dominar realmente a mente-coração da gente é a paixão ardente.
A paixão é a verdadeira ilusão da mente a qual mente indiscretamente para gente, através de funesta inspiração inconsciente.
Não façamos confusão, não... Amor é outra coisa meu irmão!
O amor é um sentimento sublime, muito embora, não saibamos nada desses dois sentimentos, sabemos que o amor verdadeiro é puro, não é interesseiro, tudo suporta - tudo crê, jamais pensa em dinheiro, como disse o mestre estrangeiro, aquele que veio do além até Jerusalém, Jesus lá atrás antigamente, há muitos janeiros. De modo que há muitos anos esse sentimento deve estar sempre presente em primeiro plano, pois, com toda a certeza é o maior bem que durará para sempre o qual nos satisfaz trazendo como presente: A Paz.
Gêmeas idênticas
Duas irmãs univitelinas, tão idênticas que, não dá para descrever, somente ver e admirar a perfeição da mãe natureza ao se enxergar tamanha beleza em tanta realeza.
Porém, logo vem a paixão ardente a estraçalhar os jovens corações daquelas beldades, de verdade.
São dotadas do dom da música e se apaixonam por um cantor lírico e começam a dividi-lo entre si. São tão parecidas que uma passa pela outra, até gerar uma grande confusão. São jovens voltadas à música de todos os gêneros, são solistas de violino, tendo o pai como fabricante de seus instrumentos musicais com os quais fazem verdadeira arte tanto na luteria, quanto na arte musical, literalmente, pois, perpassam pelos clássicos aos mais populares sons virtuais.
O cantor Beto vem da "Scala" de Milão na Itália, onde canta e encanta magnificamente à plateia mundial.
As duas partilham o mesmo amante e uma delas engravida do cantor lírico, e nasce Joab um garoto que está além da sua geração. E por fim o filho torna-se um ser iluminado através da meditação transcendental e pela orientação de Clarence, antigo funcionário da fazenda das irmãs gêmeas o qual mora numa gruta ali dentro da propriedade, sendo o condutor espiritual do jovem Joab que passa a morar na caverna, qual se torna também um guru.
A gruta tem por nome: Gruta do Terceiro Milênio.
Por fim duas coisas desagradáveis acontecem nas vidas dessas jovens, um assassinato, e uma notícia que mancha a própria natureza humana, referente à mãe das jovens a qual choca toda a região de pessoas religiosas.
Trata-se duma Superfecundação heteropaternal. As irmãs são trocadas por outras gêmeas, pois, as verdadeiras filhas são gêmeas fraternas, porém, de pais diferentes, um da cor branca e o outro da cor negra, fato raro que acontece entre um milhão de pessoas.
Ah... Tem o Padre Fabrízio, que é pai do cantor lírico.
Resenha do livro: Maldita paixão
Boa leitura.
Jbcampos
http://mensalem.blogspot.com
A paixão é a verdadeira ilusão da mente a qual mente indiscretamente para gente, através de funesta inspiração inconsciente.
Não façamos confusão, não... Amor é outra coisa meu irmão!
O amor é um sentimento sublime, muito embora, não saibamos nada desses dois sentimentos, sabemos que o amor verdadeiro é puro, não é interesseiro, tudo suporta - tudo crê, jamais pensa em dinheiro, como disse o mestre estrangeiro, aquele que veio do além até Jerusalém, Jesus lá atrás antigamente, há muitos janeiros. De modo que há muitos anos esse sentimento deve estar sempre presente em primeiro plano, pois, com toda a certeza é o maior bem que durará para sempre o qual nos satisfaz trazendo como presente: A Paz.
Gêmeas idênticas
Duas irmãs univitelinas, tão idênticas que, não dá para descrever, somente ver e admirar a perfeição da mãe natureza ao se enxergar tamanha beleza em tanta realeza.
Porém, logo vem a paixão ardente a estraçalhar os jovens corações daquelas beldades, de verdade.
São dotadas do dom da música e se apaixonam por um cantor lírico e começam a dividi-lo entre si. São tão parecidas que uma passa pela outra, até gerar uma grande confusão. São jovens voltadas à música de todos os gêneros, são solistas de violino, tendo o pai como fabricante de seus instrumentos musicais com os quais fazem verdadeira arte tanto na luteria, quanto na arte musical, literalmente, pois, perpassam pelos clássicos aos mais populares sons virtuais.
O cantor Beto vem da "Scala" de Milão na Itália, onde canta e encanta magnificamente à plateia mundial.
As duas partilham o mesmo amante e uma delas engravida do cantor lírico, e nasce Joab um garoto que está além da sua geração. E por fim o filho torna-se um ser iluminado através da meditação transcendental e pela orientação de Clarence, antigo funcionário da fazenda das irmãs gêmeas o qual mora numa gruta ali dentro da propriedade, sendo o condutor espiritual do jovem Joab que passa a morar na caverna, qual se torna também um guru.
A gruta tem por nome: Gruta do Terceiro Milênio.
Por fim duas coisas desagradáveis acontecem nas vidas dessas jovens, um assassinato, e uma notícia que mancha a própria natureza humana, referente à mãe das jovens a qual choca toda a região de pessoas religiosas.
Trata-se duma Superfecundação heteropaternal. As irmãs são trocadas por outras gêmeas, pois, as verdadeiras filhas são gêmeas fraternas, porém, de pais diferentes, um da cor branca e o outro da cor negra, fato raro que acontece entre um milhão de pessoas.
Ah... Tem o Padre Fabrízio, que é pai do cantor lírico.
Resenha do livro: Maldita paixão
Boa leitura.
Jbcampos
http://mensalem.blogspot.com
👁️ 94
A Diva no Divã do João
A Diva no Divã do João
O escrevente, meio sem assunto, embora, contente pôs-se a mostrar os dentes no profundo de sua mente-coração. Porém, de repente lembra-se de histórias contundentes e macabras de monstros doentes, tal qual gosto ardente de pimenta vermelha que a mente lhe incendeia com enorme centelha. Então conjetura: Vou enfrentar mais esse dragão sem ter, tampouco, perder a razão.
Sentindo-se ignorante diante de seres distantes, porém, nos jornais com presenças constantes e marcantes, pensando se ia ou desistia, foi adiante e confiante:
Foi no afã do divino divã que o psicanalista demente, de mente doentia não desmentia a própria psicopatia e com elã trazia sua lista a listar suas referências para ali dizer aliviar o sofrer de inocente coração e à fármaco aviar a própria receita tão repleta de falsa alegria mental àquela divina visão da Diva divina qual mente alucina acima da própria alucinação.
Nada importa João, o respeito é bom e necessário, tem de refrear essa sua compulsão. Pegue esse seu fetiche e piche no seu coração o conselho: “Juízo João”.
Já há muito nos disse Jesus: “Não podemos impedir que as aves voem sobre nossas cabeças, porém, pensando bem, podemos impedi-las que nelas pousem e em desalinho construam seus ninhos”, entendeu João.
Doutor João apaixonado em seu maldoso fetiche, qual pacientemente envolvia em sua mente sua bela paciente ao desenrolar de mais uma louca emoção.
O dia urgia para mais uma psicossomática orgia do doutor João. Foi então que a morbidez mais uma vez lhe pegaria cheia de ironia por fazer aquilo que sempre fazia.
Oh... Doutor João por que não procura um psicanalista para tratar de sua estupidez?
Por Deus o que foi que lhe deu, seria a psicopatia que lhe desmereceu?
Ah... Foi o fogo do mal com sua velhaca insistência a cauterizar sua velha consciência!
Desculpe aí João, pode ser a sua enfermidade, porém, a bem da verdade toda a maldade é doentia, João, por caridade fustigue essa sua maldosa e idosa ilusão.
Porém, a insensatez não fazia enrubescer a palidez de sua branca tez, com sua mente poluída a praticar mais uma estupidez.
Ei João; o que foi que você fez desta vez?
Com aquela euforia criada pela sua psicopatia, quiçá, herdada de sua tia, porém, o seu coração ardia naquele estranho dia. Foi assim que João autodescrevia sua antiga sordidez, sempre à procura de sua cura nas suas esfarrapadas desculpas esculpidas na própria imaginação cauterizada!
Agora, mais um famoso analista corre da polícia por estar registrado em sua lista.
Como você é burro João, todo mundo sabe o que é um fino cabaré, quiçá, um bordel. João você com toda essa grana a qual sempre lhe engana com essa velhaca gana, pois, poderia comprar com seu mísero dinheiro um prostíbulo inteiro João, e ainda passaria por bom cavalheiro. Não que seja um conselho, mas é melhor do que estar causando dano à psique de suas pacientes permanentemente; como já lhe disse sobre seu doentio fetiche.
Como você é burro João ao desrespeitar suas pacientes, pois, é nada inteligente essa sua enganosa sensação inconsequente.
Agora a polícia vai ter de encarar.
João você gosta de apanhar?
Não, acho que não, apenas macular o coração do seu irmão. Jamais vai aprender essa lição, essa é a sua sina que a natureza não explica o porquê dessa compulsão que sempre alucina a fazer tal maldade independentemente de idade!
Coloque na sua velha cabeça, e jamais se esqueça - você é mais um psicopata, João, mas seja humilde e a Deus peça perdão, claro se tiver a capacidade consciente de pensar, João.
Desculpe a comparação, você está preso à sua própria psicopatia, como uma porca a emporcalhar sua própria pocilga e toda a sua cria todos os dias.
João, como é doentio esse seu coração!
Vá se tratar João, se ainda der tempo.
Vamos deixar bem claro, não estamos julgando o João, somente querendo entender essa macabra situação onde o bode tenta esconder o seu pé-de-cabra sujo de sangue exangue em suas próprias mãos, entendeu, ou não, irmão?
Também não...
Jbcampos
http://mensalem.blogspot.com
O escrevente, meio sem assunto, embora, contente pôs-se a mostrar os dentes no profundo de sua mente-coração. Porém, de repente lembra-se de histórias contundentes e macabras de monstros doentes, tal qual gosto ardente de pimenta vermelha que a mente lhe incendeia com enorme centelha. Então conjetura: Vou enfrentar mais esse dragão sem ter, tampouco, perder a razão.
Sentindo-se ignorante diante de seres distantes, porém, nos jornais com presenças constantes e marcantes, pensando se ia ou desistia, foi adiante e confiante:
Foi no afã do divino divã que o psicanalista demente, de mente doentia não desmentia a própria psicopatia e com elã trazia sua lista a listar suas referências para ali dizer aliviar o sofrer de inocente coração e à fármaco aviar a própria receita tão repleta de falsa alegria mental àquela divina visão da Diva divina qual mente alucina acima da própria alucinação.
Nada importa João, o respeito é bom e necessário, tem de refrear essa sua compulsão. Pegue esse seu fetiche e piche no seu coração o conselho: “Juízo João”.
Já há muito nos disse Jesus: “Não podemos impedir que as aves voem sobre nossas cabeças, porém, pensando bem, podemos impedi-las que nelas pousem e em desalinho construam seus ninhos”, entendeu João.
Doutor João apaixonado em seu maldoso fetiche, qual pacientemente envolvia em sua mente sua bela paciente ao desenrolar de mais uma louca emoção.
O dia urgia para mais uma psicossomática orgia do doutor João. Foi então que a morbidez mais uma vez lhe pegaria cheia de ironia por fazer aquilo que sempre fazia.
Oh... Doutor João por que não procura um psicanalista para tratar de sua estupidez?
Por Deus o que foi que lhe deu, seria a psicopatia que lhe desmereceu?
Ah... Foi o fogo do mal com sua velhaca insistência a cauterizar sua velha consciência!
Desculpe aí João, pode ser a sua enfermidade, porém, a bem da verdade toda a maldade é doentia, João, por caridade fustigue essa sua maldosa e idosa ilusão.
Porém, a insensatez não fazia enrubescer a palidez de sua branca tez, com sua mente poluída a praticar mais uma estupidez.
Ei João; o que foi que você fez desta vez?
Com aquela euforia criada pela sua psicopatia, quiçá, herdada de sua tia, porém, o seu coração ardia naquele estranho dia. Foi assim que João autodescrevia sua antiga sordidez, sempre à procura de sua cura nas suas esfarrapadas desculpas esculpidas na própria imaginação cauterizada!
Agora, mais um famoso analista corre da polícia por estar registrado em sua lista.
Como você é burro João, todo mundo sabe o que é um fino cabaré, quiçá, um bordel. João você com toda essa grana a qual sempre lhe engana com essa velhaca gana, pois, poderia comprar com seu mísero dinheiro um prostíbulo inteiro João, e ainda passaria por bom cavalheiro. Não que seja um conselho, mas é melhor do que estar causando dano à psique de suas pacientes permanentemente; como já lhe disse sobre seu doentio fetiche.
Como você é burro João ao desrespeitar suas pacientes, pois, é nada inteligente essa sua enganosa sensação inconsequente.
Agora a polícia vai ter de encarar.
João você gosta de apanhar?
Não, acho que não, apenas macular o coração do seu irmão. Jamais vai aprender essa lição, essa é a sua sina que a natureza não explica o porquê dessa compulsão que sempre alucina a fazer tal maldade independentemente de idade!
Coloque na sua velha cabeça, e jamais se esqueça - você é mais um psicopata, João, mas seja humilde e a Deus peça perdão, claro se tiver a capacidade consciente de pensar, João.
Desculpe a comparação, você está preso à sua própria psicopatia, como uma porca a emporcalhar sua própria pocilga e toda a sua cria todos os dias.
João, como é doentio esse seu coração!
Vá se tratar João, se ainda der tempo.
Vamos deixar bem claro, não estamos julgando o João, somente querendo entender essa macabra situação onde o bode tenta esconder o seu pé-de-cabra sujo de sangue exangue em suas próprias mãos, entendeu, ou não, irmão?
Também não...
Jbcampos
http://mensalem.blogspot.com
👁️ 142
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
NoComments
Português
English
Español