Armando A. C. Garcia

Armando A. C. Garcia

n. 1937 BR BR

n. 1937-11-12, São Paulo

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A cupidez !

A cupidez !



Só se emprega o pensamento na ambição

A cupidez tomou conta deste mundo

O homem não pensa mais no amor profundo

Que do imo da alma chega ao coração


Na cega ambição, só valoriza o cifrão

Já não teme mais a eterna Divindade

Descansando, no berço da insanidade

Está a um passo da mental alienação


Dependurado na simultaneidade

De sempre levar vantagem a qualquer custo

Sem esforço, sem fadiga, salário injusto

Persuade no esquecimento a veleidade


Injustos, injustos seus procedimentos

Não tivesse por berço a materialidade.

Sem a prodigiosa luz da imaterialidade

Cai na ausência de puros sentimentos


Nessa ambição desmedida da riqueza

Perde o homem o sentimento e a razão

Vivendo encantado na escada da ilusão

Não percebe estar a um passo da avareza


Porangaba, 14/06/2014 (data da criação)

Armando A. C. Garcia


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Biografia
Sou Poeta !

E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !

São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia 

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Poemas

1086

𝔼𝕤𝕡𝕣𝕖𝕚𝕥𝕒 𝕒 𝕗𝕖𝕝𝕚𝕔𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖 !

𝔼𝕤𝕡𝕣𝕖𝕚𝕥𝕒 𝕒 𝕗𝕖𝕝𝕚𝕔𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖 !  -  𝟘𝟜-𝟘𝟙-𝟚𝟘𝟚𝟞

ℚ𝕦𝕒𝕟𝕥𝕒 𝕤𝕒𝕦𝕕𝕒𝕕𝕖 𝕠 𝕞𝕦𝕟𝕕𝕠 𝕔𝕒𝕣𝕣𝕖𝕘𝕒
ℕ𝕒 𝕞𝕖𝕟𝕥𝕖 𝕕𝕖 𝕔𝕒𝕕𝕒 𝕤𝕖𝕣 𝕖𝕩𝕚𝕤𝕥𝕖𝕟𝕥𝕖, 
𝕃𝕖𝕞𝕓𝕣𝕒𝕟ç𝕒, 𝕟𝕠𝕤𝕥𝕒𝕝𝕘𝕚𝕒 𝕖 𝕡𝕖𝕤𝕒𝕣
𝔻𝕦𝕞 𝕒𝕞𝕠𝕣 𝕡𝕒𝕤𝕤𝕒𝕕𝕠, 𝕠𝕦 𝕡𝕖𝕣𝕞𝕒𝕟𝕖𝕟𝕥𝕖.

𝕊𝕒𝕦𝕕𝕒𝕕𝕖, 𝕖𝕤𝕡𝕣𝕖𝕚𝕥𝕒 𝕒 𝕗𝕖𝕝𝕚𝕔𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖...
𝕊𝕖𝕟𝕥𝕚𝕞𝕖𝕟𝕥𝕠 𝕕𝕖 ê𝕩𝕚𝕥𝕠 𝕖 𝕧𝕖𝕟𝕥𝕦𝕣𝕒,
ℂ𝕠𝕟𝕕𝕚çã𝕠 𝕕𝕖 𝕡𝕝𝕖𝕟𝕒 𝕡𝕣𝕚𝕠𝕣𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖 
ℙ𝕣𝕒 𝕢𝕦𝕖 𝕧𝕚𝕧𝕖𝕦 𝕕𝕚𝕒𝕤 𝕕𝕖 𝕒𝕞𝕒𝕣𝕘𝕦𝕣𝕒 !

𝔻𝕖𝕤𝕘𝕠𝕤𝕥𝕠, 𝕕𝕠𝕣 𝕖 𝕒 𝕔𝕠𝕟𝕤𝕥𝕖𝕣𝕟𝕒çã𝕠,
𝕄𝕦𝕥𝕚𝕝𝕒𝕣𝕒𝕞 𝕒 𝕥𝕒𝕝 𝕗𝕖𝕝𝕚𝕔𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖,
𝕊ó 𝕣𝕖𝕤𝕥𝕠𝕦 𝕒𝕠 𝕔𝕒𝕣𝕖𝕟𝕥𝕖 𝕔𝕠𝕣𝕒çã𝕠
𝕊𝕖𝕘𝕦𝕚𝕣 𝕠 𝕤𝕖𝕦 𝕣𝕦𝕞𝕠 𝕟𝕒 𝕤𝕠𝕝𝕖𝕕𝕒𝕕𝕖 !

𝔼 𝕖𝕟𝕗𝕣𝕖𝕟𝕥𝕒𝕟𝕕𝕠 𝕧𝕖𝕟𝕕𝕒𝕧𝕒𝕚𝕤 𝕚𝕟𝕥𝕖𝕟𝕤𝕠𝕤
𝕋𝕖𝕞𝕡𝕖𝕤𝕥𝕦𝕠𝕤𝕠𝕤 𝕒𝕠 𝕔𝕖𝕣𝕟𝕖 𝕙𝕦𝕞𝕒𝕟𝕠.
𝔼𝕟𝕔𝕒𝕣𝕠𝕦 𝕧𝕚𝕤 𝕕𝕚𝕤𝕤𝕒𝕓𝕠𝕣𝕖𝕤 𝕚𝕞𝕖𝕟𝕤𝕠𝕤,
ℕ𝕒 𝕤𝕒𝕦𝕕𝕒𝕕𝕖... 𝕢𝕦𝕖 𝕗𝕠𝕚 𝕤𝕖𝕦 𝕕𝕖𝕤𝕖𝕟𝕘𝕒𝕟𝕠.

𝕊ã𝕠 ℙ𝕒𝕦𝕝𝕠, 𝟘𝟜/𝟘𝟙/𝟚𝟘𝟚𝟞
𝔸𝕣𝕞𝕒𝕟𝕕𝕠 𝔸. ℂ. 𝔾𝕒𝕣𝕔𝕚𝕒

ℕ𝕠 𝔽𝕒𝕔𝕖𝕓𝕠𝕠𝕜 𝕠𝕦 𝕍𝕚𝕤𝕚𝕥𝕖 𝕞𝕖𝕦𝕤 𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤:
𝕙𝕥𝕥𝕡://𝕓𝕣𝕚𝕤𝕒𝕕𝕒𝕡𝕠𝕖𝕤𝕚𝕒.𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤𝕡𝕠𝕥.𝕔𝕠𝕞
𝕙𝕥𝕥𝕡://𝕔𝕣𝕚𝕒𝕟𝕔𝕒𝕤𝕡𝕠𝕖𝕤𝕚𝕒𝕤.𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤𝕡𝕠𝕥.𝕔𝕠𝕞
𝕙𝕥𝕥𝕡://𝕡𝕣𝕖𝕝𝕦𝕕𝕚𝕠𝕕𝕖𝕤𝕠𝕟𝕖𝕥𝕠𝕤.𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤𝕡𝕠𝕥.𝕔𝕠𝕞
𝔼𝕤𝕔𝕣𝕚𝕥𝕒𝕤.𝕠𝕣𝕘
𝔼 𝕔𝕒𝕟𝕒𝕝 𝕕𝕠 𝕎𝕙𝕒𝕥𝕤𝔸𝕡𝕡: 𝔹𝕣𝕚𝕤𝕒𝕕𝕒𝕡𝕠𝕖𝕤𝕚𝕒

𝔻𝕚𝕣𝕖𝕚𝕥𝕠𝕤 𝕒𝕦𝕥𝕠𝕣𝕒𝕚𝕤 𝕣𝕖𝕘𝕚𝕤𝕥𝕣𝕒𝕕𝕠𝕤
𝕄𝕒𝕟𝕥𝕖𝕟𝕕𝕠 𝕒 𝕒𝕦𝕥𝕠𝕣𝕚𝕒 𝕕𝕠 𝕡𝕠𝕖𝕞𝕒 – ℙ𝕠𝕕𝕖 𝕔𝕠𝕞𝕡𝕒𝕣𝕥𝕚𝕝𝕙𝕒𝕣

 

 

 

 

11

Por Maduro e suas  prisões,

Por Maduro e suas  prisões, -  06-01-2026
 

Estes povos, divididos

Entre pequenas e grandes nações,

Todos eles se manifestaram

Por Maduro e suas prisões,

 

Entretanto, todavia,

Seja lá, pelo que for

Ninguém se manifestou 

Pela Ucrânia invadida,

 

Pela Rússia, agressora,

Que de um terço se apoderou.

Para ela, não há soberania

Respeito no mundo afora;

 

Parece. Não é verdade. 

O mundo inteiro tem medo

De enfrentar a invasora,

Pelas bombas nucleares

No seu poderio militar.

 

Contudo esse poderio

Não é exclusivamente seu,

Países vários no mundo

Têm armamento igual.

 

Não creio que algum faça uso

Porque seria, do mundo o final,

É uma roca. Sem fuso

E que sem ele, nada vale;

 

Vejam só que a invasora

Em território é a maior,

Com pouca população,

A China tem quase dez vezes mais

 

Território, pouco mais que a metade

Vejam que esta invasão,

Não só fere; como alarde

A soberania doutra nação.

 

E o mundo, fica quieto e mudo

Na bravata que em guerra se tornou,

Quatro anos a Ucrânia Lotou

E o mundo... silente e mudo.

 

E em mudo; não se tornou

Mas pra defender traficante

Friamente ele acordou

Ditador é mais dignificante.

 

Numa nação invadida,

Que dirão os invadidos,

De sua Pátria querida,

Nacionalidade perdida!

 

𝓢ã𝓸 𝓟𝓪𝓾𝓵𝓸, 𝟎𝟔/𝟎𝟏/𝟐𝟎𝟐𝟔 (𝓭𝓪𝓽𝓪 𝓭𝓪 𝓬𝓻𝓲𝓪çã𝓸)

𝓐𝓻𝓶𝓪𝓷𝓭𝓸 𝓐. 𝓒. 𝓖𝓪𝓻𝓬𝓲𝓪

 

𝓝𝓸 𝓕𝓪𝓬𝓮𝓫𝓸𝓸𝓴 𝓸𝓾 𝓥𝓲𝓼𝓲𝓽𝓮 𝓶𝓮𝓾𝓼 𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼:

𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓫𝓻𝓲𝓼𝓪𝓭𝓪𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶

𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓬𝓻𝓲𝓪𝓷𝓬𝓪𝓼𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪𝓼.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶

𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓹𝓻𝓮𝓵𝓾𝓭𝓲𝓸𝓭𝓮𝓼𝓸𝓷𝓮𝓽𝓸𝓼.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶

𝓔𝓼𝓬𝓻𝓲𝓽𝓪𝓼.𝓸𝓻𝓰

𝓔 𝓬𝓪𝓷𝓪𝓵 𝓭𝓸 𝓦𝓱𝓪𝓽𝓼𝓐𝓹𝓹: 𝓑𝓻𝓲𝓼𝓪𝓭𝓪𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪

 

𝓓𝓲𝓻𝓮𝓲𝓽𝓸𝓼 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓪𝓲𝓼 𝓻𝓮𝓰𝓲𝓼𝓽𝓻𝓪𝓭𝓸𝓼

𝓜𝓪𝓷𝓽𝓮𝓷𝓭𝓸 𝓪 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓲𝓪 𝓭𝓸 𝓹𝓸𝓮𝓶𝓪 – 𝓟𝓸𝓭𝓮 𝓬𝓸𝓶𝓹𝓪𝓻𝓽𝓲𝓵𝓱𝓪𝓻

35

Contextos ! 

Contextos !  -  05-01-2026

 

Neste compacto de vida              

Entra a alma e a matéria,

Aquela, tem a incumbência

De levar ao Criador,

As mazelas da consciência 

De nosso ódio e rancor.

 

A alma é o substrato da vida

Base, fundamento, essência,

É nela que está contida,

O senso e a consciência,

Da cognição, armazém, 

Que do viver lhe provém.

 

Entre a prova e a aprovação

Muitos anseios se vão...

Uma, é cheia de aforismos

Outra, só de aprovação.

 

São Paulo, 05/01/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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18

O ᴇᴄᴏ ᴅᴜᴍ ᴍᴏᴍᴇɴᴛᴏ !

O ᴇᴄᴏ ᴅᴜᴍ ᴍᴏᴍᴇɴᴛᴏ !  - 13-12-2025

É ᴀʙᴊᴇᴛᴏ ᴏ óᴅɪᴏ ᴏᴜ ᴏ ᴅᴇꜱᴅéᴍ
Fúᴛɪʟ ᴘɪꜱᴀʀ ᴏꜱ ᴘéꜱ ᴅᴇ ᴀʟɢᴜéᴍ,
Tᴏᴅᴏꜱ ᴛᴇᴍᴏꜱ ᴜᴍ ᴅɪᴀ ᴅᴇ ᴛᴏʀᴍᴇɴᴛᴏ,
Mᴀꜱ é ɪɴúᴛɪʟ, ᴘᴇʀᴠᴇʀꜱᴏ ꜱᴇɴᴛɪᴍᴇɴᴛᴏ.

Iʀᴀ ᴇ ʀᴀɪᴠᴀ, ꜱãᴏ ᴏ ᴇᴄᴏ ᴅᴜᴍ ᴍᴏᴍᴇɴᴛᴏ,
Mᴀɪꜱ ᴛᴀʀᴅᴇ ᴀ ᴄᴏᴍɪꜱᴇʀᴀçãᴏ é ᴜᴍ ʟᴀᴍᴇɴᴛᴏ,
Vᴇᴍᴏꜱ qᴜᴇ ᴛᴜᴅᴏ ɪꜱꜱᴏ ɪɢɴóʙɪʟ, ꜰᴏɪ ᴇᴍ ᴠãᴏ.
E ʀᴇɴᴀꜱᴄᴇ ɴᴏ ᴘᴇɪᴛᴏ ᴏ ᴀᴍᴏʀ ᴇ ᴀ ᴜɴɪãᴏ.

Nᴇꜱᴛᴇ ᴍᴜɴᴅᴏ, ᴛᴏᴅᴏꜱ ɴóꜱ ꜱᴏᴍᴏꜱ ɪʀᴍãᴏꜱ,
Uᴍ ʀɪꜱᴏ, ᴜᴍᴀ ᴀʟᴇɢʀɪᴀ, ᴜᴍ ᴀᴘᴇʀᴛᴏ ᴅᴇ ᴍãᴏꜱ
Cᴏᴍᴏ ᴀ Fêɴɪx ᴅᴀ ᴛᴀʟ ᴍɪᴛᴏʟᴏɢɪᴀ ɢʀᴇɢᴀ,
Sᴇʀá ꜱᴇᴍᴘʀᴇ ᴀ ᴀᴅᴇꜱãᴏ qᴜᴇ ɴᴏꜱ ᴄᴏɴɢʀᴇɢᴀ!

Sãᴏ Pᴀᴜʟᴏ, 13-12-2025
Aʀᴍᴀɴᴅᴏ A. C. Gᴀʀᴄɪᴀ

Nᴏ Fᴀᴄᴇʙᴏᴏᴋ ᴏᴜ Vɪꜱɪᴛᴇ ᴍᴇᴜꜱ ʙʟᴏɢꜱ:
ʜᴛᴛᴘ://ʙʀɪꜱᴀᴅᴀᴘᴏᴇꜱɪᴀ.ʙʟᴏɢꜱᴘᴏᴛ.ᴄᴏᴍ
ʜᴛᴛᴘ://ᴄʀɪᴀɴᴄᴀꜱᴘᴏᴇꜱɪᴀꜱ.ʙʟᴏɢꜱᴘᴏᴛ.ᴄᴏᴍ
ʜᴛᴛᴘ://ᴘʀᴇʟᴜᴅɪᴏᴅᴇꜱᴏɴᴇᴛᴏꜱ.ʙʟᴏɢꜱᴘᴏᴛ.ᴄᴏᴍ
Eꜱᴄʀɪᴛᴀꜱ.ᴏʀɢ
E ᴄᴀɴᴀʟ ᴅᴏ WʜᴀᴛꜱAᴘᴘ: Bʀɪꜱᴀᴅᴀᴘᴏᴇꜱɪᴀ

Dɪʀᴇɪᴛᴏꜱ ᴀᴜᴛᴏʀᴀɪꜱ ʀᴇɢɪꜱᴛʀᴀᴅᴏꜱ
Mᴀɴᴛᴇɴᴅᴏ ᴀ ᴀᴜᴛᴏʀɪᴀ ᴅᴏ ᴘᴏᴇᴍᴀ – Pᴏᴅᴇ ᴄᴏᴍᴘᴀʀᴛɪʟʜᴀʀ

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

11

Pé-ᴅᴇ-ᴍᴇɪᴀ !

Pé-ᴅᴇ-ᴍᴇɪᴀ !  - 13-12-2025

Sᴇᴊᴀ ʟá ᴘᴇʟᴏ qᴜᴇ ꜱᴇᴊᴀ,
Sᴇᴊᴀ ʟá ᴘᴇʟᴏ qᴜᴇ ꜰᴏʀ,
Eᴜ ɴᴜɴᴄᴀ ᴛᴇʀᴇɪ ɪɴᴠᴇᴊᴀ
Dᴜᴍ ʜᴏᴍᴇᴍ ᴛʀᴀʙᴀʟʜᴀᴅᴏʀ.

Qᴜᴇᴍ ɢᴀɴʜᴀ ᴏ ᴘãᴏ ᴄᴏᴍ ꜱᴜᴏʀ
Nãᴏ ᴏ ᴛɪʀᴀ ᴅᴇ ɴɪɴɢᴜéᴍ,
O ᴛʀᴀʙᴀʟʜᴏ é ꜱᴇᴜ ʟᴀʙᴏʀ
E ɴᴇʟᴇ ɢᴀɴʜᴀ ꜱᴇᴜ ᴠɪɴᴛéᴍ,

Sᴇᴜ ᴘᴇᴄúʟɪᴏ, ᴄᴇʀᴛᴀᴍᴇɴᴛᴇ,
Fᴏɪ ᴅᴇ ᴠɪɴᴛéᴍ, ᴇᴍ ᴠɪɴᴛéᴍ,
Pé-ᴅᴇ-ᴍᴇɪᴀ ᴅᴇᴄᴏʀʀᴇɴᴛᴇ
Sᴇᴍ ᴘʀᴇᴊᴜᴅɪᴄᴀʀ ᴀʟɢᴜéᴍ,

Hᴏᴊᴇ ᴠᴇᴍᴏꜱ ᴍᴜɪᴛᴀ ɢᴇɴᴛᴇ
Eɴʀɪqᴜᴇᴄᴇʀ ꜱᴇᴍ ᴛʀᴀʙᴀʟʜᴏ,
- Cᴏᴍᴏ ᴘᴏᴅᴇ ᴏ ɪɴᴛᴇʟɪɢᴇɴᴛᴇ,
Eɴʀɪqᴜᴇᴄᴇʀ ꜱᴇᴍ ᴛʀᴀʙᴀʟʜᴏ !

Sãᴏ Pᴀᴜʟᴏ, 13/12/2025
Aʀᴍᴀɴᴅᴏ A. C. Gᴀʀᴄɪᴀ

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Mᴀɴᴛᴇɴᴅᴏ ᴀ ᴀᴜᴛᴏʀɪᴀ ᴅᴏ ᴘᴏᴇᴍᴀ – Pᴏᴅᴇ ᴄᴏᴍᴘᴀʀᴛɪʟʜᴀʀ

 

 

 

 

 

 

 

 

 

13

𝓐 𝓲𝓷𝓸𝓬ê𝓷𝓬𝓲𝓪 ❗

𝓐 𝓲𝓷𝓸𝓬ê𝓷𝓬𝓲𝓪 ❗ – 𝟏𝟔-𝟏𝟐-𝟐𝟎𝟐𝟓

𝓐 𝓲𝓷𝓸𝓬ê𝓷𝓬𝓲𝓪 é 𝓪 𝓼𝓲𝓶𝓹𝓵𝓲𝓬𝓲𝓭𝓪𝓭𝓮
𝓐 𝓪𝓾𝓼ê𝓷𝓬𝓲𝓪 𝓭𝓮 𝓬𝓾𝓵𝓹𝓪 𝓸𝓾 𝓹𝓮𝓬𝓪𝓭𝓸,
𝓐 𝓹𝓾𝓻𝓮𝔃𝓪 𝓼𝓮𝓶 𝓶𝓪𝓵í𝓬𝓲𝓪 𝓭𝓮 𝓼𝓮𝓾 𝓵𝓪𝓭𝓸
𝓣𝓻𝓲𝓵𝓱𝓪𝓷𝓭𝓸 𝓸 𝓻𝓾𝓶𝓸 𝓭𝓪 𝓢𝓮𝓻𝓲𝓮𝓭𝓪𝓭𝓮.

𝓐 𝓯𝓲𝓻𝓶𝓮𝓼 𝓹𝓪𝓼𝓼𝓸𝓼 𝓮𝓵𝓪 𝓿ê 𝓷𝓪 𝓵𝓮𝓪𝓵𝓭𝓪𝓭𝓮
𝓐 𝓹𝓸𝓻𝓽𝓪 𝓭’𝓪𝓯𝓲𝓷𝓬𝓸 𝓶𝓪𝓲𝓼 𝓹𝓾𝓻𝓪 𝓮 𝓼𝓮𝓰𝓾𝓻𝓪,
𝓝𝓸 𝓪𝓻𝓻𝓲𝓶𝓸 à 𝓼𝓾𝓪 𝓳𝓾𝓼𝓽𝓪 𝓹𝓻𝓸𝓫𝓲𝓭𝓪𝓭𝓮
𝓓𝓮 𝓶ã𝓸 𝓹é𝓻𝓯𝓲𝓭𝓪 𝓮 𝓭𝓮 𝓶ã𝓸 𝓪𝓫𝓳𝓾𝓻𝓪 ❗

𝓔𝓼𝓬𝓾𝓭𝓪𝓭𝓪 𝓪𝓹𝓮𝓷𝓪𝓼 𝓷𝓪 𝓼𝓾𝓪 𝓬𝓸𝓷𝓼𝓬𝓲ê𝓷𝓬𝓲𝓪
𝓢𝓮𝓶 𝓻𝓮𝓬𝓮𝓲𝓸 𝓭𝓮 𝓬𝓪𝓲𝓻 𝓷𝓸 𝓪𝓫𝓳𝓮𝓽𝓸 𝓪𝓻𝓭𝓲𝓵.
𝓐𝓹𝓮𝓼𝓪𝓻 𝓭𝓮 𝓼𝓾𝓪 𝓹𝓸𝓾𝓬𝓪 𝓮𝔁𝓹𝓮𝓻𝓲ê𝓷𝓬𝓲𝓪,
𝓒𝓸𝓶 𝓪 𝓶𝓪𝓵𝓭𝓪𝓭𝓮 𝓱𝓾𝓶𝓪𝓷𝓪 𝓮 𝓿𝓪𝓻𝓸𝓷𝓲𝓵 .

𝓢ã𝓸 𝓟𝓪𝓾𝓵𝓸, 𝟏𝟔-𝟏𝟐-𝟐𝟎𝟐𝟓
𝓐𝓻𝓶𝓪𝓷𝓭𝓸 𝓐. 𝓒. 𝓖𝓪𝓻𝓬𝓲𝓪

𝓝𝓸 𝓕𝓪𝓬𝓮𝓫𝓸𝓸𝓴 𝓸𝓾 𝓥𝓲𝓼𝓲𝓽𝓮 𝓶𝓮𝓾𝓼 𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼:
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓫𝓻𝓲𝓼𝓪𝓭𝓪𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓬𝓻𝓲𝓪𝓷𝓬𝓪𝓼𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪𝓼.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓹𝓻𝓮𝓵𝓾𝓭𝓲𝓸𝓭𝓮𝓼𝓸𝓷𝓮𝓽𝓸𝓼.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓔𝓼𝓬𝓻𝓲𝓽𝓪𝓼.𝓸𝓻𝓰
𝓔 𝓬𝓪𝓷𝓪𝓵 𝓭𝓸 𝓦𝓱𝓪𝓽𝓼𝓐𝓹𝓹: 𝓑𝓻𝓲𝓼𝓪𝓭𝓪𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪

𝓓𝓲𝓻𝓮𝓲𝓽𝓸𝓼 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓪𝓲𝓼 𝓻𝓮𝓰𝓲𝓼𝓽𝓻𝓪𝓭𝓸𝓼
𝓜𝓪𝓷𝓽𝓮𝓷𝓭𝓸 𝓪 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓲𝓪 𝓭𝓸 𝓹𝓸𝓮𝓶𝓪 – 𝓟𝓸𝓭𝓮 𝓬𝓸𝓶𝓹𝓪𝓻𝓽𝓲𝓵𝓱𝓪𝓻

 

 

 

 

 

 

 

9

Deixa a vida te levar,

Deixa a vida te levar,  -  17-01-226

 

Deixa a vida te levar,

Não queiras mudar seu curso.

Devagar podes chegar,

Onde o destino está incurso.

 

Seu fluxo é natural

Ele imprime e transmite,

No seu próprio ritual

Sempre dentro do limite.

 

Como a luz que se propaga

No meio da escuridão,

Não se extingue, nem se apaga

Como o Sol da redenção.

 

A vida tem seus entraves

Percalços a enfrentar,

Vê que até as próprias aves

Nem sempre estão a voar.

 

São Paulo, 16/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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Deixa a vida te levar,

Não queiras mudar seu curso.

Devagar podes chegar,

Onde o destino está incurso.

 

Seu fluxo é natural

Ele imprime e transmite,

No seu próprio ritual

Sempre dentro do limite.

 

Como a luz que se propaga

No meio da escuridão,

Não se extingue, nem se apaga

Como o Sol da redenção.

 

A vida tem seus entraves

Percalços a enfrentar,

Vê que até as próprias aves

Nem sempre estão a voar.

 

São Paulo, 16/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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13

Assopros do Criador !

Assopros do Criador ! 13-12-2025

 

A alegria, é o amor

Esse é o Dom maior,

Que o Bom Deus ensinou

E a alma pacificou.

 

Amor, afeto, amizade

Estima, apreço, bondade,

São fatores preponderantes

Assopros d’Criador constantes. 

 

Permanentes em nossa vida,

Desde o nascer à partida.

Pautados e ajustados,

P’lo tempo, aperfeiçoados.

 

Vão sendo assim melhorados,

Nossos sentimentos alados, 

Pra no acerto das contas,

Não precisar de afrontas !

 

São Paulo, 13-12-2025 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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19

Não existe mais !

Não existe mais ! -  10-12-2025

 

Amor é um padrão perene singular          

Que norteia duas almas à adesão,

Fazendo delas um só coração

Num supremo e absoluto sempar.       

 

O amor, não cede ao tempo, contudo,

Ele, não é do amor a salvação,

Nem o ensejo[AG1]  cadente da razão

Nem a vela, que norteia seu caminho.

 

Podendo enveredar por entre espinhos

E a alma se transforma em beduíno, 

E aquele que era um bom menino

Acaba errando os fiéis caminhos!

 

E aquele sublime amor de dois iguais,

Seu duplo coração, não mais existe,

Lamentam, pranteiam, ficam tristes

O que parecia ser eterno, não existe mais !

 

São Paulo, 10-12-2025

Armando A. C. Garcia

 

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 [AG1]

11

𝓣𝓸𝓻𝓹𝓮, 𝓽𝓸𝓻𝓹𝓮𝔃𝓪 ❗

𝓣𝓸𝓻𝓹𝓮, 𝓽𝓸𝓻𝓹𝓮𝔃𝓪 ❗  - 𝟏𝟔-𝟎𝟏-𝟐𝟎𝟐𝟔

𝓣𝓸𝓻𝓹𝓮, 𝓽𝓸𝓻𝓹𝓮𝔃𝓪 𝓪 𝓽𝓾𝓪
𝓝𝓸𝓼 𝓭𝓲𝓪𝓼 𝓭𝓮 𝓼𝓸𝓵𝓲𝓭ã𝓸,
𝓝𝓮𝓶 𝓶𝓮𝓼𝓶𝓪 𝓪𝓼 𝓹𝓮𝓭𝓻𝓪𝓼 𝓭𝓪 𝓻𝓾𝓪
𝓐𝓬𝓸𝓶𝓹𝓪𝓷𝓱𝓪𝓶 𝓪 𝓲𝓷𝓪𝓷𝓲çã𝓸.

𝓘𝓰𝓷ó𝓫𝓲𝓵 𝓮 𝓿𝓮𝓻𝓰𝓸𝓷𝓱𝓸𝓼𝓸
𝓓𝓮𝓼𝓸𝓷𝓮𝓼𝓽𝓲𝓭𝓪𝓭𝓮 𝓼𝓮𝓶 𝓯𝓲𝓶,
𝓒𝓸𝓶 𝓮𝓼𝓼𝓮 𝓪𝓶𝓸𝓻 𝓬𝓸𝓫𝓲ç𝓸𝓼𝓸
𝓝ã𝓸 𝓬𝓱𝓮𝓰𝓾𝓮𝓼 𝓹𝓮𝓻𝓽𝓸 𝓭𝓮 𝓶𝓲𝓶.

𝓣𝓾𝓪𝓼 𝓮𝓶𝓸çõ𝓮𝓼 𝓭𝓮 𝓹𝓮𝓭𝓻𝓪
𝓡𝓮𝓯𝓵𝓮𝓽𝓮𝓶 𝓽𝓾𝓪 𝓻𝓮𝓹𝓾𝓽𝓪çã𝓸,
𝓢𝓮 𝓸 𝓬𝓸𝓷𝓬𝓮𝓲𝓽𝓸 𝓷ã𝓸 𝓶𝓮𝓭𝓻𝓪
𝓔𝓼𝓽á𝓼 𝓯𝓸𝓻𝓪 𝓭𝓮 𝓶𝓮𝓾 𝓬𝓸𝓻𝓪çã𝓸.

𝓔𝓼𝓺𝓾𝓮𝓬𝓮 𝓺𝓾𝓮 𝓮𝓾 𝓮𝔁𝓲𝓼𝓽𝓸
𝓓𝓮𝓲𝔁𝓪 𝓭𝓮 𝓶𝓮 𝓪𝓫𝓸𝓻𝓭𝓪𝓻.
𝓝ã𝓸 𝓹𝓸𝓼𝓼𝓾𝓸 𝓓𝓸𝓷𝓼 𝓭𝓮 𝓒𝓻𝓲𝓼𝓽𝓸
𝓟’𝓻𝓪 𝓹𝓸𝓻 𝓽𝓲, 𝓶𝓮 𝓼𝓪𝓬𝓻𝓲𝓯𝓲𝓬𝓪𝓻 ❗

𝓢ã𝓸 𝓟𝓪𝓾𝓵𝓸, 𝟏𝟔/𝟎𝟏/𝟐𝟎𝟐𝟔 (𝓭𝓪𝓽𝓪 𝓭𝓪 𝓬𝓻𝓲𝓪çã𝓸)
𝓐𝓻𝓶𝓪𝓷𝓭𝓸 𝓐. 𝓒. 𝓖𝓪𝓻𝓬𝓲𝓪

𝓝𝓸 𝓕𝓪𝓬𝓮𝓫𝓸𝓸𝓴 𝓸𝓾 𝓥𝓲𝓼𝓲𝓽𝓮 𝓶𝓮𝓾𝓼 𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼:
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓫𝓻𝓲𝓼𝓪𝓭𝓪𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓬𝓻𝓲𝓪𝓷𝓬𝓪𝓼𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪𝓼.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓹𝓻𝓮𝓵𝓾𝓭𝓲𝓸𝓭𝓮𝓼𝓸𝓷𝓮𝓽𝓸𝓼.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓔𝓼𝓬𝓻𝓲𝓽𝓪𝓼.𝓸𝓻𝓰
𝓔 𝓬𝓪𝓷𝓪𝓵 𝓭𝓸 𝓦𝓱𝓪𝓽𝓼𝓐𝓹𝓹: 𝓑𝓻𝓲𝓼𝓪𝓭𝓪𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪
    
𝓓𝓲𝓻𝓮𝓲𝓽𝓸𝓼 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓪𝓲𝓼 𝓻𝓮𝓰𝓲𝓼𝓽𝓻𝓪𝓭𝓸𝓼
𝓜𝓪𝓷𝓽𝓮𝓷𝓭𝓸 𝓪 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓲𝓪 𝓭𝓸 𝓹𝓸𝓮𝓶𝓪 – 𝓟𝓸𝓭𝓮 𝓬𝓸𝓶𝓹𝓪𝓻𝓽𝓲𝓵𝓱𝓪𝓻

 

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Comentários (1)

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Muito belo... harmonioso - e viva a natureza....