Lista de Poemas

As lagrimas do Riachinho

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Meus paradoxos

A Inércia do Tempo: "Se tudo passa, então por que ficamos estacionados na esperança?"

A Cura pelo Choque: "O erro dói, mas a verdade cicatriza."

O Teste da Fé: "Viver a fé no conforto é fácil, quero ver viver ela no perigo ou na fome."

A Dualidade da Partida: "A morte é triste, mas pode trazer paz."

A Ambiguidade do Futuro: "Se o futuro não é nosso, por que sonhamos?"

A Máscara Social: "Fantasiados de anjos e nus de piedade" e "Vendemos de santo, se sob o véu negro escondemos a adaga."

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Eu e Ele

Eu e ELE

Sobrevivente ao submundo do medo

E da subsistência....

Navegante em mares revoltos

Aprendi a contagem do tempo

Quebrei a realidade

Quarta parede entre nós...

Renasci como fênix

E o progresso me adotou

Descobri calores celestiais

No decréscimo 

Sofri frios infernais.

No caminho que percorri

E nos combates da vida

Te conheci...

No fogo vi esperança 

E com água fluiu minha alma

Só sentia o seu silêncio 

Em minha consciência

E eu ali perdido no medo

Quis que o Senhor

Fosse mais trovejante.

O silencio adentrou o meu ser

Porque inda não entendia

Segui ao meu modo:

Cai diante tanta beleza

Que o poder me ofertou

Hora fervoroso

Hora na indiferença

Hora dominado pela ciência

Sempre foi no meu medo

Que fugi ao seu olhar

Não via coisas concretas 

No amor

Senti seu lado intangível 

Na dor

E sempre comigo

Quis caminhar...

Nem quis entender meu orgulho

Más ele quis perdoar

E no seu sacrifício 

Quis me mostrar

A força do amor

Não deixando me entregue

Ao vale das sombras.

Vendo as minha cegueira

Quis me mostrar

A face do amor

Em ti é supremo

Maior que a luz do firmamento

Mais belo que a noite de luar

Mais forte que meu medo 

De sombras...

Sei sou fraco

Faço coisas difícil de entender

As vezes das pedras

Do meu caminho

Fabrico armas para o ódio 

E sede do ter ou do saber

Com meu olhar

Desprezo outros iguais

Que como eu vagam

Sem sua luz

De que me adianta

Todo firmamento

Em minhas mãos 

Se custo entender

Que o Senhor é a saída

Quando eu descer desta viagem

Ainda com o seu sacrifício 

Estou aqui vivendo meu medo

Questiono quem fala em seu nome

Falar do fogo que arde

Falar da água da vida

Do amor que aproxima

Com meu medo

Quantos morrem no abismo

Só porque tenho vergonha

De dizer em seu nome

Todos os dias...

Me mostra o perigo

Que há no deserto

Sabe que ainda que pequena

Há luz no meu ser.

Sempre me carrega em jardins

Onde a praga alastrou

E eu sou tão cego

Que nem consigo ver seu olhar

Outro dia

Em tempestades revoltas

Quis ser meu telhado

Estava no mar

Sem rumo e sem grilos

Jogou em meu barco 

Uma rede

E minhas angustias

Em sonhos transformou 

E com a liberdade

Oferecida a mim 

Vindo de sua graça 

Quis a luz...

De minhas próprias escolhas

Não quis entender

E ao meu coração 

Dei morada ao orgulho

Ainda que muitos

O tenha como um justiceiro

Como fraco nas minhas quedas

Espero em seu nome

Muito mais a misericórdia

Que me dará a luz

No caminhar dos meus desertos

Onde deixei minha ignorância 

Me dominar

Seu caminho é preto no branco

Porque é da justiça 

Aprendi com outros

Exemplos de vida

Que morreram

No seu sacrifício 

Que é o fim

De todo sofrimento 

Na alma do pecador

Autor: Bruno Gomide/Candeias MG

 

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Ao Som do Estalo

Ao som de um estalo Via sombras de medos, 
Onde respeito e afronta Se cruzam em segredo. 
Se a farda falasse Diria que a dentadura 
Tremeu de medo Da ditadura. 
De pés rachados pelo cimento
Lustrava o granito que um dia Seria o meu leito. 
Oh! Ventos de limunises, não me levem o chão! 
O dó-ré-mi-fá do pão seco é minha oração. 
Se a Cirene tocar e a terra tremer, 
É o brilho da alma que me faz renascer!
Comia pão seco a dó-ré-mi-fá
Enquanto ouvia moedas caídas ao chão. 
Vivia em marquises quebradas 
E via guarda-chuvas ao ventos de limunises. 
De pés rachados pelo cimento
 Lustrava o granito que um dia Seria o meu leito. 

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Eu Sou Bom no Trem

Eu sou bom no trem, eu sou bom no trem não saio do trilho e nem desvio do clarão muito menos do destino eu sou bom no trem, eu sou bom no trem No amor eu sou o mestre, eu sou a condução
Levo a vida no compasso, sem medo de tropeçar minha estrada tem beleza, feita pra me convidar A beleza chama forte, num feitiço que emana vou buscar o meu descanso nos braços de Bellana
Lá eu acho o meu carinho, lá o mundo se acalma é o toque que me cura e alimenta a minha alma, mas o trilho é perigoso, e o destino não se engana quando perco o meu juízo nos olhos de Diana
Mestre de um lado, do outro sou lição Em Bellana o abraço, em Diana a imensidão O mestre que conduz, o coração que se embaraça se num braço eu sou o dono... No outro olhar, eu sou a caça!
Eu sou bom no trem, eu sou bom no trem não saio do trilho e nem desvio do clarão, muito menos do destino eu sou bom no trem, eu sou bom no trem no amor eu sou o mestre... mas perco a direção se o olhar é de Diana.
Eu sou bom no trem, eu sou bom no trem não saio do trilho e nem desvio da intensão muito menos dos amigos eu sou bom no trem, eu sou bom no trem No amizade eu sou o doutor, eu sou verdadeiro
Levo a vida no compasso, sem medo de tropeçar minha estrada tem beleza, feita pra me convidar A beleza chama forte, num feitiço que emana vou buscar o meu descanso nos braços de Bellana
Lá eu acho o meu carinho, lá o mundo se acalma é o toque que me cura e alimenta a minha alma, mas o trilho é perigoso, e o destino não se engana quando perco o meu juízo nos olhos de Diana
Mestre de um lado, do outro sou lição Em Bellana o abraço, em Diana a imensidão O mestre que conduz, o coração que se embaraça se num braço eu sou o dono... No outro olhar, eu sou a caça!
Eu sou bom no trem, eu sou bom no trem não saio do trilho e nem desvio do clarão, muito menos do destino eu sou bom no trem, eu sou bom no trem no amor eu sou o mestre... mas perco a direção se o olhar é de Diana.
E quando estou cego no amor, o boteco é meu doutor.

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Sou Bruno Gomide de Candeias MG

Sou escritor, poeta e Compositor IA. Não uso a mistica nas minhas escritas, gosto de aprofundar em paradoxos

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Cal Sinhá

[Introdução Instrumental - Sugestão: Sanfona e Violão] [Estrofe 1 Apresentação] O compadre Nhô Afonso, lá no meio da sua roça, Decidiu pintar com brio o seu humilde ranchinho. Comprou logo da melhor, para não fazer destruir: A famosa Cal Sinhá, pra cuidar do seu cantinho. [Estrofe 2 O Conflito] Mas a comadre Norvina, que é mulher muito entrona, Quis passar na sua frente e a pintura começar. Dizendo que entendia, meteu-se logo a mandona, Mas errou nos corantes ao a tinta preparar. [Estrofe 3 O Caos] Misturou tudo errado na bacia da Sinhá, E o que era pra ser branco virou uma confusão! Não se sabia ao certo onde aquilo ia parar, Era balde transbordando e tinta pelo chão. [REFRÃO A parte principal] Ai, foi Cal Sinhá vermelha no banheiro, Foi Cal Sinhá verde na varanda, Teve Cal Sinhá preta no terreiro... É a confusão que a Norvina comandou! Até Cal Sinhá branca sobrou pro quarto, Numa aquarela que ninguém previa. Nhô Afonso olhou aquele susto farto, Sem saber se chorava ou se ria! [Estrofe 4 O Diálogo] O compadre Nhô Afonso, vermelho de embaraço, Exclamou: "Uai, Norvina, que pintura é essa aqui? Nunca vi tanta cor junta espalhada no pedaço, Virou moda brasileira o que você fez ali!" [Estrofe 5 O Desfecho] Ai meu Deus, que situação! Apesar do rebuliço, Ninguém quis abrir o bico, nem falar da tal loucura... Mas guardaram o segredo com um sorriso no feitiço, Pois nunca se viu na roça criatura tão alegre! [Repete o Refrão para finalizar]

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Apostasia

Orai e cuidai... orai e cuidai

A dama de púrpura já domou a fera

E o que era fogo, já virou gelo

A linha do tempo não espera

Olhe seus preceitos, tome juízo

Porque deste jeito não há direção

Não adianta buscar a luz no abismo

Onde as trevas dominam o coração

O mundo gira em falso brilho

Onde o ouro vale mais que o pão

Mas quem perdeu o seu auxílio

Caminha cego na própria ilusão!

Vigiai... a carruagem não para por ninguém.

E se a carruagem do Cordeiro passar

E o seu olho não se vigiar

Então verá... enfim verá...

Que o amor teria muito mais valor

Que a marca amarga e a dor

Que o poder mundano pode causar

O trono de seda vai desmoronar

Onde o fogo era frio, nada restará...

Nada restará.

Orai e cuidai...

A linha do tempo não espera.
 

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Quatro Ventos

Quatro ventos

 

Oh oh oh senhor

Oh oh oh senhor

Onde estão seus quatros ventos

Para vi tirar a cegueira da humanidade

O deserto ficou escaldante...

E os meus pes já estão feridos

De tantos espinhos

Plantados pela ingratidão

Que encontrei no caminho

Oh oh oh Senhor

Oh oh oh Senhor

Peço folego

Pois Sinto que seus preceitos

Já estão esquecidos

Valores da fé foram vendidos

Ao poder do orgulho do ter

O mundo tem saudade

Quando na família havia

Mais unidade, mais amor

Oh oh  oh senhor

Oh oh oh Senhor

Que seus quatros ventos

Traga novo horizontes e paz

Para aquele que lhe é fiel...

Bruno Gomide

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As Lágrimas do Riachinho

É o primeiro livro de Bruno Jose Gomide codinome: Bruno Gomide e voltado ao publico infantil mas adultos tambem vão gostar de ler. Só voces prurarem por Bruno Jose Gomide no Amazon para assinantes Kindle a leitura é gratis para não assinantes é 6,00 reais. Nele há o contoe poemas é um livro ilustrado, futuramente estarei editando impresso.

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Comentários (2)

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Brunojosegomide
2026-03-30

Não estou conseguindo fazer alteraçoes para compor minha pagina, colocar minha foto

Brunojosegomide
2026-03-26

Como faço para por minha foto no meu perfil, não esta funcionando