Forma alada
Honoré DuCasse
1 min min de leitura
Morro na lenta agonia
que me sobra
Até o sono não ter voz
O amor é o que me resta
Depois do poema
Ergo-me na forma alada
O corpo incinerado já não dói
Apenas o choro de preto
Daqueles que abalam
E o olhar queimado
Das cinzas que ficam
que me sobra
Até o sono não ter voz
O amor é o que me resta
Depois do poema
Ergo-me na forma alada
O corpo incinerado já não dói
Apenas o choro de preto
Daqueles que abalam
E o olhar queimado
Das cinzas que ficam
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.