Poesia

Que estranha língua esta, que estranha fala
Que certas noites meus lábios ilumina
E amargamente, a sós, a dor me ensina
Num lânguido chorar que a morte embala

Como alma de outro alguém que em mim se instala
Ou raio de outro mundo que fulmina
Como misteriosa nau que em mim faz escala
Lusitana, mágica, latina!
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Comentários (2)

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Lucas Garcia
2023-08-20

Fantástico!

namastibet
2020-01-01

também ao ler o que escreve senti como que uma descoberta na alma de outro do quinhão de mundo que chamam vida