QUASE UMA DOR...
Quando me pego revendo meus poemas,
me vejo com semblante já um tanto cansado,
os olhos marejados de saudades...
Viajo nos meus próprios pensamentos passados,
e sinto que o sonho ainda não acabou,
que o entardecer das palavras me pedem socorro,
e a poesia me consome...
Transporto-me, para reviver momentos,
aliviar meus pesos, acalmar minh‘alma.
A primavera se foi e com ela as flores,
ficou o pó sobre o banco da praça, sem graça,
em ruínas, também cansado de ouvir histórias...
Sobraram noites sem luares, restaram frases perdidas,
e uma porção de reticências...
Ficou o som do soneto, o poema bem feito,
e os versos de amor.
Quando me pego revendo meus poemas,
é quase uma dor...
Marco A. Alvarenga
me vejo com semblante já um tanto cansado,
os olhos marejados de saudades...
Viajo nos meus próprios pensamentos passados,
e sinto que o sonho ainda não acabou,
que o entardecer das palavras me pedem socorro,
e a poesia me consome...
Transporto-me, para reviver momentos,
aliviar meus pesos, acalmar minh‘alma.
A primavera se foi e com ela as flores,
ficou o pó sobre o banco da praça, sem graça,
em ruínas, também cansado de ouvir histórias...
Sobraram noites sem luares, restaram frases perdidas,
e uma porção de reticências...
Ficou o som do soneto, o poema bem feito,
e os versos de amor.
Quando me pego revendo meus poemas,
é quase uma dor...
Marco A. Alvarenga
Português
English
Español