O SIFR ZERO [Manoel Serrão]


Uns para os comuns, outros para os nenhuns.
Uns para os incomuns, outros para os alguns.
Uns para os triângulos, outros para os retângulos.
Uns para os oblíquos, outros para os planos...
As equivalências de um quadrado no rito das continuidades...
Ó a expressa essência da superfície imutável, o mosaico!

E ei-los: o Sifr zero; o vazio; o nada; e, o ninguém!
O inexprimível “Rembrandt” na sua vaguidade.
O puído Persa mutilado sem valor; o ente dês cavo desconectado vítima d’outro engano.
Assim, segue a liberta do mito e do mago celebrado com medo de cair no ser cavo.
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