Esperança
Remisson Aniceto
"Como esperar me desespera!"
Você me confessa, chorando.
"Até quando irá a minha espera?"
E me repete: "Até quando?"
Até quando teremos que esperar?
Não sei até quando, mas confessarei
que há muito espero sem me cansar,
e de esperar nunca me cansarei.
Sem esperar que a esperança acabe,
esperemos quem sabe um gesto,
um sorriso de leve, quem sabe?,
talvez um outro pequeno manifesto.
Esperemos sempre com alegria,
sem desistir nem um só instante.
Desistir é o que mais distancia
o que já se encontra distante.
Esperemos uma palavra, um gesto,
qualquer coisa que nos aproxime,
um sorriso, ainda que modesto,
algum sinal que nosso peite anime.
Até que o dia por fim amanheça
e o sol ilumine o nosso caminho.
E que nunca mais a gente esqueça
que ninguém pode viver sozinho.
Você me confessa, chorando.
"Até quando irá a minha espera?"
E me repete: "Até quando?"
Até quando teremos que esperar?
Não sei até quando, mas confessarei
que há muito espero sem me cansar,
e de esperar nunca me cansarei.
Sem esperar que a esperança acabe,
esperemos quem sabe um gesto,
um sorriso de leve, quem sabe?,
talvez um outro pequeno manifesto.
Esperemos sempre com alegria,
sem desistir nem um só instante.
Desistir é o que mais distancia
o que já se encontra distante.
Esperemos uma palavra, um gesto,
qualquer coisa que nos aproxime,
um sorriso, ainda que modesto,
algum sinal que nosso peite anime.
Até que o dia por fim amanheça
e o sol ilumine o nosso caminho.
E que nunca mais a gente esqueça
que ninguém pode viver sozinho.
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