Minhas mãos
Romildo
1 min min de leitura
Minhas mãos queimam,
meu mundo queima,
meu suor fede,
minhas palavras tão pouco se evocam manifesto.
Desse mundo quero meu silêncio...
Das plantas quero o perfume,
das crianças quero o sorriso,
dos rios quero a água fluente,
da nossa gente, fico descontente.
Minhas mãos queimam,
minha pátria se divide,
meus companheiros se dividem.
Do amanhã nada duvido,
“o mundo está todo corrompido”.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.