Num sábado qualquer de abril


Os carros passam,
as pessoas passam,
os pássaros dormem,
as crianças dormem,
os minutos passam.
“A vida passa”.
O poeta fica e acompanha a solidão,
junto do frio e do gélido coração.
204 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.