Transe romântico
Esta morte que me acompanha,
me deixa ser um jovem cheio de manha.
Egocêntrico!
Herói da subjetividade.
Porém... perdido na turbulenta sociedade.
Meu amor foi alcançado,
mas continuo com o coração desesperado,
em plena decadência,
de minha própria sobrevivência.
Mas que tubulação mental
é viver sendo racional.
Clamando!
Endeusando!
E ficando mais uma vez em segundo plano.
A culpa é dos deuses?
Ou dos burgueses?
Também pode ser minha,
que não me dei conta da vida em fantasia
e me tornei uma metáfora, transbordando poesia.
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