Cinzas
Já não há a quem implorar
Ninguém virá salvar
Sofrimento incessante
Estou fritando minha mente
Destino inconsequente
Turbilhões de pensamentos
Memórias eu armargo
Ainda não estou morto, ainda tenho fardo
Se sinto algo, me sinto lisonjeado
Me queimo, me mutilo
Como um louco eu grito
Vejo minha própria imagem, esmurro
Me destruo
Rezar eu tentei
Escravo me tornei
E um dia, ao pó retornarei
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