Um porto no caos
Eu sou o porto do caos, em meio a mares revoltos
As milícias se calam ao ouvir os ventos
Serão os argumentos de Deus, neste momento?
Quem é que me fala pelas lembranças?
Que seja santo o teu nome, mas eu não te amo tano a ponto de entregar a minha alma
Há um inferno dos vivos e um inferno dos mortos, apenas um muro os separa, caído de branco
Onde alguma coisa pode existir
Planto uma semente de abobora,
No pé do muro caído de branco
é arriscado e nos impõe atenção redobrada, é compreender o inferno dentro de nós
mas nas primeiras floradas os mortos agradecem
Charles Burck
As milícias se calam ao ouvir os ventos
Serão os argumentos de Deus, neste momento?
Quem é que me fala pelas lembranças?
Que seja santo o teu nome, mas eu não te amo tano a ponto de entregar a minha alma
Há um inferno dos vivos e um inferno dos mortos, apenas um muro os separa, caído de branco
Onde alguma coisa pode existir
Planto uma semente de abobora,
No pé do muro caído de branco
é arriscado e nos impõe atenção redobrada, é compreender o inferno dentro de nós
mas nas primeiras floradas os mortos agradecem
Charles Burck
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