Escritas

ENTRELINHAS

Sheila Gomes de Assis
Entrelinhas são enigmas
De poucos olhos penetrantes
Entre-cortes, os estigmas
Da alma poeta pulsante

Gritos daltônicos e olhar paradigma
Hieróglifos em ouro rutilante
Ora fantasmas, ora esterigmas
Ora sociopata-farsante

Entre as linhas o capuz do enigma
Dubiedades protestantes
Jogadoras translúcidas em sigma
São do poeta... amantes!
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