Escritas

A PROCLAMA

Samuel da Mata
Traz no seu corpo a bandeira
Nas cores da pátria se veste
De busto altivo, alma cheia
Seu coração jaz em prece

Cara pintada, boca em proclama
Faz ecoar os seus gritos
Justiça já! É o povo que clama:
Abaixo estes políticos malditos!

Chega de clientelismo
De corrupção, nepotismo
E população na sarjeta

Políticos podres, vendidos
Governo aliciador de partidos
E justiça vendida em maletas
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