Estrangeiro

Às vezes sou estrangeiro dentro de casa, às vezes passageiro na minha cama

A noite é café em xícaras brancas, hoje eu não pertenço a lugar nenhum

Um pé na lua, não há lugar para onde eu possa ir agora,

Lá fora me desconheço,

A praia é terra macia, repetindo um nome ao vento

A espumeira do mar, marola, fofoca repetindo história de ontem,

Mas tu me segues

E me chama de obvio, mas eu sou tantos por fora

Mas em algum ponto eu cedo, tenho receio de ser duro e te ferir tanto que te machuque por dentro


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