Tempestade

No meio do mar, tempestade, vou para lá,
Assumo os riscos de morrer sabendo me afogar,
Me afogo sabendo que morro
Sempre morri dentro dos teus olhos,
Como o bom senso pelejando para chegar à praia,
É nos teus olhos que eu morro
Cada dia nas águas mais mornas
Minha alma rasa ganha forma, e eu profundo morro
Sem saber nadar
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Comentários (1)

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rosafogo
2018-12-09

vou continuar a acompanhar sua poesia, o melhor sem dúvida por aqui, onde grassa a má escrita. Parabéns!