morte na primavera
nas páginas de um caderno
escondeste o teu inferno
abre a porta do abismo
abriga o frio do inverno
essa ilusão, tentação
uma marca pálida no olhar
a cálida obrigação
sentes que não vai voltar
sem dor não há alivio
sem morte não há vida
morte na primavera
mentes de olhos fechados
o começar da hera
o elevar dos pecados
nas folhas rasgadas
palavras soltas desregradas
ideias frescas de verão
mortas como a tua mão
mas se corres, socorre
quem enterras no abismo
sempre o mesmo
ouve e vai, vai, e corre
sem dor não há alivio
sem morte não há vida
morte na primavera
mentes de olhos fechados
o começar da ira
o elevar dos pecados
09/09/2018
escondeste o teu inferno
abre a porta do abismo
abriga o frio do inverno
essa ilusão, tentação
uma marca pálida no olhar
a cálida obrigação
sentes que não vai voltar
sem dor não há alivio
sem morte não há vida
morte na primavera
mentes de olhos fechados
o começar da hera
o elevar dos pecados
nas folhas rasgadas
palavras soltas desregradas
ideias frescas de verão
mortas como a tua mão
mas se corres, socorre
quem enterras no abismo
sempre o mesmo
ouve e vai, vai, e corre
sem dor não há alivio
sem morte não há vida
morte na primavera
mentes de olhos fechados
o começar da ira
o elevar dos pecados
09/09/2018
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