Escritas

REVOLTA DAS SOMBRAS

Samuel da Mata
Quando a descrença a nossa alma invade
A justiça apodrece e a esperança morre
A corrupção fermenta e a violência arde
As sombras se levantam e o clamor ocorre

Jovens revoltos, unidos em desesperança
Revoltos, indomáveis, cheios de ousadia
Clamam por justiça, por sonhos e segurança
Liberdade à pátria amada, ainda que tardia

Invadem ruas, queimam e entregam fores
Sem lema definido nem partido por premissa
Despem-se, pintam-se, gritam e fazem versos

Chega de anarquia, de governos dos favores!
Querem oportunidades e confiança na justiça
Faxina já! Ordem e limpeza no congresso
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