210 - CALOR QUE GERO
Eu sobrevivo com calor que gero
Bem na nevasca do pior inverno,
Sem bússola do tipo mais moderno
E até com visibilidade zero.
Enquanto tremo não me desespero
Aguento então congelamento interno
Pois não desmaio mas somente hiberno
Encaro mesmo o frio mais severo.
Que, acesa, mesmo como chama breve,
Uma lembrança a ela enfim me leve
Ou dela só me deixe bem mais perto.
Porque pensar agora nela deve
Pra sempre derreter mais gelo e neve
Que o sol de mil verões num bom deserto!
(Autor: EDEN SANTOS OLIVEIRA. Escrito para a minha esposa INGRID ROSA em: 15/09/2016)
Bem na nevasca do pior inverno,
Sem bússola do tipo mais moderno
E até com visibilidade zero.
Enquanto tremo não me desespero
Aguento então congelamento interno
Pois não desmaio mas somente hiberno
Encaro mesmo o frio mais severo.
Que, acesa, mesmo como chama breve,
Uma lembrança a ela enfim me leve
Ou dela só me deixe bem mais perto.
Porque pensar agora nela deve
Pra sempre derreter mais gelo e neve
Que o sol de mil verões num bom deserto!
(Autor: EDEN SANTOS OLIVEIRA. Escrito para a minha esposa INGRID ROSA em: 15/09/2016)
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