Olhar da alma elevado ao alto
Maria alves
Olhar da alma elevado ao alto
Tracei ao de leve o meu divagar,
Estava ausente no silêncio,
Tão ausente e distante...
Distante do meu pensamento.
Procurei-me num olhar perdido,
Elevando-o com o sopro do vento.
Lá no alto, bem no alto
Onde só a alma alcança
O que a mente inventa,
Desenhei o teu olhar:
Miragem de cor esperança,
Sustento desta minha saudade.
Porque te esvais nas estrelas,
Olhar de menina elevado ao alto?
Desce em mim no teu manto real,
Mata a sede deste meu desejo ausente.
Reflete-te na minha alma extinta
Devolve-me a luz do luar esquecido.
Renasce-me a alma agora...
E no alto, bem no alto
Revejo-me nos vales verdejantes
Passeio por entre as flores do amanhã
Enquanto te abraço em manto floral.
de Maria dos Santos Alves, 11 de Junho de 2013 (a publicar)
Tracei ao de leve o meu divagar,
Estava ausente no silêncio,
Tão ausente e distante...
Distante do meu pensamento.
Procurei-me num olhar perdido,
Elevando-o com o sopro do vento.
Lá no alto, bem no alto
Onde só a alma alcança
O que a mente inventa,
Desenhei o teu olhar:
Miragem de cor esperança,
Sustento desta minha saudade.
Porque te esvais nas estrelas,
Olhar de menina elevado ao alto?
Desce em mim no teu manto real,
Mata a sede deste meu desejo ausente.
Reflete-te na minha alma extinta
Devolve-me a luz do luar esquecido.
Renasce-me a alma agora...
E no alto, bem no alto
Revejo-me nos vales verdejantes
Passeio por entre as flores do amanhã
Enquanto te abraço em manto floral.
de Maria dos Santos Alves, 11 de Junho de 2013 (a publicar)
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