Párnaso II

             II

O viver onírico traz a sapiência:
Do olhar soturno que pede clemência
Quantos anos foram? Um ou mil?
Infinitas eras que passei no Bosque Primaveril!

Ai! Que tempo é esse que não passa?!
Eis, aqui no Monte, a poesia nunca é escassa!
Quem sabe, os sonhos trazem as belas palavras
As ninfas te inspiram, cultiva os versos e assim tu lavras

Oh belezas! Belezas jamais vistas!
A arte divina, do Monte, é tua se o visitas
Nessa umbra branca e calada

Escreverei então até o fim da madrugada!
É a palavra, a voz da razão
Rogo aos Deuses que me trazem inspiração!
272 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.