Escritas

MÃOS DA ESPERANÇA

Samuel da Mata
As minhas mãos jamais darei ao que difama
Ao que oprime, ao que falseia e a dor inflama
Quero mãos limpas, sono de paz, alvo o pijama

Não me cumprimentes, cruzo as mãos por segurança
Alma cingida em pacto de fé com a esperança
De ver um país onde possa sorrir toda criança

Não vituperes em gesto vil a minha inocência
És estrupício, voz de maldade, pura excrescência
Tintura de sangue, pacto macabro com a violência

Que hoje os jovens tomem por credo esta firmeza
Não dar a larápios os lauréis de votos pela esperteza
Também assassinos matando em miséria, fome e pobreza
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Comentários (1)

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joao_euzebio
2013-03-19

BONITO POEMA SAMUEL DEVEMOS CONSIENTIZAR O POVO QUE A MALDADE ESTA POR AI PARABÉNS