Exilado

Annarchya
Annarchya
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Sob o ardente beijo do sol,
E abraçado pelo poeira,
Segue o exilado...
Enquanto pisa sobre o solo rachado,
Se questiona , fora exilado,
Por sua vontade ou de outros?
Para onde vai agora...?
Não lhe cabe decidir,
Lhe cabe apenas cumprir,
Um destino já acertado...
Pois por Deus fora condenado,
Os dons que lhe cabem à mente,
Não dão forma a prisão ,
Nem a face de demônio, ou ao corpo mutilado,
Então assim amaldiçoado,
Espera sua redenção...
Quem sabe em outra vida, possa ter de bom agrado,
O que agora lhe é negado...
Uma luz na escuridão...
No entanto...
Segue, exilado.
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