Escritas

JANGADA SEM RUMO

Samuel da Mata
Musa que em noite bela
Navega sem ter direção
Flutua em jangada sem vela
Sem rumo, amor ou paixão

Pedras e ventos ligeiros
Nas sombras a te espreitar
Só o remo por companheiro
E nada mais pra confiar

Sai desse viver obscuro
Deixe a tua alma sonhar
Alegria infinda te espera

Venha em meu porto seguro
O amor e o afago encontrar
Aqui tua tristeza se encerra
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