BORBOLETA
Samuel da Mata
Às suas chagas esqueça
Cure e apague as feridas
Pois onde a dor se cultiva
Não há espaço pra vida
Saia já da sombra e do canto
Apague o pranto e a dor
Esqueça os seus desencantos
Plante e cultive uma for
Ponha sapatos de veludo
Roupas lindas, multicores
Seja a rainha da festa
Deixe a borboleta o casulo
Saia ao encontro das flores
Encha de vida a floresta
Cure e apague as feridas
Pois onde a dor se cultiva
Não há espaço pra vida
Saia já da sombra e do canto
Apague o pranto e a dor
Esqueça os seus desencantos
Plante e cultive uma for
Ponha sapatos de veludo
Roupas lindas, multicores
Seja a rainha da festa
Deixe a borboleta o casulo
Saia ao encontro das flores
Encha de vida a floresta
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