A moda antiga de decantar
Luiz Fábio da Cruz
Trago-ti o odor dos doces cravos
Que nessa vagarosa caminhada
Colhi pelo meu trajeto tão caro
Entrego-mi aos pés seus amada
Quando meus olhos repousam
Só vejo a nossa solidão nua
Exposta aos outros que nos magoam
Nos gestos tão amargos na voz sua
Trago-ti o odor dos doces cravos
Que prendeu os sentidos seus aos meus
Nessa manhã de sol e nuvens em breus
Trago-ti o odor dos doces cravos
Que ao envenenar a minha alma
Deram-mi o teu amor em vã brasa
Que nessa vagarosa caminhada
Colhi pelo meu trajeto tão caro
Entrego-mi aos pés seus amada
Quando meus olhos repousam
Só vejo a nossa solidão nua
Exposta aos outros que nos magoam
Nos gestos tão amargos na voz sua
Trago-ti o odor dos doces cravos
Que prendeu os sentidos seus aos meus
Nessa manhã de sol e nuvens em breus
Trago-ti o odor dos doces cravos
Que ao envenenar a minha alma
Deram-mi o teu amor em vã brasa
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